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Geólogo e professor aposentado, trabalho este espaço como se participasse da confecção de um imenso tapete persa. Cada blogueiro e cada sitiante vai fazendo o seu pedaço. A minha parte vai contando de mim e de como vejo as coisas. Quando me afasto para ver em perspectiva, aprendo mais de mim, com todas as partes juntas. Cada detalhe é parte de um todo que se reconstitui e se metamorfoseia a cada momento do fazer. Ver, rever, refletir, fazer, pensar, mudar, fazer diferente... Não necessariamente melhor, mas diferente, para refazer e rever e refletir e... Ninguém sabe para onde isso leva, mas sei que não estou parado e que não tenho medo de colaborar com umas quadrículas na tecedura desse multifacetado tapete de incontáveis parceiros tapeceiros mundo afora.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Pastora Lanna: “Fiz o que a igreja mandou para deixar de ser lésbica, não deu certo”
(6mai2013)


Do sítio Pragmatismo Político

Pastora que pregava cura gay revela: “Fiz tudo o que a igreja mandou fazer para deixar de ser lésbica, não deu certo”. Pastoras também criticam Malafaia e Feliciano: ‘infantis e desnecessariamente polêmicos’

Lanna sempre soube sua orientação sexual e aos 17 anos teve sua primeira experiência com uma mulher. No entanto, acreditava que sendo lésbica seria condenada ao inferno. Aos 21 anos se converteu à religião evangélica e deixou de lado uma companheira. Pouco depois se casou com um pastor, teve um filho, e a religião passou a ser parte principal de sua vida. Pelas igrejas do Brasil, ela pregava sobre a “cura” a que havia sido submetida e passou a ser vista como um exemplo a ser seguido – e uma prova viva de que seria possível superar a homossexualidade.

Em vídeos disponíveis no YouTube, é possível ver longos sermões da pastora pregando sobre a maldição e o pecado da homossexualidade. Igrejas lotadas de fiéis aclamaram suas palavras e acreditaram estar diante de uma pessoa “regenerada” e “trazida de volta ao caminho do bem”.

Em 2002, no entanto, a história mudou quando Lanna conheceu Rosania em uma igreja evangélica em Boston, nos Estados Unidos. Rosania, que morava na cidade, onde era dirigente de louvor de uma igreja frequentada por brasileiros, era casada com um pastor, com quem teve um filho. Muito conhecida na comunidade evangélica por cantar músicas gospel, iniciou uma grande amizade com Lanna, de quem sempre estava perto nos cultos: onde Lanna pregava, Rosania cantava. Da amizade ao amor bastaram seis meses e suas vidas foram viradas de cabeça para baixo. De celebridades evangélicas adoradas, Lanna e Rosania viraram párias na religião que ajudavam a espalhar.

Confira abaixo a entrevista que o Portal Virgula Lifestyle fez com as pastoras:

Como foi a sua conversão e o processo para se tornar uma ex-lésbica?

Lanna – Eu tinha 21 anos quando me converti à religião por achar que iria para o inferno por causa de minha orientação sexual. Eu usava drogas, era alcoólatra e quando me converti essa parte da minha vida deixou de existir. A religião funcionou como um processo de restauração na minha vida, mas a minha orientação sexual nunca foi alterada. Eu nunca vivenciei nenhum processo de cura, mesmo assim segui numa busca constante para deixar de ser lésbica.

“A única coisa que temos a dizer ao Feliciano é: “cresça”! Ele é uma pessoa narcisista e tudo o que ele faz é para ganhar holofotes”, afirmam as pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha (Foto: Gabriel Quintão / Vírgula)

Eu pensava: ‘Deus me libertou das drogas e do alcoolismo e não consegue me libertar da homossexualidade?’. Na igreja, a homoafetividade é apresentada ou como uma possessão demoníaca ou como uma doença. Eu tentava lidar com as duas coisas. ‘Se é uma doença, Deus vai ter que curar e se eu estiver possessa de algum espírito maligno, Deus vai ter que me libertar’. Tentei por sete anos.

A religião faz uma lavagem cerebral contra a homossexualidade?

Lanna – Hoje eu cheguei à conclusão de que a religião demoniza tudo o que ela não explica e não entende. A homossexualidade é uma questão muito cheia de ramificações e interpretações. A própria igreja não chega a um consenso sobre o que pensa a respeito. Enquanto tem uma parte que garante que é uma possessão demoníaca, outra parte tem certeza de que é uma doença. Por mais que no fundo a igreja saiba que a homossexualidade não é abominável, ela se recusa a corrigir um erro. É difícil voltar atrás e reconhecer que errou depois de milênios condenando os homossexuais. É mais fácil manter como está.

Você escondia sua verdadeira orientação sexual ou estava convicta de que havia sido realmente “curada”?

Lanna – Eu divulgava essa tal cura havia sete anos e pregava contra a homossexualidade. As pessoas me conheciam como “A missionária Lanna Holder, ex-lésbica”. Quando fui pra Boston, eu já estava conformada, achando que teria que viver minha vida toda escondendo minha verdadeira orientação sexual. Eu mentia, pois tinha certeza de que a minha orientação sexual era imutável, ao contrário do que eu fazia as pessoas acreditarem.

Fiz tudo o que a igreja mandou fazer para deixar de ser lésbica: quebra de maldição, cura interior, desligamento de alma, quebra de vínculo. Depois de tudo, minha orientação sexual não mudou e então cheguei à conclusão de que fazia parte da minha natureza. Esconder foi a minha única opção. Fiquei casada com um homem, não porque era o que eu queria, mas porque era o imposto para que eu não fosse para o inferno.

Como foi o momento em que você se viu diante da paixão por uma mulher após tantos anos garantindo ser ex-lésbica?

Lanna – Nos conhecemos e no começo nos tornamos grandes amigas. Tivemos uma associação total na religião e quando chamavam a Rosania para cantar, me chamavam para pregar. A vida nos uniu. Viajamos pelos Estados Unidos juntas e eu confidenciava a ela os problemas que tinha em meu casamento, pois como o “exemplo” que eu era, não podia contar para ninguém o que eu enfrentava. Não falava sobre minha orientação sexual, mas conversávamos sobre diversas questões. Quando me dei conta, tudo o que eu fazia era pensando na Rosania. Eu queria estar ao lado dela e percebi que aquilo que eu sentia não era apenas amizade. Eu chorei muito, orei muito e perguntava a Deus quando aquilo passaria. Minha paixão por ela começou a confrontar com tudo aquilo que eu dizia ser errado em minhas pregações.

Como você encarou a paixão pela Lanna já que nunca havia tido interesse em uma mulher antes?

Rosania – Eu percebi um sentimento diferente por ela e então conversamos e admitimos estar apaixonadas. Choramos muito, pedimos muito perdão a Deus e, como éramos casadas, nos sentíamos muito erradas, pois cometemos adultério. Nosso pecado na verdade não foi o nosso amor, mas sim o fato de sermos casadas e de adulterarmos por seis meses. Quando eu era criança, me sentia um pouco diferente das minhas amigas. Mas nunca tinha tido contato sexual com uma mulher até, de repente, me ver apaixonada pela Lanna. Nada foi planejado, deixei o barco me levar, tentei fugir, ficamos separadas, mas a vida nos uniu. Eu sempre digo que me apaixonei por um ser humano e não necessariamente por uma mulher.

Como foi a reação da igreja ao saber que vocês estavam juntas?

Rosania – Contamos aos nossos maridos e depois aos nossos líderes, que nos aconselharam a não contar nada a ninguém para preservar a imagem da igreja. Confiamos que tudo daria certo, eu pensei que voltaria para meu marido e que a Lanna seguiria a vida dela, já que estava decidida a se separar. Mas assim que viramos as costas, eles (os líderes) pegaram o telefone e começaram a ligar para toda a comunidade evangélica contando a novidade. Eu morei 20 anos nos Estados Unidos e convivi com pessoas na igreja a quem considerava parte de minha família. Quando tudo aconteceu, tudo mudou. Eu entrava no banheiro para passar um batom, e as mesmas pessoas que se diziam minhas amigas, saíam imediatamente. Se tivéssemos nos apaixonado por outros homens e cometido adultério do mesmo jeito, a reação teria sido completamente diferente. Passaríamos por um período de disciplina e nossos “amigos” continuariam por perto. Como me apaixonei por uma mulher, subi ao púlpito e pedi perdão por ser quem eu era, mas nunca mais consegui me encaixar na igreja. Me usavam para pregar sobre pecado e aquilo acabou se tornando um circo.

Muitos nos disseram que não tínhamos caráter por termos assumido nosso amor, mas para ter coragem de enfrentar tudo e todos, foi preciso muito caráter. Eu poderia ter ficado cantando e a Lanna pregando sem nunca ninguém imaginar que tínhamos algo. Muitas pessoas da igreja são hipócritas, pregam uma coisa e fazem outra. Tem gente casada que prega para multidões e sai para pegar as menininhas da cidade, tira a roupa na frente da câmera e coisas do gênero. São pessoas assim que nos massacram. Eu me sinto muito mais em paz com Deus sendo o que sou de verdade.

Lanna – Quando eu me converti, já comecei a pregar que eu era uma ex-lésbica e então me tornei uma referência da cura. Na minha época eu era um Silas Malafaia falando que homossexualidade era coisa do demônio, que os gays iam para o inferno. É interessante perceber como a gente cai do cavalo com as nossas convicções. Eu que tanto perseguia os gays, me tornei uma perseguida com o mesmo discurso que eu usava ao assumir minha homossexualidade.

Como é a relação com seus ex-maridos atualmente?

Rosania – Temos uma relação muito bacana. Ele se casou de novo e será pai mais uma vez. Ele mora nos Estados Unidos e sempre o vejo, pois meu filho mora com ele.

Lanna – Só falo com meu ex-marido sobre assuntos relacionados ao nosso filho.

Como é a relação com seus filhos? (Rosania tem um filho de 15 anos e Lanna tem um filho de 11 anos)

Rosania – De toda essa história, a coisa mais legal é a nossa relação com nossos filhos. Somos uma família incrível, agimos de maneira muito natural. Meu filho ama a Lanna e adora conversar com ela. Aliás, ele conta mais coisas pra ela do que pra mim. Não tem como uma pessoa afirmar que uma família constituída por gays não é coisa de Deus. Somos uma família feliz que vive em harmonia.

Como surgiu a ideia da igreja inclusiva?

Lanna – Tentamos frequentar outras igrejas, mas sempre ouvíamos as mesmas afrontas dos pastores no púlpito contra os gays. Começamos a fazer amizade com uma série de ex-evangélicos que também não eram aceitos na igreja por conta de sua orientação sexual. Pensamos em fazer algo em nossa casa mesmo, mas em 2011 inauguramos a igreja com 15 pessoas, hoje temos cerca de 500 membros.

Tirando o fato da igreja inclusiva aceitar os homossexuais, o que mais a diferencia das outras?

Lanna – Nada, se alguém entrar aqui sem saber que é uma igreja inclusiva vai achar que é uma igreja evangélica como qualquer outra. Sexo é só depois do casamento, temos dízimos e ofertas, louvamos a palavra de Deus… A bíblia do gay é a mesma do hétero, a única diferença é que interpretamos diferente a questão da homossexualidade. Não somos ativistas gays, mas acreditamos na inclusão.

Como vocês conquistam novos fieis?

Lanna – O evangelismo mais difícil é o de um gay. Primeiro que você já tem que entregar o folheto da igreja dizendo que ele é aceito como é, caso contrário eles rasgam o papel na nossa cara, jogam no chão… Na abordagem, eles logo acham que somos da igreja do pastor que fala mal, então já nos apresentamos como pastoras casadas antes de fazer o convite. Vamos nos pontos de maior concentração do público gay em São Paulo, que é a região da avenida Paulista, a rua Vieira de Carvalho e outras. Paramos nas portas das boates e fazemos flashmobs, cantando e dançando. Com isso, geramos curiosidade e eles se aproximam para saber de onde somos. Sempre vêm várias pessoas à igreja depois dessas abordagens. Vamos também à Parada Gay, à Feira da Diversidade e à Caminhada Lésbica entregar nossos folhetos.

O que os evangélicos convencionais acham da Comunidade Cidade de Refúgio?

Lanna – Tem pessoas que vêm aqui na porta para nos afrontar, teve uma senhora que quase me agrediu aqui na frente. Nos xingam, dizem que a nossa igreja é Sodoma e Gomorra, que é coisa do diabo. Há quem ligue e fale desaforos, deixe recadinhos mal-educados nas redes sociais… Tem quem pense, obviamente não é todo mundo, que aqui tem imoralidade, promiscuidade, que é um ponto de encontro para achar parceiros sexuais.

O que vocês acham do Silas Malafaia?

Lanna – Não temos nada contra o Silas Malafaia, mas achamos que ele só cresceu na religião baseado em polêmicas, a bola da vez são os homossexuais. Ele tem um discurso prepotente de dono da verdade e usa de muita ira para se referir aos gays. Lamentamos muito isso, porque o Silas Malafaia afasta todos os gays da igreja, pois eles acabam achando que todos os pastores pensam dessa forma. Mas ele não representa a maioria dos pastores. Ele não sabe o que ele fala (se referindo à comparação feita por Malafaia de gays a bandidos). Pregue a palavra de Deus, Malafaia! Pare de fazer polêmica!

E Marco Feliciano?

Rosania – A única coisa que temos a dizer ao Feliciano é: “cresça”! Ele é uma pessoa narcisista e tudo o que ele faz é para ganhar holofotes. Infelizmente ele está conseguindo isso da pior maneira possível.

Tuka Pereira, Vírgula

domingo, 5 de maio de 2013

Feliciano coloca ‘cura gay’ e criminalização da heterofobia em pauta na calada da noite
(5mai2013)


Do sítio Pragmatismo Político

Na calada da noite Feliciano coloca na pauta ‘cura gay’ e criminalização 
da heterofobia ao invés da homofobia (Foto: Reprodução)

Na noite desta terça-feira (30), véspera do feriado de 1º de maio, o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal (CDHM), pastor deputado Marco Feliciano (PSC-SP), agiu, como já previsto, e incluiu na pauta na reunião do colegiado, marcada para a próxima quarta (8), três dos projetos mais controversos que tramitam na comissão. Uma das propostas permite que psicólogos tentem curar homossexuais.

Outra penaliza a discriminação contra heterossexuais. A terceira, que torna crime a homofobia, tentará ser derrubada pelos integrantes do colegiado. A investida de Feliciano acontece após as manifestações contra ele perderem força no país e minguar de vez.

Entre as propostas consideradas preconceituosas, responsáveis até pela disseminação do ódio contra segmentos da sociedade brasileira, o primeiro projeto suspende a validade de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) de 1999, que impede que psicólogos tratem homossexuais no intuito de curá-los de uma possível “desordem psíquica”.

O texto controverso, de autoria do presidente da bancada evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), tramita desde 2011 na Casa. Chegou a passar pela Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF), mas, antes de ter o parecer aprovado, foi para a CDHM, a pedido de parlamentares contrários.

Com a nova composição do colegiado, porém, a matéria caiu nas mãos do pastor Anderson Ferreira (PR-PE), que emitiu parecer favorável.

com Correio Braziliense

A defesa de Pizzolato
(5mai2013)


Por Miguel do Rosário no sítio O Cafezinho

Pizzolato foi enfiado à fórceps na peça de Gurgel porque havia necessidade imperiosa de amarrar a trama ficcional do mensalão com “dinheiro público”. A única coisa que encontraram para incriminar o PT, depois de várias CPIs, devassas, sigilos quebrados, foi o elo entre a Visanet, um grupo privado, no qual o Banco do Brasil é um entre centenas de acionistas,  e a DNA propaganda, agência de Marcos Valério, na época a principal agência de publicidade em Minas Gerais, onde operava as campanhas de estatais mineiras e do governo do estado. Um dos principais clientes de Marcos Valério, além disso, era Daniel Dantas, que controlava as contas bilionárias de fundos de pensão e telefônicas.

A Visanet celebrou contrato com a DNA para veicular propaganda de seus produtos, que são as maquininhas de cartões de crédito.

Para dar fundamento à denúncia do mensalão, que vinha sem pé nem cabeça, e dar satisfação à “opinião publicada”, ou seja, à sanha de vendetta de segmentos políticos poderosos, Gurgel e Barbosa pescaram Pizzolato lá de baixo, onde ele figurava pacatamente como um réu de segunda ou terceira categoria. Elevaram-no a um papel central no sinistro esquema que descreveram: ele forneceria o elo entre mensalão e “uso de dinheiro público”, ou seja, haveria um pagamento de propina aos parlamentares com dinheiro do Banco do Brasil. E a presença de dinheiro público era a chave para destruir a tese de Caixa 2.  Só que a teoria aceita pelo STF não está suportando o debate e está se desmanchando. Não houve dinheiro do BB e sim da Visanet, empresa privada sobre a qual Pizzolato não tinha ingerência, além de uma assinatura num documento, junto com outros quatro outros diretores do BB.

Estão aparecendo as provas, concretas e lógicas, que levam o crime para o outro lado: para o STF, que se curvou vergonhosamente ao espírito linchatório da mídia conservadora.

A defesa de Pizzolato, por esta razão, entrou com um embargo declaratório extremamente duro, inspirado pelo mais profundo sentimento de indignação contra uma arbitrariedade odiosa. Pizzolato se tornou objeto descartável no joguinho de sacrifícios humanos que mídia e STF promoveram para se auto pintarem como justiceiros políticos e obterem uma aprovação efêmera e demagógica.

Alguns pontos que desmascaram as mentiras do STF:

1. O dinheiro não era do Banco do Brasil, mas da Visanet. Era privado.

2. Os serviços foram prestados. Há registros de todas as campanhas publicitárias realizadas pela DNA, com o dinheiro privado da Visanet.

3. Pizzolato não assinou sozinho o documento. Outros diretores o fizeram. O fato de apenas citarem Pizzolato, por ser o único petista, revela má fé na investigação.

3. Os BVs pagos à DNA Propaganda são tradição no mercado publicitário brasileiro.

Voltamos inclusive à maior ironia de todas. O mensalão de Gurgel na verdade era o Bônus de Volume que a Globo e outras gigantes da mídia pagaram às agências de Marcos Valério, assim como pagam a todas as agências. Bônus de Volume, é sempre bom explicar, já que a mídia sonegou a informação durante o julgamento, quando ela faria diferença no debate de ideias e no julgamento paralelo que se fazia na mídia, Bônus de Volume é um prêmio que os veículos de comunicação pagam às agências de publicidade pelas campanhas de marketing que estas fazem em seus jornais, canais de rádio, TV, revistas.  Por exemplo, a Chevrolet tem conta na DNA Propaganda. A DNA escolhe a Globo para veicular a propaganda dos carros da Chevrolet. Então a Globo paga à DNA como forma de “agradecer” ou “fidelizar” a DNA. Como a Globo é gigante financeira, ela paga os BVs no início do ano para uma campanha que a agência apenas ao final do ano irá veicular nos meios de comunicação. Antes de receber seu pagamento, a Globo adianta a gorjeta para a agência, que é na verdade um intermediário entre a mídia e as grandes empresas. Essa é a principal estratégia da Globo para concentrar um percentual tão absurdamente elevado de todos os recursos publicitários circulantes no país, privados e públicos.

A informação, se fornecida, desmancharia a aura de crime e mistério que Barbosa criou ao mencionar as cifras movimentadas por Marcos Valério. E saberíamos que o valerioduto foi alimentado, principalmente, com BVs pagos pela Globo.

A ficção de Gurgel e Barbosa, todavia, deixou inúmeros buracos. Talvez o aspecto mais difícil na defesa de Pizzolato seja escolher por qual ângulo atacar as arbitrariedades.  Por todos os lados, a denúncia se esfuma a um leve toque.

Por exemplo, a denúncia tem uma falha estrutural: Pizzolato não assinou sozinho o documento de autorização para publicidade da Visanet (como o BB é sócio importante da Visanet, seus diretores de publicidade tem voz nas campanhas de marketing do grupo privado). Outros diretores – todos nomeados no governo FHC – também assinaram. Eles pinçaram apenas o petista. Por quê? Ora, a resposta é simples. Porque ele era petista! Pior ainda: sindicalista! Todo o preconceito ideológico exacerbado pela vitória de Lula, inclusive interno-corporativo, já que talvez a maior parte do alto funcionalismo público brasileiro, por questão de classe, seja conservador e pró-tucano, se voltou contra Pizzolato.

Pizzolato tinha uma longa história de muitas décadas no Banco do Brasil, onde ingressou via concurso ainda jovem,  e onde jamais foi acusado de nada. Não importa: a ordem era “delenda PT” e ele acabou sendo vítima no mesmo tsunami.

Leia o embargo declaratório de Pizzolato contra o STF.

Físicos encontram evidências de que realidade pode ser uma simulação virtual
(5mai2013)

Por Anderson Kreutzfeldt, no sítio Literatortura

Quem diabos está jogando “The Sims” com a gente?
Acredite se quiser: Físicos encontram evidências de que a nossa realidade pode ser uma mera simulação virtual. Fazemos nós parte do melhor videogame já criado?


Não, você não leu errado. De acordo com estudiosos cientistas da Universidade de Bonn, certos aspectos do nosso mundo físico são sustentados por elementos que indicam que a nossa realidade pode não ser nada mais do que uma simulação computadorizada.

A ideia de que somos apenas figuras sustentadas por tecnologias e intelectos superiores parece meio absurda, não é mesmo? O fato é que o cientista planetário Rich Terrile (NASA) acredita veementemente na teoria de que nossa vida não é nada mais do que um videogame.

Silas Beane foi o pesquisador que liderou um grupo de físicos que levantou uma hipótese muito interessante. Segundo as pesquisas, a teoria que mais ganha força é a de que somos uma simulação dentro de outra simulação dentro de outra e assim sucessivamente, com um cenário enriquecido em detalhes, que provavelmente se parece muito com a vida dos nossos “criadores”, para dar a impressão de realidade absoluta. Aparentemente, vivemos em um universo artificial e somos incapazes de nos darmos conta desse fato.

Existe uma teoria chamada “Teoria de campo reticulado” (teoria de física contrária à noção de tempo e espaço continuum da qual temos conhecimentos). Os pesquisadores se basearam nessa teoria para lançar a ideia de que uma simulação de computador (ou um videogame, se preferirem) das próprias leis físicas, que em determinado momento parecem contínuas e que seriam obrigatoriamente inseridas em um retículo espacial, uma adição para a simulação na qual podemos estar vivendo neste momento. Esse retículo tridimensional avança em pequenos passos temporais que limitam a quantidade energética que as partículas virtuais possuem dentro do sistema. Em outras palavras, um recurso virtual que impões “limites”, que poderiam ou não existir para os nossos amados e anônimos criadores.

Isso realmente acontece em certos processos de física quântica que envolvem uma grande quantia de energia (nos raios laser, por exemplo, ou em um feixe de elétrons). Esse retículo limita a energia para que as partículas ocupem seu próprio espaço, com um máximo de energia para que nada nesse “sistema” seja menor do que este permite.

“Se o cosmos é uma simulação numérica, deve haver pistas no espectro de raios cósmicos de alta energia” – dizem os teóricos – ou seja, os raios cósmicos viajariam ao longo dos eixos de uma estrutura, de modo que não conseguiríamos vê-los equalizados em todas as direções.

Com a tecnologia atual e os recursos dos quais a humanidade dispõe, não podemos assegurar definitivamente que estes pesquisadores estão certos ou errados, porém somos plenamente capazes de verificar dentro de algum tempo de estudo, como se orienta a estrutura em que o nosso universo foi criado (ou é simulado, se preferirem).

É uma ideia alucinante e um bocado assustadora, porém, os cálculos de Silas Beane e dos outros pesquisadores deixaram lacunas que não podem ser ignoradas. O principal contra-argumento á teoria dos físicos é que o suposto computador que criou todo nosso universo poderia ter sido criado de qualquer maneira, visto que foi desenvolvido por inteligências e tecnologias muito superiores à nossa, de modo que as técnicas se demonstrariam imperceptíveis a nossos nanicos cérebros humanos.

É claro, acreditar ou não nessa teoria vai de cada um. Mas, se os cientistas estiverem mesmo certos e somos produtos de uma simulação que funciona como uma espécie de videogame, devemos perguntar-nos: Quem diabos está jogando “The Sims” com a gente, porque, que fiquem avisados: o jogo possui alguns bugs como Justin Bieber e Neymar.

(Nosso Eu superior?)

Fonte - Artigo no MIT Technology Review

Rockefeller faz a Arca de Noé. O que está escondendo?
(5mai2013)



O artigo é de 2007 e traz questões atualíssimas particularmente para nós, brasileiros, que vemos o agronegócio dominar a cena nacional em seus avanços territoriais poluentes e, muitas vezes, devastadores, bem como em seus "avanços" no cenário político (recuos institucionais, na verdade) buscando a desregulamentação, seja ambiental, seja dos direitos trabalhistas, seja em qualquer setor de obrigações dos amigos da bancada ruralista. Por vezes nem sei se têm, eles, ideia de onde estão se metendo ao apoiarem os grupos multinacionais dos transgênicos e companhia. Os latifundiários locais são pinto pequeno perto dessas grandes empresas. Quando chegar a hora (e vai chegar) de a onça beber água, eles serão engolidos fácil e rapidamente. Perante o deus mercado, para o qual eles rezam, eles são o lado mais fraco da corda. Como a corda sempre arrebenta do lado mais fraco...

Ousei fazer essa tradução do italiano, mas estou pronto a corrigir o que for necessário caso alguém que conheça melhor a língua venha a sugerir. Utilizei o Google tradutor e tanto bom senso quanto possível para apresentar o que de fato interessa: o conteúdo da matéria. Fico antecipadamente grato por qualquer eventual sugestão.


Por Maurizio Blondet (06/12/2007), no sítio Desinformazione

Trabalhos da escavação de granito na Seed Vault Doomsday

Na ilha gelada de Spitsbergen, arquipélago desolado de Svalbard (Mar de Barents, a mil quilômetros do Polo) está em andamento o febril acabamento do superbanco de sementes, destinado a conter as sementes de três milhões de variedades de plantas de todo o mundo.

Um "banco" esculpido em granito, ladeado por duas portas à prova de bomba com sensores, detectores de movimento, saídas de ar especiais, paredes de concreto armado de um metro de espessura.

A fortificação está localizada no pequeno aglomerado de Longyearbyen, onde cada forasteiro que chega é imediatamente percebido; de resto, a ilha é quase deserta.

Servirá, diz o governo norueguês, proprietário do arquipélago, para "preservar a biodiversidade agrícola para o futuro".

Para a publicidade, é o empreendimento "a arca do Apocalipse”.

O fato é que o principal patrocinador desta arca da semente é a Fundação Rockefeller, em conjunto com a Monsanto e a Syngenta (os dois gigantes do geneticamente modificado), a Pioneer Hi-Bred que estuda OGM [organismos geneticamente modificados = transgênicos] para a empresa química multinacional DuPont; grupo interessante ao qual juntou-se recentemente Bill Gates, o homem mais rico da história do mundo, através de sua fundação de caridade Bill & Melinda Gates Foundation.

Esta dá ao projeto US $ 30 milhões por ano.

É o que nos informa o excelente William Engdahl, que raciocina assim: aquelas pessoas não jogam dinheiro em pura utopia humanitária.

Qual o futuro é esperado para se criar um banco de sementes desse tipo?

Há pelo menos mil bancos de sementes pelas universidades de todo o mundo: que futuro eles vão ter?

A Fundação Rockefeller, nos lembra Engdahl, é a mesma que nos anos 70 financiou com US $ 100 milhões na época a primeira ideia de "revolução genética na agricultura".

Foi um grande trabalho que começou com a criação do Conselho de Desenvolvimento da Agricultura (emanação da Fundação Rockefeller) e depois do Instituto Internacional de Pesquisa do Arroz (IRRI), nas Filipinas (que contou com a presença da Fundação Ford).

Em 1991, este centro de estudos sobre o arroz é conjugado com o mexicano (mas sempre dos Rockefeller) International Maize and Wheat Improvement Center (Centro Internacional de Melhoramento de Milho e Trigo), em seguida, com um centro semelhante para Agricultura Tropical (IITA sede na Nigéria, dólares de Rockefeller).

Estes acabaram formando o CGIAR, Grupo Consultivo sobre Pesquisa Internacional em Agricultura (Consultive Group on International Agriculture Research).

Em várias reuniões internacionais de especialistas e políticos realizadas no centro de conferências da Fundação Rockefeller em Bellagio, o CGIAR providenciou para atrair para seu jogo a FAO (agência da ONU para alimentação e agricultura), o Banco Mundial (então dirigido por Robert McNamara ) e o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas.

O CGIAR convidou, hospedou e ensinou gerações de cientistas agrícolas, especialmente no Terceiro Mundo, sobre as maravilhas do moderno agronegócio e da indústria nascente de sementes geneticamente modificadas.

Estes levaram a palavra para seus países, criando uma rede de influência extraordinária para a penetração do agronegócio Monsanto.

"Com um efeito de alavanca prudente dos recursos inicialmente investidos", escreve Engdahl,"na década de 70, a Fundação Rockefeller colocou-se na posição de moldar a política agrícola mundial. E, de fato, plasmou-a".

Tudo em nome do cientificismo humanitário ("a fome no mundo") e de uma nova agricultura adaptada ao mercado livre global.

O projeto de escavação do Banco de Sementes

A genética é uma velha fixação dos Rockefeller: ao final dos anos 1930, quando se chamava "eugenia", e foi muito estudada em laboratórios alemães como pesquisa sobre a pureza racial.

A Fundação Rockefeller financiou generosamente aqueles cientistas, muitos dos quais, após a queda de Hitler, foram trazidos para os EUA, onde continuaram a estudar e experimentar.

O mapeamento do gene, a sequência do genoma humano, a engenharia genética da qual Pannella e seus coristas esperam curas surpreendentes para os males humanos – em conjunto com os OGM patenteados pela Monsanto, Syngenta e outras gigantes – são os resultados dessas pesquisas e experiências.

Em 1946, por outro lado, Nelson Rockefeller lançou a palavra de ordem da propagandística "Revolução Verde" do México, uma viagem em que o acompanhou Henry Wallace, que tinha sido ministro da Agricultura no governo de Roosevelt, e se preparava para estabelecer a já referida Pioneer Hi-Bred Seed Company.

Norman Borlaug, o cientista agrícola aclamado pai da Revolução Verde, com um Prêmio Nobel da Paz, trabalhava para os Rockefeller.

O objetivo proclamado: superar a fome no mundo, na Índia, no México.

Mas Rockefeller gasta realmente dinheiro para o sofrimento da humanidade?

A chave está na frase que Henry Kissinger pronunciou na década de 1970, quando nascia o CGIAR: "Quem controla o petróleo controla o país, quem controla alimentos controla a população".

O Petróleo, os Rockefeller já controlavam com a Standard Oil, líder do cartel mundial de petróleo.

Hoje sabemos que a Revolução Verde foi o sinônimo publicitário para os OGM, e o seu verdadeiro êxito tem sido o de soterrar a produção da agricultura familiar e submetendo os agricultores, especialmente no Terceiro Mundo, aos interesses de três ou quatro gigantes do agronegócio euro-americano.

Na prática, isso foi feito através da recomendação e difusão de novo “híbrido-milagre" que dava colheitas “fabulosas”, preparada nos laboratórios de gigantes multinacionais.

As sementes híbridas têm um caráter comercialmente interessante para o negócio: não se reproduzem ou se reproduzem pouco, forçando os agricultores a comprar novas sementes a cada ano, em vez de usar (como o fez por milhares de anos) parte de sua colheita para o replantio.

Essas sementes foram patenteadas, e custam muito.

Eles são praticamente um monopólio da Dekalb (Monsanto) e Pioneer Hi-Bred (DuPont), as mesmas empresas na vanguarda dos OGM.

As relativas autossuficiência e sustentabilidade da autoalimentação da agricultura tradicional estavam acabadas.

Às sementes híbridas seguiram as "necessárias" tecnologias agrícolas americanas com alto investimento de capital, os indispensáveis fertilizantes químicos Monsanto e DuPont, e com a chegada dos OGM, os absolutamente necessários pesticidas e herbicidas estudadas e recomendadas para aquela semente OGM específica.

Tudo patenteado, tudo caro.

Os camponeses que haviam cultivado durante séculos para seu próprio consumo e do mercado local, pouco importando e pouco exportando, não têm tanto dinheiro.

Aqui está a solução pronta: lançar-se na agricultura "orientada para os mercados globais", a produção de produtos não para o consumo, mas para a venda, cash-crop, especificamente para fazer o caixa (levantar dinheiro).

Adeus autossuficiência e autoconsumo, adeus à proibição de importações desnecessárias.

Os agricultores podem vender ao exterior, sim, sob o controle de seis intermediários globais, gigantes e titãs como a Cargill, a Bunge y Born, a Louis Dreyfus...

O Banco Mundial de McNamara socorria, fornecia aos regimes subdesenvolvidos créditos para criar canais de irrigação modernos e represas; e o Chase Manhattan Bank, dos Rockefeller, oferecia-se – visto que os agricultores não produziam o suficiente para pagar suas dívidas, para comprar agrotóxicos, transgênicos e sementes híbridas patenteadas – para endividar os agricultores em regime privatista.

Mas isso é para os grandes agricultores com latifúndios.

Os pequenos agricultores, para as sementes-milagre, os herbicidas e os fertilizantes científicos, tiveram que pedir emprestado “no mercado", ou seja, com agiotas.

As taxas de juros sequestraram a colheita-milagre; para muitos, também devoraram a terra.

Os agricultores, especialmente na Índia, tiveram que trabalhar numa terra que não mais lhes pertencia para pagarem as dívidas.

A mesma revolução está ocorrendo na África.

Quilômetros de monoculturas de algodão geneticamente modificado, sementes estéreis para comprar a cada ano.

E o melhor ainda está por vir.

Desde 2007, a Monsanto, junto com o governo dos EUA, patenteou em todo o mundo a semente “Terminator”, ou seja, que comete suicídio após a colheita: uma descoberta que, sem escrúpulos, chamaram Tecnologia de Restrição de Uso Genético (“Genetic Use Restriction Technology”), ou seja, para reduzir a utilização de sementes não patenteadas.

A extensão de sementes geneticamente modificadas – ou seja, clones com características genéticas idênticas – é, obviamente, um perigo para a boca humana: uma doença destrói todos os clones, e é a fome.

Precisamos da biodiversidade, de que falam ambientalistas radicais e verdes.

E aqui começamos a perceber por que se está construindo a Arca de Noé de sementes em Svalbard: quando chegar o desastre, as sementes naturais deverão ser controladas pelo grupo do agronegócio, e por mais ninguém.

Os bancos de sementes, de acordo com a FAO, são 1400, na maior parte já nos Estados Unidos.

Os maiores são usados e de propriedade da Monsanto, Syngenta, Dow Chemical, DuPont, que derivam da mudança de marca genética.

Por que eles precisam de uma outra Arca de Noé em Svalbard, com portas blindadas e alarmes contra intrusos, escavada na rocha?

Os outros bancos estão na China, Japão, Coréia do Sul, Alemanha, Canadá, aparentemente nem todos sob o controle direto de grandes grupos.

A tecnologia “Terminator” pode sugerir um fantástico cenário de conspiração: uma doença até então desconhecida que infecta sementes naturais conservadas em bancos fora do controle dos Estados Unidos, obrigando-os a recorrer ao cofre de Svalbard, o único ileso.

É um pensamento que temos que correr para dissipar: quem pode ousar difamar benfeitores da faminta humanidade como Rockefeller, a Monsanto, Bil Gates, Syngenta?

Mas Engdahl recorda as palavras do professor Francis Boyle, o cientista que elaborou o primeiro esboço da lei norte-americana contra o terrorismo biológico (Biological Weapons Anti-Terrorism Act), aprovada pelo Congresso em 1989.

Francis Boyle argumenta que "o Pentágono está se preparando para lutar e vencer a guerra biológica", e que Bush emitiu duas diretivas para este fim, adotadas em 2002 "sem conhecimento do público".

Para Boyle, no biênio 2002-2004, o governo dos EUA já gastou 14,5 bilhões dólares para pesquisas sobre a guerra biológica.

O Instituto Nacional de Saúde (órgão do governo) concedeu 497 bolsas de estudo para a pesquisa sobre germes infecciosos com possibilidades militares.

O bioengenharia é, obviamente, a principal ferramenta nesta pesquisa.

Jonathan King, professor no MIT, sustenta que "os programas bioterroristas representam um perigo crescente para a nossa própria população, esses programas são invariavelmente descritos como ‘defensivos’, mas em matéria de armamento biológico, defensivo e ofensivo igualam-se".

Outras possibilidades estão presentes no ar, e Engdahl lembra algumas delas.

Em 2001, uma pequena empresa de engenharia genética da Califórnia, a Epicyte, anunciou que desenvolveu um milho geneticamente modificado que contém um espermicida: machos alimentados com ele tornaram-se estéreis.

A Epicyte havia criado essa semente milagre com fundos do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), o ministério que compartilha com a Monsanto as patentes do Terminator, e naquele tempo, a empresa desenvolvia uma joint venture com a DuPont e a Syngenta.

Mesmo antes, nos anos 1990, a Organização Mundial da Saúde (WHO, ou seja, a ONU) lançou uma ampla campanha para vacinar contra o tétano mulheres das Filipinas, México e Nicarágua, entre 15 e 45 anos.

Por que só as mulheres?

Talvez por que os homens, em países pobres, estão isentos do tétano, e nunca vão se ferir com ferros sujos e enferrujados?

Essa foi a demanda do Comitê Pro Vida, a organização católica mexicana bem ciente das campanhas antinatalidade realizadas na América do Sul pelos Rockefeller.

Ele fez examinar a vacina fornecida gratuitamente e generosamente pela OMS para mulheres em idade fértil: e descobriu que ela continha gonadotrofina coriônica humana, um hormônio natural que, quando ativado pelo germe atenuado do tétano na vacina, estimulava anticorpos especiais que tornava as mulheres incapazes de levar a gravidez a termo.

Na verdade, um abortivo.

Descobriu-se que esta vacina milagre foi o resultado de 20 anos de pesquisa financiada pela Fundação Rockefeller, pelo Population Council (dos Rockefeller), pelo CGIAR (Rockefeller), o Instituto Nacional de Saúde (governo dos EUA)... e também a Noruega tinha contribuído com 41 milhões dólares para o a vacina antitétano-abortiva.

Por acaso, o mesmo estado que hoje participa da Arca de Noé e que a monitorará na sua Svalbard.

Isso traz de volta à mente de Engdahl (não para nós) a antiga fixação dos Rockefeller pela eugenia do Reich: a linha de pesquisa favorita era o que foi chamado de "eugenia negativa", e perseguiu a extinção sistemática das raças indesejadas e de sua composição genética.

Margaret Sanger, a feminista que fundou (com dinheiro dos Rockefeller), a Planned Parenthood International, a ONG mais comprometida com a promoção de contraceptivos no Terceiro Mundo, tinha ideias claras sobre o assunto, quando lançou um programa social em 1939, chamado "The Negro Project".

Como escreveu em uma carta a um amigo de confiança, o extrato do projeto era o seguinte: "Queremos eliminar a população negra".

Ah, perdão, desculpe-me: não se diz "negro", diz-se "preto", "Afroamericano".

É isso o que realmente importa, para os progressistas.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Os que pertencem às trevas ainda tentam em seu último suspiro provocar a discórdia...
(3mai2013)


SaLuSa 28.04.2013, reproduzido do sítio Sementes das Estrelas, grifos meus

Está provado que nenhuma tentativa de criar o caos absoluto será mais aceita pela consciência da massa que já está altamente desenvolvida e em sintonia com a luz.

Os que pertencem às trevas ainda tentam em seu último suspiro provocar a discórdia e a ira de nação contra nação, mas como podeis ver, sem muito sucesso. Vocês ainda podem esperar noticiários catastróficos, mas que não dizem absolutamente nada, a situação do seu mundo agora é completamente diferente do que vem sendo informado.

Queridos, nós temos vos alertado constantemente para o perigo de darem atenção a sua comunicação midiática, e temos também constantemente vos pedido que não entreis no jogo daqueles que sempre desejaram o controle da vossa espécie. É normal que sejais atraídos por noticiários, principalmente quando se trata de algo que põe em risco a "segurança nacional", mas sabeis bem, queridos, que a segurança do povo de fato não vem de nenhum membro externo, mas da sua capacidade interna de se conectar com as forças Superiores e de não darem atenção aos pensamentos de violência e medo, que naturalmente atrairiam tais realidades para o seu campo de visão física.

Bem amados, é chegada a hora de verem que os seus esforços em manter erguida a bandeira do amor valeu bastante a pena. Aqueles que há muito tempo desejavam a vossa ruína completa estão perdendo completamente as suas forças e como podeis ver, os ataques de falso alarde não são mais tão eficientes como foram tempos atrás (por exemplo o 11 de setembro) - até mesmo várias pessoas que estiveram envolvidas cegamente em tantas obras dos que pertencem às trevas já tem a consciência de o que prejudicou as suas vidas não veio do lado que sempre imaginaram, mas de um outro lado que sempre quis mantê-los nas correntes do desespero e da dor. O 11 de setembro foi mais um desses ataques sem precedentes, mas pouco a pouco vos tem sido mostrado que não passou de mais uma armação, um ataque de falso alarde que acabou por ceifar muitas vidas.

Muitas das almas que chegaram ao Nirvana naquele dia trabalham hoje para trazer a verdade a todos. Algumas delas tiveram a autorização de reencarnar naquele mesmo ano para, no seu devido tempo, trabalharem trazendo a verdade. A Lei Universal é imensamente justa. Alguns daqueles que foram os “maestros” dos grandes ataques receberam naquele mesmo ano no seu meio familiar algumas das almas que meses antes haviam tido as suas encarnações interrompidas.

Não pensem que essas almas reencarnaram para cobrar dos seus algozes pelos atos cometidos, elas estão entre eles para dar um exemplo de amor e compreensão. Por incrível que possa parecer a muitos, algumas dessas crianças já reencarnadas no meio da elite que orquestrou tais ataques, conseguiram em meio a alguns comentários dentro de suas famílias, expressar claramente: “Eu estive ali...”

Sim nós sabemos que certas coisas ainda para vocês “são de arrepiar...”

Bem amados, é o momento de estarem em paz, de elevarem ainda mais as suas vibrações, momento de pedirem a Deus por todos os que fizeram parte de todas as suas tristezas. É sabido que Deus não condena eternamente tais almas, mas dá a elas sempre a oportunidade de recuperação mediante as suas falhas.

Nós, da Federação Galáctica da Luz estamos atentos com algumas reações de alguns membros chave da elite da cabala que nos garantiram que deixariam o caminho livre desde que nós não expuséssemos a sua face ao povo. É certo que nós nunca levaríamos ao constrangimento nenhuma alma, mas a Lei que rege a Terra chega a ser muito mais dura e não costuma deixar passar certas atrocidades cometidas. Queridos, permaneceis em paz, e como mencionamos outras vezes, é hora de não se alarmarem com os acontecimentos vindouros... É hora de manterem a sua paz e enviarem o seu amor às almas que pouco a pouco vão deixar o poder, elas tiveram o seu tempo na Terra e, infelizmente, muitas delas usaram para os seus próprios interesses a autoridade nelas depositadas.

Amados trabalhadores da luz, reflitam, queridos, asserenem os ânimos, estais iniciando um novo ciclo e nesse ciclo o amor e a paz prevalecerão. Os conceitos de justiça serão amplamente alargados e a verdade estará em toda parte. Ninguém será punido por algo que não tenha cometido, nenhuma alma será encarcerada para sempre ou irá para o corredor da morte, porque as leis serão baseadas no amor e na verdade. Os seres que no momento atual se encontram em cárceres devido a suas ações e também os que se encontram a beira da morte no temível corredor receberão de Deus a oportunidade de reaverem os seus atos e uma luz maravilhosa irá tomar conta dos seus corações trazendo-os a consciência do amor e fazendo-os perceber que as ações que cometeram estavam fora do padrão do novo mundo. Muitos desses seres aceitarão a nova condição de amor, ao contrário de outros que desejarão continuar experimentando um ambiente de violência e medo. Estes serão respeitados como qualquer outro, mas terão de considerar que o tempo deles na Terra terminou.

No que se refere a saúde, os responsáveis por manter tudo de melhor para a saúde dos povos serão seres altamente desenvolvidos, esses seres já estão encarnados no meio de vocês e partirá deles o início da reformulação desse ponto tão importante. Essas almas terão domínio dos elementos, usarão técnicas altamente desenvolvidas e estarão sendo assistidas diretamente pelos Arcturianos e outros seres com especialidades de cura da Federação Galáctica.  A cura pela cor, som, e até mesmo o ar serão a base desse novo sistema de saúde. Sim, queridos, o ar será renovado e as impurezas que ainda restam nele serão removidas graças ao trabalho de todos que de mãos dadas elevarão a Mãe Terra ao seu estado de beleza e pureza naturais, como no passado.

Há muita informação a ser passada ainda, queridos, esse é o começo do seu regresso à saúde perfeita, à plenitude, esse é o seu regresso ao seu estado de ser em perfeita comunhão com a Fonte suprema.

Lembrem-se que ainda resta muito a ser feito, mas o dominó que desencadeará todo esse efeito está prestes a cair, e como mencionamos, ele pode cair em qualquer parte, até mesmo onde muitos sequer poderiam imaginar.

Em breve uma movimentação na capital dos EUA irá causar algum espanto para algumas pessoas que ainda dormem, e até mesmo para os que já se encontram acordados será um grande chacoalhar, mas, lembramos-vos sempre, a serenidade, a paz inerente aos seus espíritos nunca, jamais poderá ser abalada, independentemente de qualquer coisa.

Eu Sou SaLuSa de Sírius e gostaríamos de falar que o anuncio que tanto esperamos poderá sair formalmente em um piscar de olhos. Não resta mais dúvidas da nossa presença, com o passar do tempo estamos tendo a permissão de voar baixo, mas ainda não como pretendemos de fato. Queridos, estamos tão felizes, tão maravilhados de como tudo isso levou-vos para um estágio de evolução maravilhoso, sois as estrelas desse grande espetáculo e nós os espectadores que vos aplaudimos neste momento da vossa Ascensão.

Estejam em paz,

Estejam na luz.

A lenta conquista da transparência financeira
(3mai2013)


Por Ladislau Dowbor, reproduzido do sítio Outras Palavras (grifos meus)

Apoiados na internet, estudos inovadores começam a desvendar mundo proibido do poder econômico. No futuro, rede poderá torná-lo dispensável

Em maio de 2012, entrou em vigor uma lei de suma importância, a Lei da Transparência. Agora, todo cidadão tem direito de acessar as contas de qualquer repartição federal, estadual ou municipal. É um grande avanço. Com toda a teatralidade da perseguição a atos de corrupção, o que funciona mesmo não é enfileirar anos de investigação, e sim simplesmente acender a luz. Ou seja, tornar os atos transparentes.

Saber o que acontece com o dinheiro público é um grande avanço, e os efeitos se farão sentir à medida que diversos atores sociais e a cidadania em geral se acostumem a utilizar o instrumento legal agora em suas mãos. Em termos de apresentação de dados, a mudança também é substantiva: o cidadão tinha certo controle sobre os resultados, podia ver com os seus olhos se as escolas foram construídas ou não, mas agora vai poder controlar os processos. Em termos de organização de indicadores e da informação econômica em geral, as pessoas estão começando a querer saber como os resultados são atingidos.

Não basta ter informações sobre o dinheiro público, é igualmente importante saber o que acontece com o dinheiro do público. Ou seja, além de saber que serviço nos presta uma empresa, precisamos também saber, cada vez mais, como e a que custo foi prestado, ou seja, conhecer o processo. A busca da transparência na divulgação de informações comerciais e financeiras está apenas começando no setor privado. E, tratando-se de dinheiro do público, nada melhor do que começar pelo setor de intermediação financeira.

Pouco percebidos pela população em geral, há avanços muito significativos, resultado indireto da crise. O descontrole das transações dos grandes bancos tornou-se evidente, propiciando a elaboração de estudos sobre as dinâmicas financeiras e iniciativas de saneamento. Inclusive porque o setor produtivo exige serviços muito mais eficientes.

O primeiro grande estudo que surge, o do Instituto Federal Suíço de Pesquisa Tecnológica (ETH, na sigla alemã), apresentou dados impressionantes: ao analisar o sistema de controle nas 43 mil maiores corporações do mundo, constatou que 737 grupos controlam 80% do universo corporativo e, destes, um núcleo particularmente fechado de 147 controla 40%. Três quartos dessas corporações são da área financeira. O estudo conclui que, com esse grau de concentração, falar em “mercado” no sentido de concorrência faz pouco sentido. Confirma o conceito de “clube dos ricos”. Não precisa inventar teorias conspirativas para entender que um grupo tão pequeno e com interesses convergentes “faz” o mercado e cria, pela força política que representa, as suas regras, entre as quais, evidentemente, a redução da transparência.

Um segundo estudo importante foi coordenado por James Henry, ex-economista-chefe da McKinsey, no quadro da Tax Justice Network. Cruzando dados de fluxos registrados ou parcialmente registrados nas diversas fontes, bancos centrais, bancos privados, administradores de grandes fortunas e outros, o estudo identificou as ordens de grandeza do dinheiro em paraísos fiscais, portanto fruto de evasão fiscal, de lavagem de dinheiro de drogas, venda ilegal de armas, corrupção e semelhantes. O resultado da pesquisa aponta para dinheiro ilegal acumulado entre US$ 21 trilhões e US$ 32 trilhões, ou seja, entre um quarto e um terço do PIB mundial. A participação brasileira é estimada em US$ 520 bilhões, cerca de um quarto do PIB do país. No seu número de 15 de fevereiro de 2013, a revista The Economist publica um dossiê sobre esses recursos, adotando a cifra de US$ 20 trilhões como estimativa mais provável. E expande a pesquisa de James Henry, apontando para os principais paraísos fiscais: não são as Ilhas Cayman e semelhantes, mas o Estado de Delaware e a praça de Miami, nos Estados Unidos, e a praça financeira de Londres. E a gestão está nas mãos dos grandes bancos internacionais, basicamente os mesmos analisados pelo estudo do Instituto Federal Suíço.

Juntam-se a isso, naturalmente, a manipulação do Libor e do Euribor pelos mesmos grupos financeiros, os processos contra o HSBC por lavagem de dinheiro de drogas, as pressões de vários governos no sentido de resgatar informações sobre o dinheiro ilegal, os processos movidos contra usuários do sistema de evasão, como Google, Facebook e Starbuck na Europa, e assim por diante.

Basicamente, e apesar da enorme resistência do grupo de 28 instituições financeiras que The Economist apresenta como sendo “sistemicamente relevantes”, estão sendo geradas obrigações de apresentação de contas (disclosure) e outras medidas por meio da proposta de lei Dodd-Frank, nos Estados Unidos, indo até o outro extremo de nacionalização dos bancos na Islândia, e medidas intermediárias, como no caso da Grã-Bretanha e da União Europeia. Chipre, cansado de ser um país pobre que abriga grandes fortunas, em particular da Rússia, criou uma taxa sobre depósitos, forma de atingir o dinheiro fugitivo.

No Brasil, constatamos as progressivas iniciativas por parte do governo, utilizando os bancos oficiais para forçar a redução de juros, e iniciativas interessantes como do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e do Instituto Akatu, este último publicando cartilhas que ensinam os usuários de bancos a se proteger, cartilhas elaboradas juntamente com as áreas de responsabilidade social dos próprios bancos. Mas temos um imenso caminho por trilhar. É difícil entender por que os americanos pagam 16% no cartão de crédito e os brasileiros 238%. Estamos dando os primeiros passos.

Outras práticas estão aparecendo no que Milton Santos chamava de “circuito inferior” da economia. Pequenas iniciativas que se multiplicam tornam-se significativas. A pesquisa de alternativas de intermediação financeira Banco Palmas 15 anos, por parte do Núcleo de Economia Solidária da Universidade de São Paulo (Nesol-USP),  mostra como o dinheiro pode ser administrado em função das necessidades dos próprios poupadores. No Brasil, já são 103 bancos comunitários, há Oscips de intermediação financeira, como em Criciúma (SC), Agências de Garantia de Crédito, como em Caxias do Sul (RS), e semelhantes. O dinheiro tem pezinhos ágeis e, ao surgirem alternativas, poderá migrar. É útil lembrar que a Alemanha resiste melhor à crise não só porque tem maior força industrial, mas porque os dois terços da totalidade das poupanças das famílias, o que é muito dinheiro, estão não em grandes bancos, mas nas tradicionais caixas de poupança locais, financiando os pequenos projetos e necessidades econômicas da própria localidade. Boa prática, na área da intermediação financeira, exige hoje a flexibilidade de se adaptar às necessidades reais dos clientes.


* Ladislau Dowbor é economista e professor titular no Departamento de Pós-Graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Seus textos publicados em Outras Palavras estão aqui.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Portal 2012 - "O Evento"
(2mai2013)


Reproduzido do sítio Sementes das Estrelas, postagem de 26 de fevereiro de 2013

Quem é Cobra?

COBRA é um codinome para Compression Breakthrough (Rompimento por Compressão). A superfície do planeta Terra está sendo prensada em um sanduíche. Os Membros da Confederação Galáctica estão avançando dos céus, de cima para baixo em direção à superfície do planeta. E os Membros da Resistência se movendo e avançando do subterrâneo em direção à superfície do planeta.

A superfície está subjacente à pressão da luz, e as forças da escuridão, da Cabala, não têm mais nenhum lugar para se esconder. Eles não podem escapar via buracos de minhoca, portões estelares ou camarás de teleportação para o espaço. Eles não podem usar veículos espaciais de qualquer oficialidade ou programas espaciais secretos. Eles não podem cavar buracos ou bunkers nas profundezas do subterrâneo e se esconderem lá. Eles nem mesmo podem se esconder nos planos astrais inferiores.


O processo de compressão que esta em andamento quer dizer que a Luz vai expor tudo que esta escondido, coletivamente e individualmente. Assim que a luz de cima se encontrar com a luz de baixo exatamente na superfície do planeta, este será o momento da Compressão. Esse acontecimento é chamado de O Evento. O evento inclui, porém não se restringe apenas a prisão em massa da Cabala. Preferencialmente, é um gatilho/evento multidimensional que dará início ao processo de entrada da tão aguardada Era Dourada. Com a escuridão removida, a humanidade terá a chance de cocriar o seu próprio futuro.


Quem é Cobra?

Cobra é um codinome para o escritor do blog Portal 2012. A identidade de Cobra precisa ser mantida sob o véu por enquanto por várias razões. Cobra não está associado com os militares ou Drake,  embora ele/ela reconheça Drake como o mensageiro mais confiável para o Plano. Cobra pode ou não ser parte do movimento da resistência.

O que é importante é a mensagem e não o mensageiro. A mente humana geralmente associa a mensagem dada com características que eles reconhecem sendo do mensageiro. E isso tende a esconder a objetividade.

Ao longo com as postagens do Movimento da Resistência e outras fontes avançadas, Cobra poderá ocasionalmente postar aqui neste Blog algumas mensagens de Benjamin, David, Drake ou qualquer outro mensageiro credível. Nós estamos todos unidos nessa luta pela vitória da luz!

Fonte: Portal 2012
Tradução: Gabryel Leão Caldas