Quem sou eu
- Aquiles Lazzarotto
- Bebedouro, São Paulo, Brazil
- Geólogo e professor aposentado, trabalho este espaço como se participasse da confecção de um imenso tapete persa. Cada blogueiro e cada sitiante vai fazendo o seu pedaço. A minha parte vai contando de mim e de como vejo as coisas. Quando me afasto para ver em perspectiva, aprendo mais de mim, com todas as partes juntas. Cada detalhe é parte de um todo que se reconstitui e se metamorfoseia a cada momento do fazer. Ver, rever, refletir, fazer, pensar, mudar, fazer diferente... Não necessariamente melhor, mas diferente, para refazer e rever e refletir e... Ninguém sabe para onde isso leva, mas sei que não estou parado e que não tenho medo de colaborar com umas quadrículas na tecedura desse multifacetado tapete de incontáveis parceiros tapeceiros mundo afora.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Vitória da vergonha: Folha consegue manter censura do blog Falha de S.Paulo
(21fev2013)
(21fev2013)
Por Renato Rovai no Blog do Rovai
O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu nesta quarta-feira ,20, que o blog Falha S. Paulo deve continuar fora do ar. O blog, criado pelos irmãos Mário e Lino Bocchini, era uma divertida paródia do jornal Folha de S.Paulo e brincava com os recorrentes erros da publicação.
A decisão de manter a CENSURA ao Falha de S.Paulo deixou de lado todo o debate sobre liberdade de expressão e se baseou apenas nas leis de Mercado. O desembargador Edson Luiz de Queiróz manteve o blog fora do ar com a justificativa da similaridade entre o nome Falha de S.Paulo e a marca registrada pela Folha de S.Paulo.
Além de um caso óbvio de censura judicial, a manutenção da CENSURA ao Falha de S.Paulo abre um precedente perigoso para a liberdade de expressão, principalmente em relação a sátira e a ironia.
Por exemplo, que se cuide o programa Pânico da TV, exibido pela TV Bandeirantes. Ao satirizar novelas da Globo, o humorístico costuma utilizar-se do mesmo recurso utilizado pela Falha de S.Paulo. Um quadro que faz uma paródia da novela Salve Jorge, da TV Globo, chama-se Salve George. Todo cuidado é pouco de agora em diante. A não ser que o que se fez com a Falha só seja utilizado contra veículos de comunicação que não se alinham ao piguismo.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
A falácia da defesa da liberdade de expressão da Folha de São Paulo
(19fev2013)
(19fev2013)
A Falha vai derrotar a Folha?
Por Altamiro Borges no Blog do Miro
Nesta quarta-feira (20), a partir das 9 horas da manhã, ocorre um julgamento decisivo para o futuro da blogosfera e da verdadeira liberdade de expressão no Brasil. A 5ª turma de desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo decidirá se o blog Falha de S.Paulo, censurado por determinação judicial desde outubro de 2010, poderá voltar ao ar livremente. Será a briga entre um sítio irreverente e crítico contra um dos maiores impérios midiáticos do país, o Grupo Folha. A famiglia Frias, que no passado apoiou o golpe e a ditadura militar e que hoje censura um blog satírico, estará na berlinda.
O julgamento é inédito no Brasil, segundo a avaliação do próprio juiz de 1ª instância, Gustavo de Carvalho, que rejeitou alguns dos argumentos da Folha, mas manteve a Falha fora do ar. Os três desembargadores que julgarão o caso vão decidir se prevalece a tese da Grupo Folha, de “uso indevido da marca” (mesmo que não houvesse concorrência comercial e o objetivo fosse uma paródia) ou a tese dos criadores da Falha, os irmãos Lino e Mário Bocchini, que evoca a liberdade de expressão para fazer críticas.
O caso da Falha já adquiriu repercussão internacional.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Eben Alexander III: "Minha experiência em coma"
(18fev2013)
(18fev2013)
Ousei traduzir este artigo do Dr. Eben Alexander III, e peço aos leitores que relevem incorreções ao traduzir trechos eminentemente técnicos do texto. Aos interessados, o texto original pode ser acessado clicando-se aqui. O artigo foi publicado na revista da American Association of Neurological Surgeons (AANS). Entendo que seja relevante divulgar esse trabalho, que pode abrir novas e refrescantes discussões dentro das ciências em geral, ampliando horizontes e levantando barreiras que até então pareciam intransponíveis: o famoso limite temido pelos cientistas que parece encaminhar para a crença religiosa. Ademais, religiosos de variadas vertentes poderiam aliar-se aos verdadeiros buscadores do conhecimento sem fronteiras, encaminhando-nos a todos para uma reavaliação dos mistérios da vida. Boa leitura:
AANS NEUROSURGEON: FEATURES
Volume 21, número 2, 2012
Minha experiência em Coma
Por Eben Alexander III, MD, FACS
Há duas maneiras de ser enganado. Uma é acreditar que não é verdade, a outra é recusar-se a acreditar que é verdade. - Søren Kierkegaard (1813-1855)
Às 4:30 da manhã de 10 de novembro de 2008, de repente, fiquei muito doente com meningite bacteriana aguda. Dentro de quatro horas, eu estava em coma profundo; eu passei os sete dias seguintes em coma, em um ventilador. A meningite bacteriana com um declínio tão rápido da função neurológica conferia-me uma probabilidade de morte de 90 por cento, mesmo na época da minha primeira avaliação na emergência, mas as minhas perspectivas de sobrevivência rapidamente pioraram. Meus médicos no Hospital Geral de Lynchburg, na Virgínia, ficaram chocados ao descobrir que eu tinha adquirido meningite E. coli espontânea, que tem uma incidência anual de menos de uma em 10.000.000 (1). Eles foram ajudados por especialistas da Universidade da Virgínia, Duke, Hospital Geral de Massachusetts e além, em seus esforços para encontrar uma causa e forçar uma reviravolta no que a princípio parecia ser uma irreversível espiral da morte na medida em que eu não respondi a antibióticos triplos.
Meu histórico médico de viagem recente a Israel (como parte do meu trabalho de coordenação global de desenvolvimento da cirurgia de ultra-som focalizado) levantou grande preocupação entre os médicos. Por volta da época da minha visita, os médicos do The Tel Aviv Sourasky Medical Center haviam relatado o primeiro caso bem documentado do mundo de transferência espontânea de plasmídeo do gene do Klebsiella Pneumonia carbapenemase (KPC) de genes de um organismo gram-negativa fatal em um paciente previamente não infectado com E. coli intestinal conferindo a este último total resistência a antibiótico. As implicações terríveis para uma pandemia desastrosa se como um E. coli escapasse do estrito isolamento de uma UTI hospitalar eram óbvias, e meus médicos consideraram que eu posso representar tal caso.
Meus exames neurológicos foram consistentes com danos corticais difusos mais disfunção motora ocular. Minhas varreduras CT revelaram o envolvimento neocortical global e, no terceiro dia, a proteína de meu líquido cefalorraquidiano (CSF) era 1.340 mg/dl, a contaegm das células brancas do sangue do meu CSF era de 4300 por mm3, e meu nível de glicose no CSF foi para 1 mg/dl . Eu estava muito doente, com chances decrescentes de sobrevivência e virtualmente nenhuma oportunidade para a recuperação. Meus médicos nunca encontraram uma razão para a minha misteriosa doença.
Copa 2014: obras do Viaduto do Despraiado em fase final
(18fev2013)
(18fev2013)
Notícia publicada no sítio Mídia News informa que os trabalhos de construção do viaduto do Despraiado, com extensão de 325m, estarão concluídos em abril próximo. A preparação das vias para o tráfego local, rotatória em baixo do viaduto, bem como o acesso da perimetral para o viaduto, já vem sendo feita e deve ser concluída pouco tempo após a conclusão efetiva do viaduto.
As imagens abaixo, obtidas no citado sítio, mostram o projeto (uma projeção de como ficará o trecho após a conclusão das obras) e o estágio atual da construção.
As imagens abaixo, obtidas no citado sítio, mostram o projeto (uma projeção de como ficará o trecho após a conclusão das obras) e o estágio atual da construção.
Pesquisa sobre cotas para negros revela um país atento e decidido
(18fev2013)
(18fev2013)
Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania
No começo, fizeram-se as trevas. Um obscurantismo democrático só comparável ao da ditadura militar se abateu sobre a sociedade brasileira em forma de tentativa dos seus setores mais abastados de imporem a todos uma adesão incondicional à manutenção de privilégios injustos a um seu setor literalmente microscópico.
Apesar de a política pública (mal chamada) de cotas “raciais” ter surgido em universidades estaduais do Rio de Janeiro alguns anos antes, o que desencadeou uma interminável cruzada midiática contra si foi a lei federal 4.876/2003, instituída ao fim do primeiro ano do governo Lula.
A elite étnica, econômica e regional que sempre mandou e demandou no país começou a ver, ali, o embrião do que seria aquele governo, ou seja, um governo que, pela primeira vez na história, ergueria dezenas de milhões da pobreza em que haviam sido esquecidos e os tornaria parte de uma nova “classe média” que, em poucos anos, abrigaria a maioria deste povo.
O Brasil, então, em um mundo em que há cerca de duas centenas de nações ocupava desonrosa posição entre os cinco mais socialmente injustos, perdendo em injustiça social e concentração de renda somente para países miseráveis da África e da América Latina.
Desde a redemocratização, obtida por fadiga de material após duas décadas de uma ditadura militar em que a desigualdade econômica, étnica e regional se aprofundara como nunca antes, tal herança de exclusão social que conflagrara o país e o colocara em virtual guerra civil não refluíra praticamente nada.
A partir de 2003, porém, essa “herança maldita” começaria a ser combatida.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
São as pequenas coisas que contam
(17fev2013)
(17fev2013)
Do sítio William LePar
Série Vida Após a Morte
Parte 1
São as pequenas coisas que contam
A fonte espiritual de William LePar, O Conselho, falou sobre a vida após a morte, em nossa pesquisa e grupos de estudo por mais de três anos. Além disso, em 1985, enquanto no hospital para exames de rotina, o Sr. LePar experimentou uma EQM (experiência de quase morte). Ao longo das próximas várias postagens eu gostaria de compartilhar com vocês a percepção que o Conselho deu junto com gravações recentemente transcritas de experiências do Sr. LePar sobre o outro lado do véu. Esta é a primeira de uma série. Eu acredito que o que o Sr. LePar nos diz a seguir seja tão importante quanto qualquer coisa que eu vou postar no futuro. Isso nos dá informações sólidas para facilitar a nossa transição para a nossa realidade espiritual.
Falamos de morrer e ir para o céu ou para o inferno. Seria tão simples! Posso garantir que haverá algumas pessoas que, para onde elas vão, desejariam que houvesse, de fato, um inferno. Isso seria fácil, isso seria fácil. Eu posso falar de experiência própria. Eu atravessei o processo de morte. Eu fui lá, eu voltei. Eu sei o que está lá. Sabendo disso, eu também fui abençoado para ver um pouco mais. Ou seja: a única maneira de ter sucesso é ser uma pessoa carinhosa. Não são as grandes, maravilhosas coisas espirituais que você faz na vida. São as coisas pequeninas que nós geralmente não consideramos importantes. Apenas um pequeno ato de bondade. Digamos que você esteja sentado no trabalho e você tem um saquinho de doces. Se um de seus colegas de trabalho passa, você pega um doce e diz: "Ei, você é doce, aqui está um pouco de doçura para mostrar o meu agradecimento por sua doçura". Uma pequena observação agradável, que pode soar piegas. Bem, pode ser piegas, mas você não sabe, essa pessoa pode estar realmente deprimida e de baixo astral. Uma pequena observação agradável como essa, uma observação bonitinha, uma observação banal, um pedaço de doce, poderia fazer um mundo de diferença para a pessoa naquele momento no tempo. Mas entenda: não sabemos isso!
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Comprometam-se a se apaixonar louca, total, incondicional e alegremente por si mesmos
(14fev2013)
(14fev2013)
Esta mensagem que trago do Blog SÍNTESE é, para mim, a reafirmação de sábias e conhecidas indicações que já recebemos ao longo de nossa história civilizatória: "Conhece-te a ti mesmo", "Ama ao próximo como a ti mesmo". Em suma, quem não consegue amar a si mesmo será incapaz de amar a outrem e, tão ruim quanto, será incapaz de verdadeiramente receber o amor de quem quer que seja. A maioria de nós não se aceita integralmente, alimentando uma baixa auto-estima que se transforma em impedimento para aceitar as demais pessoas como elas são, amando-as exatamente como elas são. Ora, se de nós mesmos fazemos cobranças absurdas e pouco amorosas, o que se dizer do quanto nos arrogamos o direito de cobrar dos nossos semelhantes?
Por Arcanjo Gabriel
Canalizado por Shelley Young (destaques meus)
Enquanto os seres humanos da luz ficam mais acostumados às energias mais novas desta era toda nova, para muitos, seus focos estarão nos relacionamentos, especialmente, na parceria divina.
Queridos, muitos de vocês são almas tão amorosas, doadoras que saíram do equilíbrio.
Muitos de vocês, estando na Terra com contratos de serviço, têm lutado com os limites adequados e também com sua capacidade de receber amor.
Avançando, os seres humanos estarão procurando amor, respeito em equilíbrio e seus relacionamentos principais e também integridade, transparência e serviço mútuo com um forte foco no crescimento pessoal contínuo.
Isto é maravilhoso!
Vocês podem sentir como isto levará a relacionamentos que lhes permitem celebrar a si e também aos outros?
A chave para encontrar esse amor incondicional que tantos de seus corações anseiam é praticar o amor incondicional a si primeiro, entendendo que ao manter essa energia vocês somente podem atrair mais do mesmo para sua expressão de vida.
Como com toda grande mudança, cura e criação, tudo deve começar interiormente primeiro.
Então, neste dia que comemora o amor, comprometam-se a se apaixonar louca, total, incondicional e alegremente por si mesmos, e o universo se verá compelido a se unir a vocês nessa dança de amor.
Arcanjo Gabriel
Arcanjo Gabriel através de Shelley Young
http://trinityesoterics.com
Facebook: Trinity Esoterics
Twitter: @trinityesoteric
YouTube: http://www.youtube.com/user/trinityesoterics
Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com
Respeite todos os créditos
Oligarquias familiares no Judiciário
(14fev2013)
(14fev2013)
Do sítio Os Amigos do Presidente Lula
Coluna de Felipe Patury na Revista Época. Elogio?
Imaginem uma jovem filha de um senador, deputado ou político, sem muitas credenciais nos meios jurídicos, entrar na lista de indicações da OAB para ser desembargadora do Rio de Janeiro. Iriam crucificar o político no noticiário, não é?
Pois a jovem Marianna Fux, filha do ministro do STF, Luiz Fux, concorre a uma vaga de desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Se tivesse feito carreira por concurso público, nada haveria a questionar, mas ela se candidata através da vaga reservada para indicação pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), onde vale muito o prestígio e a rede de relacionamentos com os poderosos ou com a própria classe.
Seu currículo, mostrado no "site" do escritório de advocacia Sérgio Bermudes, onde trabalha, diz que bacharelou-se em Direito pela Universidade Cândido Mendes (UCAM), no Rio de Janeiro; é Pós-Graduada em Teoria das Obrigações e Prática Contratual pelo programa de educação continuada da Fundação Getúlio Vargas (FGV); indica seu número de inscrição na OAB e só. Um currículo modesto para quem aspira ser desembargadora.
A família Fux não é a única nesta situação. A filha do ministro Marco Aurélio de Mello, também concorre, também via vaga da OAB, mas uma não atrapalha a outra, pois é em outro tribunal, o Tribunal Regional Federal.
Não é nada proibido pela lei e, de certa forma, é mais ou menos assim que a banda toca no preenchimento desse tipo de vaga, mas é o que costuma se chamar de "peixada", "pistolão", não é mesmo?
Se a advogada deseja ingressar na carreira pública, por que não fazer um concurso ou para juíza, ou para procuradora, ou para defensora pública? E, se destacar no cargo, aí sim almejar os postos mais altos.
Se fosse filha de político, diriam que não é republicano, haveriam indignados vociferando nas redes sociais. Pois o vício de querer passar o poder de pai para filho no judiciário é o mesmo de oligarquias políticas que se perpetuam no poder ao longo de gerações. Os políticos, pelo menos, bem ou mal, tem que passar pela prova das urnas de 4 em 4 anos.
Assinar:
Postagens (Atom)




