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Geólogo e professor aposentado, trabalho este espaço como se participasse da confecção de um imenso tapete persa. Cada blogueiro e cada sitiante vai fazendo o seu pedaço. A minha parte vai contando de mim e de como vejo as coisas. Quando me afasto para ver em perspectiva, aprendo mais de mim, com todas as partes juntas. Cada detalhe é parte de um todo que se reconstitui e se metamorfoseia a cada momento do fazer. Ver, rever, refletir, fazer, pensar, mudar, fazer diferente... Não necessariamente melhor, mas diferente, para refazer e rever e refletir e... Ninguém sabe para onde isso leva, mas sei que não estou parado e que não tenho medo de colaborar com umas quadrículas na tecedura desse multifacetado tapete de incontáveis parceiros tapeceiros mundo afora.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Especuladores devem ser julgados pela fome, diz Ziegler
(23mai2013)

Por José Coutinho Júnior
Da Página do MST


O sociólogo suíço Jean Ziegler, ex-relator especial para o Direito à Alimentação da Nações Unidas (ONU), denunciou que a fome é um dos principais problemas da humanidade, em um debate nesta segunda-feira (13/5) em São Paulo.

“O direito à alimentação é o direito fundamental mais brutalmente violado. A fome é o que mais mata no planeta. A cada ano, 70 milhões de pessoas morrem. Destas, 18 milhões morrem de fome. A cada 5 segundos, uma criança no mundo morre de fome”, disse Ziegler.

Na década de 1950, 60 milhões de pessoas passavam fome. Atualmente, mais de um bilhão. “O planeta nas condições atuais poderia alimentar 12 bilhões de pessoas, de acordo com estudo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Não há escassez de alimentos. O problema da fome é o acesso à alimentação. Portanto, quando uma criança morre de fome ela é assassinada”.

Ziegler afirma que é a primeira vez que a humanidade tem condições efetivas de atender às necessidades básicas de todos. Depois do fim da Guerra Fria, mais especificamente em 1991, a produção capitalista aumentou muito, chegando a dobrar em 2002. Ao mesmo tempo, essa produção seguiu um processo de monopolização das riquezas. Hoje, 52,8% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial está nas mãos de empresas multinacionais.

A concentração da riqueza nas mãos de algumas empresas faz com que os capitalistas  tenham uma grande força política. “O poder político dessas empresas foge ao controle social. 85% dos alimentos de base negociados no mundo são controlados por 10 empresas. Elas decidem cada dia quem vai morrer de fome e quem vai comer”, diz Ziegler.

O sociólogo relatou que essas empresas seguem blindadas pela tese neoliberal de que o mercado não deve ser regulado pelo Estado.

“Na Guatemala, 63% da terra está concentrada em 1,6% dos produtores. A primeira reivindicação que fiz, após a missão, foi a realização da Reforma Agrária no país. Fui rechaçado, pois uma intervenção no mercado não é possível. Não havia sequer um cadastro de terras lá: quando os latifundiários querem aumentar suas terras, mandam pistoleiros atacar a população maia que vive ao redor”.


Especulação

A especulação financeira dos alimentos nas bolsas de valores é um dos principais fatores para o crescimento dos preços da cesta básica nos últimos dois anos, dificultando o acesso aos alimentos e causando a fome. De acordo com o Banco Mundial, 1,2 bilhão de pessoas encontram-se em extrema pobreza hoje, vivendo com menos de um dólar por dia.

“Quando o preço do alimento explode, essas pessoas não podem comprar. Apesar da especulação ser algo legal, permitido pela lei, isso é um crime. Os especuladores deveriam ser julgados num tribunal internacional por crime contra a humanidade”, denuncia Ziegler.

A política de agrocombustíveis, que, além de utilizar terras que poderiam produzir comida, transforma alimentos em combustível, é mais um agravante. “É inadmissível usar terras para fazer combustível em vez de alimentos em um mundo onde a cada cinco segundo uma pessoa morre de fome”.


Política da fome

Ziegler afirma que não se pode naturalizar a fome, que é uma produção humana, criada pela sociedade desigual no capitalismo. Prova disso são as diversas políticas agrícolas praticadas tanto por empresas e subsidiadas por instituições nacionais e internacionais.

O dumping agrícola consiste em subsidiar alimentos importados em detrimento dos alimentos produzidos internamente. De acordo com Ziegler, os mercados africanos podem comprar alimentos vindos da Europa a 1/3 do preço dos produtos africanos. Os camponeses africanos, dessa forma, não conseguem produzir para se sustentar.

Ziegler denunciou o “roubo de terras”, que é o aluguel ou compra de terras em um país por fundos privados e bancos internacionais, que ocorreu com mais de 202 mil hectares de áreas férteis na África, com crédito do Banco Mundial e de instituições financeiras da África.

Os camponeses, por conta desse processo, são expulsos das terras para favelas. Esse processo tem se intensificado uma vez que os preços dos alimentos aumentam com a especulação imobiliária.

O Banco Mundial justifica o roubo de terras com o argumento de que a produtividade do camponês africano é baixa até mesmo em um ano normal, com poucos problemas (o que raramente acontece).

Um hectare gera no máximo 600 kg por ano, enquanto que na Inglaterra ou Canadá, um hectare gera uma tonelada. Para o Banco Mundial, é mais razoável dar essa terra a uma multinacional capaz de investir capital e tecnologia e tirar o camponês de lá.

“Essa não é a solução. É preciso dar os meios de produção ao camponês africano. A irrigação é pouca, não há adubo animal ou mineral nem crédito agrícola, e a dívida externa dos países impedem que eles invistam na agricultura”, defende Ziegler.


Soluções

Segundo Ziegler, a única forma de mudar as políticas que perpetuam a fome é por meio da mobilização e pressão popular.

“Temos que pressionar deputados e políticos para mudar a lei, impedindo que a especulação de alimentos continue. Devemos exigir dos ministros de finanças na assembleia do Fundo Monetário Internacional que votem pelo fim das dívidas externas. Temos que nos mobilizar para impedir o uso de agrocombustíveis e acabar com o dumping agrícola”.

Ziegler afirma que a luta contra a fome é urgente, pois quem se encontra nessas condições não pode esperar. “Essa mobilização coletiva pode pressionar democraticamente e massivamente, por medidas que acabem com a fome. A consciência solidária deve movimentar a sociedade civil. A única coisa que nos separa das vítimas da fome é que elas tiveram o azar de nascer onde se passa fome”.

O ex-relator especial para o Direito à Alimentação da Nações Unidas (ONU) veio ao Brasil lançar o livro "Destruição em Massa - Geopolítica da Fome" (Editora Cortez) e participar da 6ª edição do Seminário Anual de Serviço Social, que aconteceu no Teatro da Universidade Católica (TUCA).

(Foto: Rafael Stedile)

A verdade será revelada - Parte 1
(23mai2013)

Em minha viagem recente ao interior de São Paulo, comentei com diversas pessoas algo sobre leituras e sobre eventos que vêm ocorrendo no mundo relativamente a novos tempos que virão para a Terra. O encontro ocorrido no Clube de Imprensa de Washington, tratando da questão dos contatos com extraterrestres - com testemunhos de inúmeros oficiais militares agora aposentados, tanto dos Estados Unidos como de outros países, do ex-ministro da Defesa do Canadá, entre outros - torna palpável, tangível, o tema da Nova Terra, bastante tratado em diversos sítios de cunho espiritualista. A rigor, não se pode separar a questão de uma nova maneira de convivência pacífica e respeitosa entre os seres humanos do aspecto espiritual, pois se uma nova relação baseada no Amor Incondicional pode ser implementada no planeta, esta estará baseada nos ensinamentos de grandes mestres da espiritualidade que passaram pelo nosso mundo, dentre os quais destaca-se o que conhecemos por Jesus. Sua mensagem foi sempre a de Amor, a despeito de as religiões terem utilizado intencionalmente tais ensinamentos agregados a dogmas e a atitudes que muito se distanciam daquilo que verdadeiramente foi deixado para nós.

O que me impressionou foi a receptividade de meus interlocutores para com o tema. Parece-me que muitas pessoas, dos mais diversos meios culturais e de formações bastante diferentes, estão sequiosas e expressando algo como "até que enfim"! Outras, inclusive, afirmaram estarem sentindo o clima de mudança de maneiras que não sabem explicar. Essa receptividade animou-me a postar mais coisas relativas aos eventos do nascimento da Nova Terra.

Meus amigos cientistas poderão fazer chacota do que aqui exponho, mas bem no fundo do meu coração sinto que é chegada a hora de mudanças. Nosso planeta vive uma "fadiga de material", fruto da utilização em larguíssima escala de métodos de dominação e subjugação da população para a satisfação dos interesses de muito poucos. Acredito que todos nós SOMOS e EXISTIMOS em dimensões muito superiores àquelas a que fomos induzidos a acreditar. Nossa percepção da UNIDADE nos permitirá reaver o poder sobre os destinos do planeta, longe do individualismo e do medo continuamente instilados em nossas consciências por séculos.

Nesse sentido, pode-se, inclusive, questionar o Deus do Velho Testamento - textos produzidos por homens em um dado tempo - quando lemos que esse mesmo Deus, ao ver que os homens eram uma UNIDADE e construíam a Torre de Babel, disse "Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que um não entenda a língua do outro". A quem ele disse isso? Por que razão veio implantar a cizânia, a separação? Sobre isso publiquei um interessante texto de Inelia Benz sobre o rompimento da unidade.

Mais à frente poderei voltar a tratar desses temas. Por enquanto, segue o texto de Steve Beckow que tem o título desta postagem e que traduzi hoje:



Por Steve Beckow, no sítio Golden Age of Gaia, em 18 de maio de 2013

De acordo com Saul, a humanidade "chegou ao ponto no processo [de Ascensão] no qual vocês tinham anteriormente decidido permitir uma aceleração enorme para ocorrer na taxa em que vocês acumulam conhecimento". (1)

Este desenvolvimento levará não somente a uma "multiplicação, ampliando o fluxo de informações entre os diversos campos do conhecimento, o que acelera ainda mais o acúmulo de conhecimento" (2), mas também vai levar a muitas revelações da verdade reprimida. É este último aspecto dos tempos que eu gostaria de olhar aqui.

"Como a Luz continua a acelerar no planeta," disse-nos St. Germaine através de Valerie Donner, "já não serão os poucos seletos capazes de conter a verdade." (3) Ashtar por James McConnell sugeriu que as mentiras cairiam como dominós.

"Muitas verdades serão reveladas e muitos desses efeitos de dominó que foram falados vão ocorrer a partir de agora. E conforme estes dominós começam a cair vocês começarão a ser iluminados de muitas maneiras que vocês não tinham sequer imaginado ainda. E a cada vez que os dominós caem, outra verdade virá à tona. " (4)

Aparentemente, de acordo com o Conselho Superior das Plêiades por Wes Annac, "as verdades que foram dadas através de diversos canais têm sido apenas uma pequena fração das verdades gerais que vocês vão receber." (5)

"As verdades chocantes que virão adiante", Matthew Ward nos adverte, "causarão agitação considerável." (6)

Jesus através de John Smallman nos pede para "não sermos desencorajados pelas notícias negativas - de guerras, de desonestidade de políticos e da economia, do descaso das empresas com o meio ambiente, e da corrupção em geral."

"Tudo isso tem de ser revelado publicamente para ajudar as pessoas a compreenderem a razão pela qual grandes mudanças na maneira como vocês vivem na Terra são essenciais para o bem-estar geral.

"Está no fim o tempo para a demissão voluntária dos melhores interesses da humanidade, por aqueles que tomaram para si mesmos o direito e o poder de fazer e efetuar políticas e práticas cuja intenção escandalosa está escondida da vista do público." (7)

SaLuSa concorda que "é necessário que vocês saibam como vocês foram enganados, e vocês não têm razão para se sentir culpados por isso porque as trevas têm exercido grande poder no passado. Vai-se voltar a um tempo muito longo antes de as energias negativas serem pela primeira vez atraídas para a Terra." (8)

O Conselho Pleiadiano dos Nove através de Wes concorda com ele: "A extensão das mentiras e véus que foram estabelecidos e mantidos alimentados no seu mundo vai muito mais longe do que vocês, queridas almas, poderiam imaginar no presente." (9)

No entanto, a cabala ainda não se foi completamente e por isso ainda precisamos ser cuidadosos sobre quais notícias aceitarmos, adverte-nos o Conselho Pleiadiano dos Nove.

"Nós pedimos que vocês, queridas almas, sejam mais criteriosos com qualquer notícia alternativa ou até mesmo espiritual que você leia, pois os demais segmentos das cabalas tentaram infiltrar-se nos movimentos da verdade que ocorrem no presente e embaralhar as notícias que saem de certos sites de notícias alternativas dentro de histórias que se encaixam à sua própria agenda e nas quais eles gostariam que a humanidade acreditasse." (10)

Nós Trabalhadores da Luz temos um papel importante a desempenhar na divulgação da verdade. SaLuSa aconselha-nos:

"Coloquem-se livres das influências inferiores e lutem por suas crenças, porque, conforme a verdade vem à tona vocês podem ter que explicar sua postura. Contudo, não é necessário convencer os outros de que vocês carregam a verdade, ou convertê-los às suas ideias. Quando as pessoas estão prontas para isso, isso será reconhecido pelo que é, e muito do que ficou para a verdade está sendo agora revelado e isso vai fazer as pessoas reavaliarem suas crenças." (11)

Nas partes desta série que se seguem, vamos olhar para algumas das áreas importantes em que a verdade foi escondida e agora está prestes a ser revelada.

(continua na Parte 2)

Notas

(1) Saul, 15 de maio de 2013, at http://johnsmalmman.wordpress.com

(2) Loc. cit.

(3) “Valerie Donner: Straight from the Heart – St Germaine”, 18 de abril de 2013, em http://goldenageofgaia.com/2013/04/valerie-donner-straight-from-the-heart-st-germaine/.

(4) Ashtar em “Answers from the Masters: Ashtar and One Who Serves – The Dominos are About To Begin to Fall”, canalizado por James McConnell, 8 de março de 2013, em http://www.meetup.com/Ancient-Awakenings.

(5) The Pleiadian High Council canalizado por Wes Annac, 6 de julho de 2012, em http://aquariuschannelings.com/.

(6) Matthew’s Message, 4 de julho de 2012, em http://www.matthewbooks.com/mattsmessage.htm.

(7) Jesus canalizado por John Smallman, 18 de outubro de 2012, em http://johnsmallman2.wordpress.com

(8) SaLuSa, 27 de agosto de 2012, em http://www.treeofthegoldenlight.com/First_Contact/Channeled_Messages_by_Mike_Quinsey.htm

(9) “Wes Annac: The Pleiadian Council of Nine – Gaia’s Energetic Framework is Changing and Transforming”, canalizado por Wes Annac, 31 de dezembro de 2012, canalizado antes em 21 de dezembro de 2012, em http://aquariuschannelings.com/2012/12/21/the-ascended-masters-and-the-hathors-you-are-being-initiated-into-a-whole-new-paradigm-of-consciousness/.

(10) Loc. cit.

(11) SaLuSa, 27 de agosto de 2012.

Traduzido por Aquiles Lazzarotto + Google tradutor

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Pastora Lanna: “Fiz o que a igreja mandou para deixar de ser lésbica, não deu certo”
(6mai2013)


Do sítio Pragmatismo Político

Pastora que pregava cura gay revela: “Fiz tudo o que a igreja mandou fazer para deixar de ser lésbica, não deu certo”. Pastoras também criticam Malafaia e Feliciano: ‘infantis e desnecessariamente polêmicos’

Lanna sempre soube sua orientação sexual e aos 17 anos teve sua primeira experiência com uma mulher. No entanto, acreditava que sendo lésbica seria condenada ao inferno. Aos 21 anos se converteu à religião evangélica e deixou de lado uma companheira. Pouco depois se casou com um pastor, teve um filho, e a religião passou a ser parte principal de sua vida. Pelas igrejas do Brasil, ela pregava sobre a “cura” a que havia sido submetida e passou a ser vista como um exemplo a ser seguido – e uma prova viva de que seria possível superar a homossexualidade.

Em vídeos disponíveis no YouTube, é possível ver longos sermões da pastora pregando sobre a maldição e o pecado da homossexualidade. Igrejas lotadas de fiéis aclamaram suas palavras e acreditaram estar diante de uma pessoa “regenerada” e “trazida de volta ao caminho do bem”.

Em 2002, no entanto, a história mudou quando Lanna conheceu Rosania em uma igreja evangélica em Boston, nos Estados Unidos. Rosania, que morava na cidade, onde era dirigente de louvor de uma igreja frequentada por brasileiros, era casada com um pastor, com quem teve um filho. Muito conhecida na comunidade evangélica por cantar músicas gospel, iniciou uma grande amizade com Lanna, de quem sempre estava perto nos cultos: onde Lanna pregava, Rosania cantava. Da amizade ao amor bastaram seis meses e suas vidas foram viradas de cabeça para baixo. De celebridades evangélicas adoradas, Lanna e Rosania viraram párias na religião que ajudavam a espalhar.

Confira abaixo a entrevista que o Portal Virgula Lifestyle fez com as pastoras:

Como foi a sua conversão e o processo para se tornar uma ex-lésbica?

Lanna – Eu tinha 21 anos quando me converti à religião por achar que iria para o inferno por causa de minha orientação sexual. Eu usava drogas, era alcoólatra e quando me converti essa parte da minha vida deixou de existir. A religião funcionou como um processo de restauração na minha vida, mas a minha orientação sexual nunca foi alterada. Eu nunca vivenciei nenhum processo de cura, mesmo assim segui numa busca constante para deixar de ser lésbica.

“A única coisa que temos a dizer ao Feliciano é: “cresça”! Ele é uma pessoa narcisista e tudo o que ele faz é para ganhar holofotes”, afirmam as pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha (Foto: Gabriel Quintão / Vírgula)

Eu pensava: ‘Deus me libertou das drogas e do alcoolismo e não consegue me libertar da homossexualidade?’. Na igreja, a homoafetividade é apresentada ou como uma possessão demoníaca ou como uma doença. Eu tentava lidar com as duas coisas. ‘Se é uma doença, Deus vai ter que curar e se eu estiver possessa de algum espírito maligno, Deus vai ter que me libertar’. Tentei por sete anos.

A religião faz uma lavagem cerebral contra a homossexualidade?

Lanna – Hoje eu cheguei à conclusão de que a religião demoniza tudo o que ela não explica e não entende. A homossexualidade é uma questão muito cheia de ramificações e interpretações. A própria igreja não chega a um consenso sobre o que pensa a respeito. Enquanto tem uma parte que garante que é uma possessão demoníaca, outra parte tem certeza de que é uma doença. Por mais que no fundo a igreja saiba que a homossexualidade não é abominável, ela se recusa a corrigir um erro. É difícil voltar atrás e reconhecer que errou depois de milênios condenando os homossexuais. É mais fácil manter como está.

Você escondia sua verdadeira orientação sexual ou estava convicta de que havia sido realmente “curada”?

Lanna – Eu divulgava essa tal cura havia sete anos e pregava contra a homossexualidade. As pessoas me conheciam como “A missionária Lanna Holder, ex-lésbica”. Quando fui pra Boston, eu já estava conformada, achando que teria que viver minha vida toda escondendo minha verdadeira orientação sexual. Eu mentia, pois tinha certeza de que a minha orientação sexual era imutável, ao contrário do que eu fazia as pessoas acreditarem.

Fiz tudo o que a igreja mandou fazer para deixar de ser lésbica: quebra de maldição, cura interior, desligamento de alma, quebra de vínculo. Depois de tudo, minha orientação sexual não mudou e então cheguei à conclusão de que fazia parte da minha natureza. Esconder foi a minha única opção. Fiquei casada com um homem, não porque era o que eu queria, mas porque era o imposto para que eu não fosse para o inferno.

Como foi o momento em que você se viu diante da paixão por uma mulher após tantos anos garantindo ser ex-lésbica?

Lanna – Nos conhecemos e no começo nos tornamos grandes amigas. Tivemos uma associação total na religião e quando chamavam a Rosania para cantar, me chamavam para pregar. A vida nos uniu. Viajamos pelos Estados Unidos juntas e eu confidenciava a ela os problemas que tinha em meu casamento, pois como o “exemplo” que eu era, não podia contar para ninguém o que eu enfrentava. Não falava sobre minha orientação sexual, mas conversávamos sobre diversas questões. Quando me dei conta, tudo o que eu fazia era pensando na Rosania. Eu queria estar ao lado dela e percebi que aquilo que eu sentia não era apenas amizade. Eu chorei muito, orei muito e perguntava a Deus quando aquilo passaria. Minha paixão por ela começou a confrontar com tudo aquilo que eu dizia ser errado em minhas pregações.

Como você encarou a paixão pela Lanna já que nunca havia tido interesse em uma mulher antes?

Rosania – Eu percebi um sentimento diferente por ela e então conversamos e admitimos estar apaixonadas. Choramos muito, pedimos muito perdão a Deus e, como éramos casadas, nos sentíamos muito erradas, pois cometemos adultério. Nosso pecado na verdade não foi o nosso amor, mas sim o fato de sermos casadas e de adulterarmos por seis meses. Quando eu era criança, me sentia um pouco diferente das minhas amigas. Mas nunca tinha tido contato sexual com uma mulher até, de repente, me ver apaixonada pela Lanna. Nada foi planejado, deixei o barco me levar, tentei fugir, ficamos separadas, mas a vida nos uniu. Eu sempre digo que me apaixonei por um ser humano e não necessariamente por uma mulher.

Como foi a reação da igreja ao saber que vocês estavam juntas?

Rosania – Contamos aos nossos maridos e depois aos nossos líderes, que nos aconselharam a não contar nada a ninguém para preservar a imagem da igreja. Confiamos que tudo daria certo, eu pensei que voltaria para meu marido e que a Lanna seguiria a vida dela, já que estava decidida a se separar. Mas assim que viramos as costas, eles (os líderes) pegaram o telefone e começaram a ligar para toda a comunidade evangélica contando a novidade. Eu morei 20 anos nos Estados Unidos e convivi com pessoas na igreja a quem considerava parte de minha família. Quando tudo aconteceu, tudo mudou. Eu entrava no banheiro para passar um batom, e as mesmas pessoas que se diziam minhas amigas, saíam imediatamente. Se tivéssemos nos apaixonado por outros homens e cometido adultério do mesmo jeito, a reação teria sido completamente diferente. Passaríamos por um período de disciplina e nossos “amigos” continuariam por perto. Como me apaixonei por uma mulher, subi ao púlpito e pedi perdão por ser quem eu era, mas nunca mais consegui me encaixar na igreja. Me usavam para pregar sobre pecado e aquilo acabou se tornando um circo.

Muitos nos disseram que não tínhamos caráter por termos assumido nosso amor, mas para ter coragem de enfrentar tudo e todos, foi preciso muito caráter. Eu poderia ter ficado cantando e a Lanna pregando sem nunca ninguém imaginar que tínhamos algo. Muitas pessoas da igreja são hipócritas, pregam uma coisa e fazem outra. Tem gente casada que prega para multidões e sai para pegar as menininhas da cidade, tira a roupa na frente da câmera e coisas do gênero. São pessoas assim que nos massacram. Eu me sinto muito mais em paz com Deus sendo o que sou de verdade.

Lanna – Quando eu me converti, já comecei a pregar que eu era uma ex-lésbica e então me tornei uma referência da cura. Na minha época eu era um Silas Malafaia falando que homossexualidade era coisa do demônio, que os gays iam para o inferno. É interessante perceber como a gente cai do cavalo com as nossas convicções. Eu que tanto perseguia os gays, me tornei uma perseguida com o mesmo discurso que eu usava ao assumir minha homossexualidade.

Como é a relação com seus ex-maridos atualmente?

Rosania – Temos uma relação muito bacana. Ele se casou de novo e será pai mais uma vez. Ele mora nos Estados Unidos e sempre o vejo, pois meu filho mora com ele.

Lanna – Só falo com meu ex-marido sobre assuntos relacionados ao nosso filho.

Como é a relação com seus filhos? (Rosania tem um filho de 15 anos e Lanna tem um filho de 11 anos)

Rosania – De toda essa história, a coisa mais legal é a nossa relação com nossos filhos. Somos uma família incrível, agimos de maneira muito natural. Meu filho ama a Lanna e adora conversar com ela. Aliás, ele conta mais coisas pra ela do que pra mim. Não tem como uma pessoa afirmar que uma família constituída por gays não é coisa de Deus. Somos uma família feliz que vive em harmonia.

Como surgiu a ideia da igreja inclusiva?

Lanna – Tentamos frequentar outras igrejas, mas sempre ouvíamos as mesmas afrontas dos pastores no púlpito contra os gays. Começamos a fazer amizade com uma série de ex-evangélicos que também não eram aceitos na igreja por conta de sua orientação sexual. Pensamos em fazer algo em nossa casa mesmo, mas em 2011 inauguramos a igreja com 15 pessoas, hoje temos cerca de 500 membros.

Tirando o fato da igreja inclusiva aceitar os homossexuais, o que mais a diferencia das outras?

Lanna – Nada, se alguém entrar aqui sem saber que é uma igreja inclusiva vai achar que é uma igreja evangélica como qualquer outra. Sexo é só depois do casamento, temos dízimos e ofertas, louvamos a palavra de Deus… A bíblia do gay é a mesma do hétero, a única diferença é que interpretamos diferente a questão da homossexualidade. Não somos ativistas gays, mas acreditamos na inclusão.

Como vocês conquistam novos fieis?

Lanna – O evangelismo mais difícil é o de um gay. Primeiro que você já tem que entregar o folheto da igreja dizendo que ele é aceito como é, caso contrário eles rasgam o papel na nossa cara, jogam no chão… Na abordagem, eles logo acham que somos da igreja do pastor que fala mal, então já nos apresentamos como pastoras casadas antes de fazer o convite. Vamos nos pontos de maior concentração do público gay em São Paulo, que é a região da avenida Paulista, a rua Vieira de Carvalho e outras. Paramos nas portas das boates e fazemos flashmobs, cantando e dançando. Com isso, geramos curiosidade e eles se aproximam para saber de onde somos. Sempre vêm várias pessoas à igreja depois dessas abordagens. Vamos também à Parada Gay, à Feira da Diversidade e à Caminhada Lésbica entregar nossos folhetos.

O que os evangélicos convencionais acham da Comunidade Cidade de Refúgio?

Lanna – Tem pessoas que vêm aqui na porta para nos afrontar, teve uma senhora que quase me agrediu aqui na frente. Nos xingam, dizem que a nossa igreja é Sodoma e Gomorra, que é coisa do diabo. Há quem ligue e fale desaforos, deixe recadinhos mal-educados nas redes sociais… Tem quem pense, obviamente não é todo mundo, que aqui tem imoralidade, promiscuidade, que é um ponto de encontro para achar parceiros sexuais.

O que vocês acham do Silas Malafaia?

Lanna – Não temos nada contra o Silas Malafaia, mas achamos que ele só cresceu na religião baseado em polêmicas, a bola da vez são os homossexuais. Ele tem um discurso prepotente de dono da verdade e usa de muita ira para se referir aos gays. Lamentamos muito isso, porque o Silas Malafaia afasta todos os gays da igreja, pois eles acabam achando que todos os pastores pensam dessa forma. Mas ele não representa a maioria dos pastores. Ele não sabe o que ele fala (se referindo à comparação feita por Malafaia de gays a bandidos). Pregue a palavra de Deus, Malafaia! Pare de fazer polêmica!

E Marco Feliciano?

Rosania – A única coisa que temos a dizer ao Feliciano é: “cresça”! Ele é uma pessoa narcisista e tudo o que ele faz é para ganhar holofotes. Infelizmente ele está conseguindo isso da pior maneira possível.

Tuka Pereira, Vírgula

domingo, 5 de maio de 2013

Feliciano coloca ‘cura gay’ e criminalização da heterofobia em pauta na calada da noite
(5mai2013)


Do sítio Pragmatismo Político

Na calada da noite Feliciano coloca na pauta ‘cura gay’ e criminalização 
da heterofobia ao invés da homofobia (Foto: Reprodução)

Na noite desta terça-feira (30), véspera do feriado de 1º de maio, o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal (CDHM), pastor deputado Marco Feliciano (PSC-SP), agiu, como já previsto, e incluiu na pauta na reunião do colegiado, marcada para a próxima quarta (8), três dos projetos mais controversos que tramitam na comissão. Uma das propostas permite que psicólogos tentem curar homossexuais.

Outra penaliza a discriminação contra heterossexuais. A terceira, que torna crime a homofobia, tentará ser derrubada pelos integrantes do colegiado. A investida de Feliciano acontece após as manifestações contra ele perderem força no país e minguar de vez.

Entre as propostas consideradas preconceituosas, responsáveis até pela disseminação do ódio contra segmentos da sociedade brasileira, o primeiro projeto suspende a validade de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) de 1999, que impede que psicólogos tratem homossexuais no intuito de curá-los de uma possível “desordem psíquica”.

O texto controverso, de autoria do presidente da bancada evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), tramita desde 2011 na Casa. Chegou a passar pela Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF), mas, antes de ter o parecer aprovado, foi para a CDHM, a pedido de parlamentares contrários.

Com a nova composição do colegiado, porém, a matéria caiu nas mãos do pastor Anderson Ferreira (PR-PE), que emitiu parecer favorável.

com Correio Braziliense

A defesa de Pizzolato
(5mai2013)


Por Miguel do Rosário no sítio O Cafezinho

Pizzolato foi enfiado à fórceps na peça de Gurgel porque havia necessidade imperiosa de amarrar a trama ficcional do mensalão com “dinheiro público”. A única coisa que encontraram para incriminar o PT, depois de várias CPIs, devassas, sigilos quebrados, foi o elo entre a Visanet, um grupo privado, no qual o Banco do Brasil é um entre centenas de acionistas,  e a DNA propaganda, agência de Marcos Valério, na época a principal agência de publicidade em Minas Gerais, onde operava as campanhas de estatais mineiras e do governo do estado. Um dos principais clientes de Marcos Valério, além disso, era Daniel Dantas, que controlava as contas bilionárias de fundos de pensão e telefônicas.

A Visanet celebrou contrato com a DNA para veicular propaganda de seus produtos, que são as maquininhas de cartões de crédito.

Para dar fundamento à denúncia do mensalão, que vinha sem pé nem cabeça, e dar satisfação à “opinião publicada”, ou seja, à sanha de vendetta de segmentos políticos poderosos, Gurgel e Barbosa pescaram Pizzolato lá de baixo, onde ele figurava pacatamente como um réu de segunda ou terceira categoria. Elevaram-no a um papel central no sinistro esquema que descreveram: ele forneceria o elo entre mensalão e “uso de dinheiro público”, ou seja, haveria um pagamento de propina aos parlamentares com dinheiro do Banco do Brasil. E a presença de dinheiro público era a chave para destruir a tese de Caixa 2.  Só que a teoria aceita pelo STF não está suportando o debate e está se desmanchando. Não houve dinheiro do BB e sim da Visanet, empresa privada sobre a qual Pizzolato não tinha ingerência, além de uma assinatura num documento, junto com outros quatro outros diretores do BB.

Estão aparecendo as provas, concretas e lógicas, que levam o crime para o outro lado: para o STF, que se curvou vergonhosamente ao espírito linchatório da mídia conservadora.

A defesa de Pizzolato, por esta razão, entrou com um embargo declaratório extremamente duro, inspirado pelo mais profundo sentimento de indignação contra uma arbitrariedade odiosa. Pizzolato se tornou objeto descartável no joguinho de sacrifícios humanos que mídia e STF promoveram para se auto pintarem como justiceiros políticos e obterem uma aprovação efêmera e demagógica.

Alguns pontos que desmascaram as mentiras do STF:

1. O dinheiro não era do Banco do Brasil, mas da Visanet. Era privado.

2. Os serviços foram prestados. Há registros de todas as campanhas publicitárias realizadas pela DNA, com o dinheiro privado da Visanet.

3. Pizzolato não assinou sozinho o documento. Outros diretores o fizeram. O fato de apenas citarem Pizzolato, por ser o único petista, revela má fé na investigação.

3. Os BVs pagos à DNA Propaganda são tradição no mercado publicitário brasileiro.

Voltamos inclusive à maior ironia de todas. O mensalão de Gurgel na verdade era o Bônus de Volume que a Globo e outras gigantes da mídia pagaram às agências de Marcos Valério, assim como pagam a todas as agências. Bônus de Volume, é sempre bom explicar, já que a mídia sonegou a informação durante o julgamento, quando ela faria diferença no debate de ideias e no julgamento paralelo que se fazia na mídia, Bônus de Volume é um prêmio que os veículos de comunicação pagam às agências de publicidade pelas campanhas de marketing que estas fazem em seus jornais, canais de rádio, TV, revistas.  Por exemplo, a Chevrolet tem conta na DNA Propaganda. A DNA escolhe a Globo para veicular a propaganda dos carros da Chevrolet. Então a Globo paga à DNA como forma de “agradecer” ou “fidelizar” a DNA. Como a Globo é gigante financeira, ela paga os BVs no início do ano para uma campanha que a agência apenas ao final do ano irá veicular nos meios de comunicação. Antes de receber seu pagamento, a Globo adianta a gorjeta para a agência, que é na verdade um intermediário entre a mídia e as grandes empresas. Essa é a principal estratégia da Globo para concentrar um percentual tão absurdamente elevado de todos os recursos publicitários circulantes no país, privados e públicos.

A informação, se fornecida, desmancharia a aura de crime e mistério que Barbosa criou ao mencionar as cifras movimentadas por Marcos Valério. E saberíamos que o valerioduto foi alimentado, principalmente, com BVs pagos pela Globo.

A ficção de Gurgel e Barbosa, todavia, deixou inúmeros buracos. Talvez o aspecto mais difícil na defesa de Pizzolato seja escolher por qual ângulo atacar as arbitrariedades.  Por todos os lados, a denúncia se esfuma a um leve toque.

Por exemplo, a denúncia tem uma falha estrutural: Pizzolato não assinou sozinho o documento de autorização para publicidade da Visanet (como o BB é sócio importante da Visanet, seus diretores de publicidade tem voz nas campanhas de marketing do grupo privado). Outros diretores – todos nomeados no governo FHC – também assinaram. Eles pinçaram apenas o petista. Por quê? Ora, a resposta é simples. Porque ele era petista! Pior ainda: sindicalista! Todo o preconceito ideológico exacerbado pela vitória de Lula, inclusive interno-corporativo, já que talvez a maior parte do alto funcionalismo público brasileiro, por questão de classe, seja conservador e pró-tucano, se voltou contra Pizzolato.

Pizzolato tinha uma longa história de muitas décadas no Banco do Brasil, onde ingressou via concurso ainda jovem,  e onde jamais foi acusado de nada. Não importa: a ordem era “delenda PT” e ele acabou sendo vítima no mesmo tsunami.

Leia o embargo declaratório de Pizzolato contra o STF.

Físicos encontram evidências de que realidade pode ser uma simulação virtual
(5mai2013)

Por Anderson Kreutzfeldt, no sítio Literatortura

Quem diabos está jogando “The Sims” com a gente?
Acredite se quiser: Físicos encontram evidências de que a nossa realidade pode ser uma mera simulação virtual. Fazemos nós parte do melhor videogame já criado?


Não, você não leu errado. De acordo com estudiosos cientistas da Universidade de Bonn, certos aspectos do nosso mundo físico são sustentados por elementos que indicam que a nossa realidade pode não ser nada mais do que uma simulação computadorizada.

A ideia de que somos apenas figuras sustentadas por tecnologias e intelectos superiores parece meio absurda, não é mesmo? O fato é que o cientista planetário Rich Terrile (NASA) acredita veementemente na teoria de que nossa vida não é nada mais do que um videogame.

Silas Beane foi o pesquisador que liderou um grupo de físicos que levantou uma hipótese muito interessante. Segundo as pesquisas, a teoria que mais ganha força é a de que somos uma simulação dentro de outra simulação dentro de outra e assim sucessivamente, com um cenário enriquecido em detalhes, que provavelmente se parece muito com a vida dos nossos “criadores”, para dar a impressão de realidade absoluta. Aparentemente, vivemos em um universo artificial e somos incapazes de nos darmos conta desse fato.

Existe uma teoria chamada “Teoria de campo reticulado” (teoria de física contrária à noção de tempo e espaço continuum da qual temos conhecimentos). Os pesquisadores se basearam nessa teoria para lançar a ideia de que uma simulação de computador (ou um videogame, se preferirem) das próprias leis físicas, que em determinado momento parecem contínuas e que seriam obrigatoriamente inseridas em um retículo espacial, uma adição para a simulação na qual podemos estar vivendo neste momento. Esse retículo tridimensional avança em pequenos passos temporais que limitam a quantidade energética que as partículas virtuais possuem dentro do sistema. Em outras palavras, um recurso virtual que impões “limites”, que poderiam ou não existir para os nossos amados e anônimos criadores.

Isso realmente acontece em certos processos de física quântica que envolvem uma grande quantia de energia (nos raios laser, por exemplo, ou em um feixe de elétrons). Esse retículo limita a energia para que as partículas ocupem seu próprio espaço, com um máximo de energia para que nada nesse “sistema” seja menor do que este permite.

“Se o cosmos é uma simulação numérica, deve haver pistas no espectro de raios cósmicos de alta energia” – dizem os teóricos – ou seja, os raios cósmicos viajariam ao longo dos eixos de uma estrutura, de modo que não conseguiríamos vê-los equalizados em todas as direções.

Com a tecnologia atual e os recursos dos quais a humanidade dispõe, não podemos assegurar definitivamente que estes pesquisadores estão certos ou errados, porém somos plenamente capazes de verificar dentro de algum tempo de estudo, como se orienta a estrutura em que o nosso universo foi criado (ou é simulado, se preferirem).

É uma ideia alucinante e um bocado assustadora, porém, os cálculos de Silas Beane e dos outros pesquisadores deixaram lacunas que não podem ser ignoradas. O principal contra-argumento á teoria dos físicos é que o suposto computador que criou todo nosso universo poderia ter sido criado de qualquer maneira, visto que foi desenvolvido por inteligências e tecnologias muito superiores à nossa, de modo que as técnicas se demonstrariam imperceptíveis a nossos nanicos cérebros humanos.

É claro, acreditar ou não nessa teoria vai de cada um. Mas, se os cientistas estiverem mesmo certos e somos produtos de uma simulação que funciona como uma espécie de videogame, devemos perguntar-nos: Quem diabos está jogando “The Sims” com a gente, porque, que fiquem avisados: o jogo possui alguns bugs como Justin Bieber e Neymar.

(Nosso Eu superior?)

Fonte - Artigo no MIT Technology Review

Rockefeller faz a Arca de Noé. O que está escondendo?
(5mai2013)



O artigo é de 2007 e traz questões atualíssimas particularmente para nós, brasileiros, que vemos o agronegócio dominar a cena nacional em seus avanços territoriais poluentes e, muitas vezes, devastadores, bem como em seus "avanços" no cenário político (recuos institucionais, na verdade) buscando a desregulamentação, seja ambiental, seja dos direitos trabalhistas, seja em qualquer setor de obrigações dos amigos da bancada ruralista. Por vezes nem sei se têm, eles, ideia de onde estão se metendo ao apoiarem os grupos multinacionais dos transgênicos e companhia. Os latifundiários locais são pinto pequeno perto dessas grandes empresas. Quando chegar a hora (e vai chegar) de a onça beber água, eles serão engolidos fácil e rapidamente. Perante o deus mercado, para o qual eles rezam, eles são o lado mais fraco da corda. Como a corda sempre arrebenta do lado mais fraco...

Ousei fazer essa tradução do italiano, mas estou pronto a corrigir o que for necessário caso alguém que conheça melhor a língua venha a sugerir. Utilizei o Google tradutor e tanto bom senso quanto possível para apresentar o que de fato interessa: o conteúdo da matéria. Fico antecipadamente grato por qualquer eventual sugestão.


Por Maurizio Blondet (06/12/2007), no sítio Desinformazione

Trabalhos da escavação de granito na Seed Vault Doomsday

Na ilha gelada de Spitsbergen, arquipélago desolado de Svalbard (Mar de Barents, a mil quilômetros do Polo) está em andamento o febril acabamento do superbanco de sementes, destinado a conter as sementes de três milhões de variedades de plantas de todo o mundo.

Um "banco" esculpido em granito, ladeado por duas portas à prova de bomba com sensores, detectores de movimento, saídas de ar especiais, paredes de concreto armado de um metro de espessura.

A fortificação está localizada no pequeno aglomerado de Longyearbyen, onde cada forasteiro que chega é imediatamente percebido; de resto, a ilha é quase deserta.

Servirá, diz o governo norueguês, proprietário do arquipélago, para "preservar a biodiversidade agrícola para o futuro".

Para a publicidade, é o empreendimento "a arca do Apocalipse”.

O fato é que o principal patrocinador desta arca da semente é a Fundação Rockefeller, em conjunto com a Monsanto e a Syngenta (os dois gigantes do geneticamente modificado), a Pioneer Hi-Bred que estuda OGM [organismos geneticamente modificados = transgênicos] para a empresa química multinacional DuPont; grupo interessante ao qual juntou-se recentemente Bill Gates, o homem mais rico da história do mundo, através de sua fundação de caridade Bill & Melinda Gates Foundation.

Esta dá ao projeto US $ 30 milhões por ano.

É o que nos informa o excelente William Engdahl, que raciocina assim: aquelas pessoas não jogam dinheiro em pura utopia humanitária.

Qual o futuro é esperado para se criar um banco de sementes desse tipo?

Há pelo menos mil bancos de sementes pelas universidades de todo o mundo: que futuro eles vão ter?

A Fundação Rockefeller, nos lembra Engdahl, é a mesma que nos anos 70 financiou com US $ 100 milhões na época a primeira ideia de "revolução genética na agricultura".

Foi um grande trabalho que começou com a criação do Conselho de Desenvolvimento da Agricultura (emanação da Fundação Rockefeller) e depois do Instituto Internacional de Pesquisa do Arroz (IRRI), nas Filipinas (que contou com a presença da Fundação Ford).

Em 1991, este centro de estudos sobre o arroz é conjugado com o mexicano (mas sempre dos Rockefeller) International Maize and Wheat Improvement Center (Centro Internacional de Melhoramento de Milho e Trigo), em seguida, com um centro semelhante para Agricultura Tropical (IITA sede na Nigéria, dólares de Rockefeller).

Estes acabaram formando o CGIAR, Grupo Consultivo sobre Pesquisa Internacional em Agricultura (Consultive Group on International Agriculture Research).

Em várias reuniões internacionais de especialistas e políticos realizadas no centro de conferências da Fundação Rockefeller em Bellagio, o CGIAR providenciou para atrair para seu jogo a FAO (agência da ONU para alimentação e agricultura), o Banco Mundial (então dirigido por Robert McNamara ) e o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas.

O CGIAR convidou, hospedou e ensinou gerações de cientistas agrícolas, especialmente no Terceiro Mundo, sobre as maravilhas do moderno agronegócio e da indústria nascente de sementes geneticamente modificadas.

Estes levaram a palavra para seus países, criando uma rede de influência extraordinária para a penetração do agronegócio Monsanto.

"Com um efeito de alavanca prudente dos recursos inicialmente investidos", escreve Engdahl,"na década de 70, a Fundação Rockefeller colocou-se na posição de moldar a política agrícola mundial. E, de fato, plasmou-a".

Tudo em nome do cientificismo humanitário ("a fome no mundo") e de uma nova agricultura adaptada ao mercado livre global.

O projeto de escavação do Banco de Sementes

A genética é uma velha fixação dos Rockefeller: ao final dos anos 1930, quando se chamava "eugenia", e foi muito estudada em laboratórios alemães como pesquisa sobre a pureza racial.

A Fundação Rockefeller financiou generosamente aqueles cientistas, muitos dos quais, após a queda de Hitler, foram trazidos para os EUA, onde continuaram a estudar e experimentar.

O mapeamento do gene, a sequência do genoma humano, a engenharia genética da qual Pannella e seus coristas esperam curas surpreendentes para os males humanos – em conjunto com os OGM patenteados pela Monsanto, Syngenta e outras gigantes – são os resultados dessas pesquisas e experiências.

Em 1946, por outro lado, Nelson Rockefeller lançou a palavra de ordem da propagandística "Revolução Verde" do México, uma viagem em que o acompanhou Henry Wallace, que tinha sido ministro da Agricultura no governo de Roosevelt, e se preparava para estabelecer a já referida Pioneer Hi-Bred Seed Company.

Norman Borlaug, o cientista agrícola aclamado pai da Revolução Verde, com um Prêmio Nobel da Paz, trabalhava para os Rockefeller.

O objetivo proclamado: superar a fome no mundo, na Índia, no México.

Mas Rockefeller gasta realmente dinheiro para o sofrimento da humanidade?

A chave está na frase que Henry Kissinger pronunciou na década de 1970, quando nascia o CGIAR: "Quem controla o petróleo controla o país, quem controla alimentos controla a população".

O Petróleo, os Rockefeller já controlavam com a Standard Oil, líder do cartel mundial de petróleo.

Hoje sabemos que a Revolução Verde foi o sinônimo publicitário para os OGM, e o seu verdadeiro êxito tem sido o de soterrar a produção da agricultura familiar e submetendo os agricultores, especialmente no Terceiro Mundo, aos interesses de três ou quatro gigantes do agronegócio euro-americano.

Na prática, isso foi feito através da recomendação e difusão de novo “híbrido-milagre" que dava colheitas “fabulosas”, preparada nos laboratórios de gigantes multinacionais.

As sementes híbridas têm um caráter comercialmente interessante para o negócio: não se reproduzem ou se reproduzem pouco, forçando os agricultores a comprar novas sementes a cada ano, em vez de usar (como o fez por milhares de anos) parte de sua colheita para o replantio.

Essas sementes foram patenteadas, e custam muito.

Eles são praticamente um monopólio da Dekalb (Monsanto) e Pioneer Hi-Bred (DuPont), as mesmas empresas na vanguarda dos OGM.

As relativas autossuficiência e sustentabilidade da autoalimentação da agricultura tradicional estavam acabadas.

Às sementes híbridas seguiram as "necessárias" tecnologias agrícolas americanas com alto investimento de capital, os indispensáveis fertilizantes químicos Monsanto e DuPont, e com a chegada dos OGM, os absolutamente necessários pesticidas e herbicidas estudadas e recomendadas para aquela semente OGM específica.

Tudo patenteado, tudo caro.

Os camponeses que haviam cultivado durante séculos para seu próprio consumo e do mercado local, pouco importando e pouco exportando, não têm tanto dinheiro.

Aqui está a solução pronta: lançar-se na agricultura "orientada para os mercados globais", a produção de produtos não para o consumo, mas para a venda, cash-crop, especificamente para fazer o caixa (levantar dinheiro).

Adeus autossuficiência e autoconsumo, adeus à proibição de importações desnecessárias.

Os agricultores podem vender ao exterior, sim, sob o controle de seis intermediários globais, gigantes e titãs como a Cargill, a Bunge y Born, a Louis Dreyfus...

O Banco Mundial de McNamara socorria, fornecia aos regimes subdesenvolvidos créditos para criar canais de irrigação modernos e represas; e o Chase Manhattan Bank, dos Rockefeller, oferecia-se – visto que os agricultores não produziam o suficiente para pagar suas dívidas, para comprar agrotóxicos, transgênicos e sementes híbridas patenteadas – para endividar os agricultores em regime privatista.

Mas isso é para os grandes agricultores com latifúndios.

Os pequenos agricultores, para as sementes-milagre, os herbicidas e os fertilizantes científicos, tiveram que pedir emprestado “no mercado", ou seja, com agiotas.

As taxas de juros sequestraram a colheita-milagre; para muitos, também devoraram a terra.

Os agricultores, especialmente na Índia, tiveram que trabalhar numa terra que não mais lhes pertencia para pagarem as dívidas.

A mesma revolução está ocorrendo na África.

Quilômetros de monoculturas de algodão geneticamente modificado, sementes estéreis para comprar a cada ano.

E o melhor ainda está por vir.

Desde 2007, a Monsanto, junto com o governo dos EUA, patenteou em todo o mundo a semente “Terminator”, ou seja, que comete suicídio após a colheita: uma descoberta que, sem escrúpulos, chamaram Tecnologia de Restrição de Uso Genético (“Genetic Use Restriction Technology”), ou seja, para reduzir a utilização de sementes não patenteadas.

A extensão de sementes geneticamente modificadas – ou seja, clones com características genéticas idênticas – é, obviamente, um perigo para a boca humana: uma doença destrói todos os clones, e é a fome.

Precisamos da biodiversidade, de que falam ambientalistas radicais e verdes.

E aqui começamos a perceber por que se está construindo a Arca de Noé de sementes em Svalbard: quando chegar o desastre, as sementes naturais deverão ser controladas pelo grupo do agronegócio, e por mais ninguém.

Os bancos de sementes, de acordo com a FAO, são 1400, na maior parte já nos Estados Unidos.

Os maiores são usados e de propriedade da Monsanto, Syngenta, Dow Chemical, DuPont, que derivam da mudança de marca genética.

Por que eles precisam de uma outra Arca de Noé em Svalbard, com portas blindadas e alarmes contra intrusos, escavada na rocha?

Os outros bancos estão na China, Japão, Coréia do Sul, Alemanha, Canadá, aparentemente nem todos sob o controle direto de grandes grupos.

A tecnologia “Terminator” pode sugerir um fantástico cenário de conspiração: uma doença até então desconhecida que infecta sementes naturais conservadas em bancos fora do controle dos Estados Unidos, obrigando-os a recorrer ao cofre de Svalbard, o único ileso.

É um pensamento que temos que correr para dissipar: quem pode ousar difamar benfeitores da faminta humanidade como Rockefeller, a Monsanto, Bil Gates, Syngenta?

Mas Engdahl recorda as palavras do professor Francis Boyle, o cientista que elaborou o primeiro esboço da lei norte-americana contra o terrorismo biológico (Biological Weapons Anti-Terrorism Act), aprovada pelo Congresso em 1989.

Francis Boyle argumenta que "o Pentágono está se preparando para lutar e vencer a guerra biológica", e que Bush emitiu duas diretivas para este fim, adotadas em 2002 "sem conhecimento do público".

Para Boyle, no biênio 2002-2004, o governo dos EUA já gastou 14,5 bilhões dólares para pesquisas sobre a guerra biológica.

O Instituto Nacional de Saúde (órgão do governo) concedeu 497 bolsas de estudo para a pesquisa sobre germes infecciosos com possibilidades militares.

O bioengenharia é, obviamente, a principal ferramenta nesta pesquisa.

Jonathan King, professor no MIT, sustenta que "os programas bioterroristas representam um perigo crescente para a nossa própria população, esses programas são invariavelmente descritos como ‘defensivos’, mas em matéria de armamento biológico, defensivo e ofensivo igualam-se".

Outras possibilidades estão presentes no ar, e Engdahl lembra algumas delas.

Em 2001, uma pequena empresa de engenharia genética da Califórnia, a Epicyte, anunciou que desenvolveu um milho geneticamente modificado que contém um espermicida: machos alimentados com ele tornaram-se estéreis.

A Epicyte havia criado essa semente milagre com fundos do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), o ministério que compartilha com a Monsanto as patentes do Terminator, e naquele tempo, a empresa desenvolvia uma joint venture com a DuPont e a Syngenta.

Mesmo antes, nos anos 1990, a Organização Mundial da Saúde (WHO, ou seja, a ONU) lançou uma ampla campanha para vacinar contra o tétano mulheres das Filipinas, México e Nicarágua, entre 15 e 45 anos.

Por que só as mulheres?

Talvez por que os homens, em países pobres, estão isentos do tétano, e nunca vão se ferir com ferros sujos e enferrujados?

Essa foi a demanda do Comitê Pro Vida, a organização católica mexicana bem ciente das campanhas antinatalidade realizadas na América do Sul pelos Rockefeller.

Ele fez examinar a vacina fornecida gratuitamente e generosamente pela OMS para mulheres em idade fértil: e descobriu que ela continha gonadotrofina coriônica humana, um hormônio natural que, quando ativado pelo germe atenuado do tétano na vacina, estimulava anticorpos especiais que tornava as mulheres incapazes de levar a gravidez a termo.

Na verdade, um abortivo.

Descobriu-se que esta vacina milagre foi o resultado de 20 anos de pesquisa financiada pela Fundação Rockefeller, pelo Population Council (dos Rockefeller), pelo CGIAR (Rockefeller), o Instituto Nacional de Saúde (governo dos EUA)... e também a Noruega tinha contribuído com 41 milhões dólares para o a vacina antitétano-abortiva.

Por acaso, o mesmo estado que hoje participa da Arca de Noé e que a monitorará na sua Svalbard.

Isso traz de volta à mente de Engdahl (não para nós) a antiga fixação dos Rockefeller pela eugenia do Reich: a linha de pesquisa favorita era o que foi chamado de "eugenia negativa", e perseguiu a extinção sistemática das raças indesejadas e de sua composição genética.

Margaret Sanger, a feminista que fundou (com dinheiro dos Rockefeller), a Planned Parenthood International, a ONG mais comprometida com a promoção de contraceptivos no Terceiro Mundo, tinha ideias claras sobre o assunto, quando lançou um programa social em 1939, chamado "The Negro Project".

Como escreveu em uma carta a um amigo de confiança, o extrato do projeto era o seguinte: "Queremos eliminar a população negra".

Ah, perdão, desculpe-me: não se diz "negro", diz-se "preto", "Afroamericano".

É isso o que realmente importa, para os progressistas.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Os que pertencem às trevas ainda tentam em seu último suspiro provocar a discórdia...
(3mai2013)


SaLuSa 28.04.2013, reproduzido do sítio Sementes das Estrelas, grifos meus

Está provado que nenhuma tentativa de criar o caos absoluto será mais aceita pela consciência da massa que já está altamente desenvolvida e em sintonia com a luz.

Os que pertencem às trevas ainda tentam em seu último suspiro provocar a discórdia e a ira de nação contra nação, mas como podeis ver, sem muito sucesso. Vocês ainda podem esperar noticiários catastróficos, mas que não dizem absolutamente nada, a situação do seu mundo agora é completamente diferente do que vem sendo informado.

Queridos, nós temos vos alertado constantemente para o perigo de darem atenção a sua comunicação midiática, e temos também constantemente vos pedido que não entreis no jogo daqueles que sempre desejaram o controle da vossa espécie. É normal que sejais atraídos por noticiários, principalmente quando se trata de algo que põe em risco a "segurança nacional", mas sabeis bem, queridos, que a segurança do povo de fato não vem de nenhum membro externo, mas da sua capacidade interna de se conectar com as forças Superiores e de não darem atenção aos pensamentos de violência e medo, que naturalmente atrairiam tais realidades para o seu campo de visão física.

Bem amados, é chegada a hora de verem que os seus esforços em manter erguida a bandeira do amor valeu bastante a pena. Aqueles que há muito tempo desejavam a vossa ruína completa estão perdendo completamente as suas forças e como podeis ver, os ataques de falso alarde não são mais tão eficientes como foram tempos atrás (por exemplo o 11 de setembro) - até mesmo várias pessoas que estiveram envolvidas cegamente em tantas obras dos que pertencem às trevas já tem a consciência de o que prejudicou as suas vidas não veio do lado que sempre imaginaram, mas de um outro lado que sempre quis mantê-los nas correntes do desespero e da dor. O 11 de setembro foi mais um desses ataques sem precedentes, mas pouco a pouco vos tem sido mostrado que não passou de mais uma armação, um ataque de falso alarde que acabou por ceifar muitas vidas.

Muitas das almas que chegaram ao Nirvana naquele dia trabalham hoje para trazer a verdade a todos. Algumas delas tiveram a autorização de reencarnar naquele mesmo ano para, no seu devido tempo, trabalharem trazendo a verdade. A Lei Universal é imensamente justa. Alguns daqueles que foram os “maestros” dos grandes ataques receberam naquele mesmo ano no seu meio familiar algumas das almas que meses antes haviam tido as suas encarnações interrompidas.

Não pensem que essas almas reencarnaram para cobrar dos seus algozes pelos atos cometidos, elas estão entre eles para dar um exemplo de amor e compreensão. Por incrível que possa parecer a muitos, algumas dessas crianças já reencarnadas no meio da elite que orquestrou tais ataques, conseguiram em meio a alguns comentários dentro de suas famílias, expressar claramente: “Eu estive ali...”

Sim nós sabemos que certas coisas ainda para vocês “são de arrepiar...”

Bem amados, é o momento de estarem em paz, de elevarem ainda mais as suas vibrações, momento de pedirem a Deus por todos os que fizeram parte de todas as suas tristezas. É sabido que Deus não condena eternamente tais almas, mas dá a elas sempre a oportunidade de recuperação mediante as suas falhas.

Nós, da Federação Galáctica da Luz estamos atentos com algumas reações de alguns membros chave da elite da cabala que nos garantiram que deixariam o caminho livre desde que nós não expuséssemos a sua face ao povo. É certo que nós nunca levaríamos ao constrangimento nenhuma alma, mas a Lei que rege a Terra chega a ser muito mais dura e não costuma deixar passar certas atrocidades cometidas. Queridos, permaneceis em paz, e como mencionamos outras vezes, é hora de não se alarmarem com os acontecimentos vindouros... É hora de manterem a sua paz e enviarem o seu amor às almas que pouco a pouco vão deixar o poder, elas tiveram o seu tempo na Terra e, infelizmente, muitas delas usaram para os seus próprios interesses a autoridade nelas depositadas.

Amados trabalhadores da luz, reflitam, queridos, asserenem os ânimos, estais iniciando um novo ciclo e nesse ciclo o amor e a paz prevalecerão. Os conceitos de justiça serão amplamente alargados e a verdade estará em toda parte. Ninguém será punido por algo que não tenha cometido, nenhuma alma será encarcerada para sempre ou irá para o corredor da morte, porque as leis serão baseadas no amor e na verdade. Os seres que no momento atual se encontram em cárceres devido a suas ações e também os que se encontram a beira da morte no temível corredor receberão de Deus a oportunidade de reaverem os seus atos e uma luz maravilhosa irá tomar conta dos seus corações trazendo-os a consciência do amor e fazendo-os perceber que as ações que cometeram estavam fora do padrão do novo mundo. Muitos desses seres aceitarão a nova condição de amor, ao contrário de outros que desejarão continuar experimentando um ambiente de violência e medo. Estes serão respeitados como qualquer outro, mas terão de considerar que o tempo deles na Terra terminou.

No que se refere a saúde, os responsáveis por manter tudo de melhor para a saúde dos povos serão seres altamente desenvolvidos, esses seres já estão encarnados no meio de vocês e partirá deles o início da reformulação desse ponto tão importante. Essas almas terão domínio dos elementos, usarão técnicas altamente desenvolvidas e estarão sendo assistidas diretamente pelos Arcturianos e outros seres com especialidades de cura da Federação Galáctica.  A cura pela cor, som, e até mesmo o ar serão a base desse novo sistema de saúde. Sim, queridos, o ar será renovado e as impurezas que ainda restam nele serão removidas graças ao trabalho de todos que de mãos dadas elevarão a Mãe Terra ao seu estado de beleza e pureza naturais, como no passado.

Há muita informação a ser passada ainda, queridos, esse é o começo do seu regresso à saúde perfeita, à plenitude, esse é o seu regresso ao seu estado de ser em perfeita comunhão com a Fonte suprema.

Lembrem-se que ainda resta muito a ser feito, mas o dominó que desencadeará todo esse efeito está prestes a cair, e como mencionamos, ele pode cair em qualquer parte, até mesmo onde muitos sequer poderiam imaginar.

Em breve uma movimentação na capital dos EUA irá causar algum espanto para algumas pessoas que ainda dormem, e até mesmo para os que já se encontram acordados será um grande chacoalhar, mas, lembramos-vos sempre, a serenidade, a paz inerente aos seus espíritos nunca, jamais poderá ser abalada, independentemente de qualquer coisa.

Eu Sou SaLuSa de Sírius e gostaríamos de falar que o anuncio que tanto esperamos poderá sair formalmente em um piscar de olhos. Não resta mais dúvidas da nossa presença, com o passar do tempo estamos tendo a permissão de voar baixo, mas ainda não como pretendemos de fato. Queridos, estamos tão felizes, tão maravilhados de como tudo isso levou-vos para um estágio de evolução maravilhoso, sois as estrelas desse grande espetáculo e nós os espectadores que vos aplaudimos neste momento da vossa Ascensão.

Estejam em paz,

Estejam na luz.