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Geólogo e professor aposentado, trabalho este espaço como se participasse da confecção de um imenso tapete persa. Cada blogueiro e cada sitiante vai fazendo o seu pedaço. A minha parte vai contando de mim e de como vejo as coisas. Quando me afasto para ver em perspectiva, aprendo mais de mim, com todas as partes juntas. Cada detalhe é parte de um todo que se reconstitui e se metamorfoseia a cada momento do fazer. Ver, rever, refletir, fazer, pensar, mudar, fazer diferente... Não necessariamente melhor, mas diferente, para refazer e rever e refletir e... Ninguém sabe para onde isso leva, mas sei que não estou parado e que não tenho medo de colaborar com umas quadrículas na tecedura desse multifacetado tapete de incontáveis parceiros tapeceiros mundo afora.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Da série "Tudo virá à tona": Desbaratado o maior processo de lavagem de dinheiro do mundo
(29mai2013)

Notícia de hoje colhida no sítio do The Sydney Morning Herald. O Westpac é um banco australiano. O fato é que tudo de sujo que antes sempre ficava escondido agora vem à tona. A exposição é inexorável nestes novos tempos em que nós precisamos, e desejamos, viver. As máscaras vão caindo, uma a uma. As farsas vão sendo expostas e submetidas à lei maior.

Westpac apanhado na investigação da maior lavagem de dinheiro do mundo

29 de maio de 2013 - 09:02

Por Peter Mitchell, Tom Hays e Raphael Satter

Promotores norte-americanos anunciaram o que eles dizem ser a maior acusação de lavagem de dinheiro internacional na história - uma trilha de US $ 6 bilhões ($ A 6.2 bilhões) que supostamente incluem US $ 36.9 milhões (US $ A 38.4 milhões) depositados em contas do Westpac Bank.

A trilha teria sido deixada pelo Liberty Reserve, baseado em Costa Rica, uma empresa de transferência de moeda e de processamento de pagamento que autorizava os clientes a movimentar o dinheiro anonimamente a partir de uma conta para outra através da Internet, quase sem fazer perguntas, e já viajou por 17 países, incluindo as contas do Westpac na Austrália.

Uma pessoa foi registrada sob o nome de "Joe Bogus", com o endereço "123 Fake Main Street" em "Completely Made Up City, New York".

Os promotores descreveram o Liberty Reserve como um "centro financeiro do mundo do crime cibernético ... um dos principais meios pelos quais os criminosos cibernéticos em todo o mundo distribuem, armazenam e branqueiam o produto de suas atividades ilegais ... incluindo fraude de cartão de crédito, roubo de identidade, fraude de investimento, pirataria informática, pornografia infantil e tráfico de entorpecentes".

Moeda virtual, 'a nova lavagem de dinheiro'
A lavagem de dinheiro do Liberty Reserve é apenas a ponta do iceberg e a Austrália está se tornando um lugar-chave para o crime de moeda on-line, diz Hugh McDermott, professor de aplicação da lei na Charles Sturt University.

"O escopo da conduta ilícita dos réus é impressionante", disseram as autoridades. Durante cerca de sete anos, o Liberty Reserve processou ​​55 milhões de transações ilícitas em todo o mundo para 1 milhão de usuários.

Os promotores disseram que 45 contas bancárias foram bloqueadas ou apreendidas.

Segundo a acusação, três contas Westpac feitas em nome de Technocash Ltd continham $ US36.9 milhões (US $ A38.4 milhões).

"O banco de escolha para o submundo do crime": 
Procurador Preet Bharara, dos EUA. Foto: AP

"Temos processos rigorosos em vigor para combater a lavagem de dinheiro e temos trabalhado em estreita colaboração com as agências reguladoras e de aplicação da lei", disse um porta-voz da Westpac.

Na Austrália, a agência responsável por detectar a lavagem de dinheiro é AUSTRAC, que passa informações para a Polícia Federal Australiana e para a Comissão de Crime australiano.


'Banco da escolha'

A rede Liberty Reserve "tornou-se o banco de escolha para o submundo do crime", disse o procurador estadunidense Preet Bharara, ao anunciar a abertura de uma acusação contra os réus, incluindo o fundador Arthur Budovsky, um americano que renunciou à sua cidadania dos EUA após decidir estabelecer-se em Costa Rica.

Alega-se que, ao contrário dos bancos tradicionais ou legítimos processadores on-line, o Liberty Reserve não exigia que os usuários validassem suas identidades.

Isso permitiu que os usuários abrissem contas usando nomes fictícios, incluindo "Hacker russo" e "Account Hacker". Uma pessoa foi registrada sob o nome de "Joe Bogus" com o endereço "123 Fake Main Street" em "Completely Made Up City, New York".

"A única liberdade que o Liberty Reserve deu a muitos de seus usuários foi a liberdade para cometer crimes - a moeda de seu reino era o anonimato, e tornou-se um centro popular para os fraudadores, hackers e traficantes", disse Bharara. "Era o oposto de uma política conheça-o-seu-cliente."


Lavagem dos tempos cibernéticos

"Estamos entrando na era cibernética de lavagem de dinheiro", disse Richard Weber, chefe da Divisão de Investigação Criminal do Internal Revenue Service, que também fez alusão a Al Capone, famoso chefe do crime de Chicago. "Se Al Capone estivesse vivo hoje, é assim que ele estaria escondendo o dinheiro."

A empresa operava uma das moedas digitais mais utilizadas do mundo, permitindo aos usuários enviar e receber "moeda em tempo real, instantâneo", segundo a acusação em um tribunal federal dos EUA em Manhattan.

Moeda digital, como o Bitcoin, foi desenvolvida como uma forma de fazer transferências anônimas através da internet sem pagar taxas a um banco. O Departamento de Justiça dos EUA alertou já em 2008 que os criminosos dependem cada vez mais da indústria da moeda digital para lavar e transferir fundos, pois isso facilita as transações financeiras fora das regras do sistema bancário tradicional.

Os supostos crimes envolveram apenas o Liberty Reserve e seus operadores, e não qualquer outra moeda digital, disse Bharara.

"As ações trazidas hoje referem-se apenas ao Liberty Reserve e a nenhum outro sistema", disse Bharara. "Nós não vamos tomar qualquer posição sobre a moeda virtual em geral, e não vamos tomar qualquer posição em relação a qualquer outra empresa particular que se envolva em algo que possa parecer na superfície com algo que o Liberty Reserve estava fazendo."


Prisões

Cinco dos sete acusados ​​foram presos na semana passada em uma ação global.

Budovsky, de 39 anos, foi preso na Espanha; o co-fundador Vladimir Kats, 41, foi preso no Brooklyn, em Nova York, enquanto que dois outros réus, Ahmed Abdelghani, 42, e Allan Jimenez, 28, continuam foragidos em Costa Rica, disseram os promotores.

Os nomes dos advogados dos réus não estavam ainda disponíveis.

"A ação de execução global que nós anunciamos hoje é um passo importante para frear o faroeste selvagem de internet banking ilícito", disse Bharara. "Como o crime se torna cada vez mais global, o longo braço da lei tem que ir ainda mais longe, e, neste caso, ele cercou a Terra."

Um aviso colado em todo o sítio do Liberty Reserve na terça-feira de manhã, dizia que o domínio "foi apreendido pela Equipe de Finanças Ilícitas Globais dos Estados Unidos [United States Global Illicit Team]". A partir da quarta-feira, o site não está mais acessível. As tentativas de alcançar o Liberty Reserve por telefone e e-mail não foram imediatamente bem sucedidas.

O Liberty Reserve foi incorporado na Costa Rica em 2006, apresentando-se como o maior processador de pagamentos e sistema de transferência de dinheiro da internet que serve milhões de pessoas ao redor do mundo.

A promotoria alegou que o Liberty Reserve foi amplamente utilizado para fins ilegais, oferecendo uma infraestrutura que permitiu a criminosos cibernéticos em todo o mundo a realização de transações financeiras não rastreáveis.

A rede cobrava uma taxa de um por cento sobre as transações através de "trocadores" - intermediários que convertiam moeda real em fundos virtuais e, em seguida, em dinheiro vivo.

Foi informado que quando as autoridades estadunidenses começaram a investigar a empresa, os acusados ​​pretendiam encerrá-la.

Mas a informação é a de que eles continuaram operando "e movendo dezenas de milhões de dólares através de contas de empresas de fachada mantidas no Chipre, Rússia, China, Hong Kong, Marrocos, Espanha, Austrália e em outros lugares".

Budovsky e Kats têm condenações anteriores por acusações relacionadas a um negócio de dinheiro transmitido sem licença, de acordo com documentos judiciais. Após esse caso, o par decidiu mudar a sua operação para a Costa Rica, dizem os documentos.

Em um bate-papo on-line capturado pelos investigadores, Kats admitiu que o Liberty Reserve era ilegal e observou que as autoridades nos EUA sabiam que era "uma operação de lavagem de dinheiro que os hackers usam".


Usuários legítimos

Enquanto as autoridades descreveram o Liberty Reserve como sendo repleto de criminosos, a facilidade de uso do site, as taxas baixas e as operações irreversíveis que dissuadiam fraudes também atraíram usuários legítimos.

Mitchell Rossetti, cuja ePayCards.com baseada em Houston foi um dos vários comerciantes tradicionais que aceitaram moeda on-line do Liberty Reserve, disse que sua empresa ainda tinha cerca de US $ 28,000 presos em contas no Liberty Reserve.

"A ironia disto é que eu fui até eles por causa da segurança", disse Rossetti. "Todas as vendas são finais."

Ele reconheceu que a moeda estava sendo usado por golpistas, mas disse que os fundos Liberty Reserve eram como qualquer outra moeda: "O dólar dos EUA pode ser doado a uma igreja ou pode pagar uma prostituta."

O Liberty Reserve parece ter desempenhado um papel importante na lavagem de recursos provenientes do recente roubo de cerca de US $ 45 milhões de dois bancos do Oriente Médio, segundo documentos tornados públicos pelas autoridades no início deste mês. Nesse esquema, os ladrões roubaram informações de cartão de débito e, em seguida, usaram-nas para drenar dinheiro de milhares de caixas eletrônicos em todo o mundo em questão de horas.

Como parte da inversigação do Liberty Reserve, as autoridades invadiram 14 lugares no Panamá, Suíça, EUA, Suécia e Costa Rica. Na Costa Rica, os investigadores recuperaram cinco carros de luxo, incluindo três Rolls-Royces. Bharara disse que as autoridades também apreenderam servidores do Liberty na Costa Rica e na Suíça.

Cada um dos sete réus é acusado de conspiração para cometer lavagem de dinheiro, o que acarreta um tempo máximo de 20 anos de prisão.

Eles também são acusados ​​de conspiração para operar um negócio de transmissão de dinheiro sem licença e de funcionamento de uma empresa de transmissão de dinheiro sem licença. Ambas as acusações carregam um prazo máximo de prisão de cinco anos.

AAP / AP / Bloomberg

Leia mais: http://www.smh.com.au/it-pro/security-it/westpac-caught-up-in-worlds-biggest-money-laundering-sting-20130529-2naa8.html#ixzz2UhGi6sRj

Tradução: Aquiles Lazzarotto

Wall Street Journal: irregularidades em ligações telefônicas dos aviões sequestrados no 11 de setembro
(29mai2013)

Vamos convir! Tem alguma coisa diferente acontecendo! O Wall Street Journal publicando esta matéria é de se estranhar. Mesmo com a ressalva, no rodapé da notícia, de que o Departamento de Notícias do WSJ não está envolvido na produção dessa matéria. Assim, para os zumbis da mídia, isso não é coisa de teóricos da conspiração. Nem em sonho, o Wall Street Journal poderia ser acusado de participar de qualquer teoria da conspiração, por ser muito mais plausível que ele tivesse sido parte da conspiração em si (caso ela tivesse existido, é claro!).

Leia a matéria, que traduzi do sítio do Wall Street Journal (acesse o original aqui)

Os telefonemas perturbadores do 11 de setembro: irregularidades nas chamadas que foram mostradas para todo o mundo

NOVA YORK, 16 de maio de 2013 / PRNewswire / - A América primeiro soube dos sequestros de aviões de 11 de setembro a partir do Procurador-Geral Ted Olson, que relatou dois telefonemas de sua mulher, Barbara Olson, a conhecida comentarista da CNN.

Do Voo 77 da American Airlines, Barbara Olson clarificou o drama de seqüestradores muçulmanos usando facas e cortadores de caixas arrebanhando dezenas de passageiros para a parte traseira do avião.

Estas e outras chamadas relatadas foram analisadas ​​pelo Painel de Consenso do 11 de Setembro, composto de cientistas, pilotos, professores, advogados e jornalistas.

O Painel começou sua pesquisa em 2011 com as Torres Gêmeas e o súbito, impressionante colapso do edifício adjacente WTC7, um enorme arranha-céu de 47 andares em aço.

A conclusão oficial de que todas as 82 colunas de sustentação faliram simultaneamente somente por causa do fogo tem, por anos, levantado sérias questões sobre a versão oficial.

O Painel de Consenso do 11 de Setembro oferece agora quatro pontos baseados em evidências sobre os supostos telefonemas dos vôos do 11 de setembro.

O famoso drama do "vamos rolar" da revolta de passageiros no United Airlines 93 foi retransmitido pela chamada de 13 minutos não gravada do encosto do banco do passageiro Todd Beamer para o telefone da supervisora da GTE Lisa Jefferson, que relatou Beamer como estranhamente tranquilo, recusando-se a falar com a sua esposa. Estranhamente, a linha de Beamer permaneceu aberta por 15 minutos após o acidente.

Estranhamente, o registro wireless Verizon mostra que 19 chamadas foram feitas do celular de Beamer muito tempo após o acidente de United Airlines 93.

Reportagens e entrevistas iniciais do FBI detalharam mais do que uma dúzia de chamadas telefônicas de celulares dos aviões em grande altitude.

No entanto, em 2001, um porta-voz afirmou que as chamadas de telefone celular não eram possíveis acima dos 10.000 pés de altitude.

Durante Julgamento Moussaoui, em 2006, o FBI (sob juramento) reduziu o número de chamadas de telefone celular para duas chamadas feitas a partir de 5000 pés, e apresentou provas de uma só (e não duas) chamada "não completada" de Barbara Olson, com duração de "0 segundos".

Em outra reviravolta, outras duas mulheres relataram que os identificadores de chamadas mostraram números dos celulares dos seus maridos em suas secretárias eletrônicas, que, além de durarem vários minutos, teriam que ter sido feitas a partir de altitudes de 25.000 e 35.000 pés.

Finalmente, embora o FBI tenha conduzido a uma investigação massiva nas chamadas, nada nas contas dos telefones, nem os dados de localização de telefone celular armazenados nos registros da companhia telefônica padrão foram divulgados publicamente.

O Painel de Consenso do 11 de Setembro desenvolveu 32 pontos de evidência.

FONTE O Painel de Consenso do 11 de Setembro / Web site: http://www.consensus911.org

Tradução: Aquiles Lazzarotto

Juiz rejeita denúncia contra estudantes da USP e critica exagero do MP
(29mai2013)

Do sítio Sem Juízo, por Marcelo Semer

“Prova maior do exagero e sanha punitiva que se entrevê na denúncia é a imputação do crime de quadrilha”

O juiz Antonio Carlos de Campos Machado Junior, da 19ª Vara Criminal, rejeitou nesta segunda-feira, denúncia do Ministério Público que imputava a cerca de 70 réus, envolvidos nas manifestações na Universidade de São Paulo, crimes de dano, posse de explosivos, desobediência e formação de quadrilha.

Para o juiz, “o direito penal, exceto nos regimes de exceção, não compactua com acusações genéricas”, como o fato de atribuir a todos os indiciados a prática dos diversos crimes, sem a individualização das condutas.

“Afirmar, com respeito a setenta réus, que todos praticaram ou aderiram a conduta dos que depredaram as viaturas policiais, ou guardavam artefatos explosivos e bombas caseiras, recai no campo das ilações”, assevera o magistrado para quem a “prova maior do exagero e a sanha punitiva é a imputação do crime de quadrilha”.

Para ler a íntegra da decisão acesse a postagem de Marcelo Semer.

domingo, 26 de maio de 2013

Trégua das gangues hondurenhas - Um sinal verdadeiramente esperançoso
(26mai2013)

Por Steve Beckow em 26 de maio de 2013 / Sítio Golden Age of Gaia

Durante meus anos como juiz de refugiados, eu passei a ver Honduras e Guatemala como dois dos países mais problemáticos da Terra.

A extensão da violência nas duas sociedades era de gelar os ossos. Tiroteios e decapitações eram tão comuns que eu me perguntava como a sociedade civil pode continuar a existir lá.

Lembro-me de uma audiência em que os reclamantes viviam dentro de um complexo que abrigava uma delegacia de polícia e ainda era para eles uma ocorrência assustadora até mesmo atravessar a rua, com medo da violência das gangues.

Agora vem o anúncio de que as gangues hondurenhas como os Maras podem estar seguindo o exemplo de El Salvador de entrar em uma trégua. (1)

Não consigo pensar em nenhum exemplo mais concreto da possibilidade de haver paz em nosso mundo do que isso, similar a um fim da guerra civil na Síria ou a uma deposição de armas dos barões da droga do México e da Colômbia. É um sinal de esperança e isso não pode passar despercebido.

Grande parte da violência na América Central, creio eu, é o resultado e é um reflexo do apoio da cabala americana para regimes que servem o seu sonho, que agora terminou, de dominar o mundo.

Foi formulada como uma batalha para estender a "democracia", "liberdade" e "livre empresa" no mundo. Foi realmente uma guerra para estender o controle dos Illuminati sobre nação após nação. Ela se transformou em uma "guerra ao terror" quando a guerra para defender a "democracia" e a "guerra às drogas" não puderam mais ser usadas para mascarar isso.

A "guerra ao terror" foi executada por assassinos organizados treinados na Escola das Américas, que aparecem como combatentes pela liberdade e apoiados pela CIA. A própria CIA esteve por trás de grande parte do comércio de drogas, que utilizou para financiar seus projetos negros, como os ataques ao World Trade Center em 11 de setembro de 2001.

O termo "república de bananas" foi criado para refletir a "democracia" e a "livre iniciativa" na América Central. Nós mesmos transformamos estas nações em repúblicas de banana.

Os esforços da cabala visaram a destruição quase completa da sociedade civil em Honduras e Guatemala. Eles também visaram o massacre de nativos, o roubo de terras ancestrais, e o assassinato de qualquer um entre a população que se opusesse às derrubadas de governos que ocorreram com regularidade por lá.

Conquanto a Igreja Católica possa ter tido um registro miserável em muitos outros países, na América Central seus sacerdotes estenderam uma Teologia da Libertação vigorosa em nome dos oprimidos. Muitos deles foram assassinados por seus esforços.

Se as gangues hondurenhas entraram de fato em uma trégua e se essa trégua se torna paz, isso para mim é uma grande indicação de que o mundo mudou de rumo.

A cabala em si já foi derrubada. Pessoas como o ex-presidente George Bush pai ainda não foi expostos como tendo sido envolvido ou tendo liderado as operações negras indo tão longe para trás como o assassinato do presidente John Kennedy.

Ele, em particular, ainda não foi desmascarado como uma figura de liderança, durante seus anos como diretor da CIA, no comércio de droga no mundo. Ele e o ex-presidente Clinton (também envolvido no tráfico de drogas) (2) ainda não foram expostos como tendo fugido com incontáveis ​​milhões de sua "angariação de fundos" para vítimas de furacões e outros desastres "naturais". Mas tudo isso virá.

Nesse meio tempo, eu não acho que possamos sequer imaginar o alívio e a alegria vivida pela maioria dos hondurenhos se a reversão da violência representada por um final de guerra de gangues de fato ocorre e se fortalece. Espero que seja um prenúncio de paz por vir para o mundo em geral.

Notas de Rodapé

(1) Sage, "Gangues de Honduras para anunciar trégua para cortar Violência", 26 de maio de 2013, em http://goldenageofgaia.com/2013/05/honduran-gangs-to-announce-truce-to-cut-violence/

(2) como governador do Arkansas, ele supervisionou a utilização do aeroporto de Mena como um canal para as drogas da CIA enviado no Aeroporto Ilopango. Google Mena Airport, Clinton, CIA drug trade, etc.

Tradução: Aquiles Lazzarotto

sexta-feira, 24 de maio de 2013

O que a Goldman Sachs deve admitir: ela eleva o custo dos alimentos
(24mai2013)

Em seu encontro de hoje, acionistas da Goldman deveriam ouvir sobre as práticas titânicas de negócios de exploração do sistema financeiro

Por Deborah Doane, no sítio do The Guardian
Quinta-feira, 23 de maio de 2013 13:30 BRT

A Goldman Sachs tem sido um especulador ativo nos mercados de 
commodities desde a sua desregulamentação na década de 1990. 
Fotografia: Brendan Mcdermid / Reuters

Hoje, 23 de maio, é dia da Assembléia Geral Ordinária (AGO) do especulador financeiro Goldman Sachs, o vilão arquetípico da crise econômica global, socorrido pelos contribuintes dos Estados Unidos com valores da ordem de US $ 5,5 bilhões. Talvez eles vão entregar relatório de impacto comunitário do ano passado, que mostra como eles tentaram se redimir com a caridade, servindo quase 30.000 refeições e preparando cerca de outras 250 mil em projetos comunitários nos EUA e ao redor do mundo.

A ironia, claro, é que enquanto eles estão servindo algumas refeições, seu núcleo de negócios é virtualmente fazer pessoas passarem fome ao mesmo tempo. Em 2012, o banco de investimento dos EUA fez estimados US $ 400 milhões oriundos da especulação sobre os alimentos. O Banco Mundial estimou em 2010 que 44 milhões de pessoas foram empurradas para a pobreza por causa dos altos preços dos alimentos, e que a especulação é uma das principais causas.

Desde que a Goldman liderou a unidade para desregulamentar os mercados de commodities na década de 1990, depois de restrições que foram impostas após a quebra de Wall Street na década de 1930, eles estiveram na vanguarda da criação e promoção de instrumentos de commodities complexos, dos quais eles arrecadaram lucros enormes. Wallace Turbeville, vice-presidente e ex-inventor dos fundos de índice de commodities, tem exposto os métodos da empresa. Ele diz que no seu tempo de Goldman, o investimento aumentou de US $ 3 bilhões em 2003 para US $ 260 bilhões em 2008, e que os preços das commodities subiram dramaticamente durante o mesmo período, aumentando de 2006 a 2008 numa média de 71%.

Em 1996, os especuladores detinham 12% das posições no mercado de trigo de Chicago, com a maior parte do mercado sendo composta pelos usuários legítimos de alimentos - desde os agricultores aos produtores. Mas os legítimos elementos dos mercados de commodities praticamente desapareceram nos anos seguintes. Até 2011, os especuladores puros fizeram um escalonamento de 61% do mercado. Claro, a Goldman Sachs não é o único jogador, mas é certamente o maior.

Durante vários anos foi debatido se a especulação em commodities alimentares eleva os preços. Mas a evidência agora diz com firmeza que sim, e que há pouca correlação entre o aumento dos preços e a oferta e demanda reais. Existem hoje mais de 100 estudos que concordam (pdf), a partir de fontes tão variadas e valiosas, como a Universidade de Harvard, a Organização para a Alimentação e Agricultura e as Nações Unidas.

O efeito de arrastamento do aumento da especulação fez com que picos de preços sejam agora cada vez mais comuns. Em novembro de 2012, o Banco Mundial declarou uma nova era de volatilidade do preço dos alimentos.

Enquanto os órgãos reguladores jogam catch-up em ambos os lados do Atlântico, os lobistas financeiros estão fazendo o máximo para bloquear o progresso. A Lei Dodd Frank, aprovada em 2010, impôs limites à especulação, mas os lobistas da indústria estão lutando em todos os passos.

Em setembro do ano passado, pouco antes de as novas regras entrassem em vigor, um tribunal de Washington DC decidiu em favor da International Swaps and Derivatives Association e da Financial Markets Association, que apresentaram uma alegação de que as regras foram elaboradas com falhas. Um recurso está agora pendente, colocando qualquer forma de regulamentação eficaz para fora na "grama longa".

Enquanto isso, do outro lado do Atlântico, conforme Bruxelas tenta antecipar semelhante regulação progressiva, os tentáculos da influência de Goldman estão por toda parte. No Reino Unido, Goldman Sachs deu £ 8.8 milhões (US $ 13.4 milhões) para partidos políticos. O Reino Unido é o principal oponente bloqueando a regulação de Bruxelas contra a especulação de commodities.

Os membros do Parlamento Europeu dos comitês de economia e monetário reuniram-se nove vezes nos primeiros seis meses de 2010 com representantes da Goldman Sachs, os seus grupos de pressão e empresas de RP - a regulação anual foi elaborada. Enquanto isso, a Goldman Sachs está representada em 16 grupos industriais que foram convidados a participar de um "grupo de trabalho especial" para olhar para reformas financeiras para a Comissão Europeia.

A caridade pode estar viva e bem, mas até que os reguladores se alcem à sua influência, Goldman Sachs e seus companheiros do setor financeiro ainda são capazes de dar com uma mão e tirar muito mais com a outra.

Tradução: Aquiles Lazzarotto

Odiando a mídia
(24mai2013)

Postado por Stephen Cook em 24 de maio de 2013 no sítio Golden Age of Gaia

Stephen: OK, OK, então eu não gosto de usar sempre a palavra com 'h' [N.T.: hate = ódio], mas esse é o título deste artigo da coluna perspicaz do jornalista Sam de Brito, que vive em Sydney. Eu sempre gosto de ler pensamentos de Sam na medida em que ele costuma dizer o que muitas pessoas estão pensando - e então eu senti que valia a pena compartilhar o seu texto de hoje com todos vocês. Aviso: linguagem levemente grosseira.

Por Sam de Brito, Sydney Morning Herald - 24 de maio de 2013


Eu odeio a mídia. Não tanto os jornalistas, porque eu tenho muitos que são queridos amigos, parentes, irmãos, primos, pais, avós (e empregadores!).

Eu estou falando sobre a coisa que hoje chamamos de "mija" [N.T.: provavelmente o autor se refira à pronúncia australiana da palavra 'media', grafando-a como 'meeja'] - a feia bola de escrever do infotenimento [N.T.: informação/entretenimento], dar-às-pessoas-o-que-elas-querem, jogar para os mais baixos, mais humildes, mais cinicamente nostálgicos, jejunos, insípidos impulsos da audiência e do leitor - que é no que ela se transformou.

Eu posso ler um grande sítio de notícias de cima para baixo e, literalmente, sentir-me doente - e não apenas por causa da merda sem fim, que agora passa por uma "história", parece ser o que as pessoas querem ler, mas que nós - jornalistas e editores e profissionais de comunicação - parecemos impotentes ou tão carentes de imaginação sequer para fornecer uma alternativa atraente.

Eu odeio que algum imbecil com uma conta no Twitter possa se tornar notícia de primeira página por dizer porcarias ditas por jornalistas a cada minuto do dia nas redações, mas então vamos hipocritamente para as desculpas públicas mais fininhas do que o material em que nosso produto é impresso.

Eu odeio ver traficantes e bandidos se transformarem em celebridades em nossas páginas sociais e que o fato de ficar rico neste país de alguma forma equivale a ser notícia.

Eu odeio que fotógrafos persigam atores adolescentes ou motoristas bêbados com morte cerebral fora dos tribunais, mas nunca vemos uma equipe de filmagem estacionada fora das mansões da criminosa multitudinária elite empresarial e política "porque eles merecem uma vida privada".

Eu odeio o racismo desenfreado em nossa cobertura de notícias e nós negarmos que ele sequer está lá. Eu odeio o provincianismo do nosso "mija" e que fazemos tão pouco para educar as pessoas sobre as realidades geopolíticas que estão moldando o mundo em que vivemos

Eu odeio as mentiras que não são contestadas. Eu odeio que "cobertura equilibrada" signifique citar algumas imbecilidades de que "a vacinação realmente causa autismo" ou que "a mudança climática não está acontecendo", apesar de 97 por cento dos cientistas concordarem que está.

Eu odeio como algum(a) prostituto(a)-da-fama de bumbum arrebitado que age como um(a) idiota absoluto(a) em um reality show é considerado "notícia" no dia seguinte na TV do café da manhã, e nós entao damos em um sítio de notícias uma recapitulação de 60 parágrafos de suas travessuras.

Eu odeio o falso feminismo apregoado por revistas femininas após uma trágica garota ser estuprada em um país do terceiro mundo (porque nos preocupamos tanto com os nossas irmãs negras e marrons e as da Ásia), e depois se vira a página para encontrar 87 garotas brancas magras dizendo à multicultural Austrália que é assim que você deve parecer.

Eu odeio que se eu clicar em um vídeo de uma história de uma pobre criança que está sendo brutalizados por causa de seu gênero, sexualidade ou religião, eu primeiro tenho que sentar-me para um anúncio de 15 segundos de alguma fábrica multinacional sem um membro do conselho do gênero, sexualidade ou nacionalidade da criança brutalizada - ainda podem mudar minha vida para melhor com o seu produto.

Eu odeio que a "mija" parece se deleitar assegurando-nos o quão ruim e miserável de um lugar que a Austrália é, quando temos isso melhor do que qualquer outro país no mundo. Eu odeio, odeio, odeio que nós realmente acreditemos nisso.

Eu também odeio algumas marcas da "mija" mais do que as outras, embora eu conheça quem são as pessoas com o poder nessas marcas, aperte suas mãos, beba com eles no pub, cresci com eles e entenda as pressões sob as quais operam.

E eu não odeio sozinho.

Eu falo com pessoas todo o tempo que vão dizer o quanto elas desprezam a "Media de Murdoch" ou "o que eles fizeram para Fairfax" ou o "estado de notícias na TV".

Eu conheço caras que não poderiam citar o líder da oposição no estado que me dizem que "odeiam" o sensacionalismo com que tantas histórias são tratadas, com o voyeurismo vestido como interesse público sempre que alguém de boa aparência e branco é morto, ou um desastre natural (na Austrália) oferece classificações como maná do céu.

Eu conheço mães que odeiam ser tratadas como caminhões de leite com estrias, pois elas tiveram um filho - agora elas são um "novo demográfico" que não sabe ler uma seção a menos que seja filigranada com corações do amor e patinhos de borracha e histórias assustadoras sobre as crianças que já se engasgaram com amendoim.

Estas são pessoas que dizem coisas como "é por isso que eu não leio mais o jornal" ou "eu não assisto o noticiário, é muito negativo".

Acima de tudo, eu odeio que a "mija" tenha se voltado agora para "conseguir algo" do consumidor - seja isso "engajamento", seus "hábitos de compra", "demografia" ou "aspirações" em vez de dar-lhes valor: uma boa história, bem contada.

Eu ganho a vida na "mija" e em muitos dias isso me deixa com raiva, desiludido e condescendente. Então, como você acha que seja a sensação do público em geral?

Eu vou dar um palpite e citar um pedaço de grafite que está sendo feito nas rondas da internet nos últimos tempos.

"NOTICIÁRIO: PESSOAS RICAS PAGANDO PESSOAS RICAS PARA DIZEREM ÀS PESSOAS DA CLASSE MÉDIA PARA CULPAREM PESSOAS POBRES."

Eu amo isso porque é a verdade direta - algo que eu vejo cada vez menos no meu setor.


Sam de Brito passou mais de uma década escrevendo para TV, cinema e jornais. Em seus livros, No tattoos before you're thirty e No sex with your ex, ele oferece conselhos aos seus filhos nascituros. Em suas ofertas de The lost boys e Hello darkness, ele toma o pulso da masculinidade australiana.

Tradução: Aquiles Lazzarotto - Como poderão notar os leitores, não sou expert em tradução, mas acredito que tenha conseguido trazer para aqui a ideia geral do artigo.

A verdade será revelada - Parte 2
(24mai2013)

(Clique aqui para acessar a Parte 1)

Por Steve Beckow, publicado em 19 de maio de 2013 no sítio Golden Age of Gaia

Carl Sagan e sua família foram ameaçados de morte se ele 
revelasse a existência de extraterrestres


A verdade da presença extraterrestre


Geoff West considerou o Disclosure [Divulgação] um "divisor de águas" na história da humanidade no Cosmic Vision News desta semana (1). Nenhuma outra notícia poderia afetar mais a sociedade humana nesta altura dos acontecimentos.

E, no entanto, desde os anos 1950 os governos do mundo, liderados pelos EUA, tentaram manter a presença extraterrestre em segredo. Em parte, isso reflete o uso de seus contatos extraterrestres negativos para a tecnologia em troca de permitir que as abduções ocorressem.

Em parte, isso reflete o conhecimento de que a posição de poder das elites cairia diante do contato extraterrestre. SaLuSa nos diz:
"Mesmo nós, da Federação Galáctica da Luz tivemos contato com seus líderes, e as nossas ofertas para trazer a paz ao mundo foram recusadas. Isso não nos surpreendeu, porque a agenda das trevas era dominar o mundo e escravizar as pessoas. Seus planos eram bem avançados e o sucesso estava à vista, até que de repente vocês responderam à Luz e começaram a compreender a verdade". (2)
Agora, os aliens negativos foram tirados do planeta por coalizões, como a Federação Galáctica da Luz, que servem ao Criador, e a cabala foi interrompida, mas os governos do mundo ainda se opõem à Divulgação [Disclosure].

Mas esta é uma verdade que será revelada, SaLuSa nos diz:
"A duração do contínuo encobrimento da verdade por muitos, muitos anos, é bastante surpreendente para nós, assim como os seus governos gastarem enormes quantias de dinheiro para apoiar as organizações que estão sendo usados ​​para essa finalidade.
Mesmo agora, ele continua com o SETI [Search for Extraterrestrial Intelligence], que busca o Universo por sinais de vida inteligente, enquanto o seu governo tem tido um diálogo contínuo com os extraterrestres que vocês conhecem como os Cinzas [Grays]. Isso vem acontecendo há cerca de 70 anos, e em uma base regular". (3)
Céus, o SETI nunca ouviu falar da Internet? Ela teria feito o seu trabalho muito mais fácil - se revelar a existência de extraterrestres tivesse sido o seu trabalho.

Mas há mais para a história. A quadrilha ameaçou matar Carl Sagan, do SETI, e sua família se ele revelasse a existência ET, de acordo com Matthew Ward (4).

A Luz Pleiadiana, através de Hannah Beanconsfield, nos diz que o contato extraterrestre tem sido conhecido há séculos, mas as informações sobre ele foram mantidas trancadas em lugares como os arquivos do Vaticano.
"Os membros do tipo ativista entre vocês podem querer começar a pedir ao Vaticano e aos novos líderes em posições de poder para permitir maior acesso aos vastos arquivos que foram escondidos do público -durante séculos. Você vai encontrar lá dados que validam a realidade da vida extraterrestre". (5)
Não é apenas a existência dos Galácticos que foi mantida em segredo. A NASA sabe muito mais sobre realidades astronômicos do que deixa transparecer.

Os leitores aqui sabem que o nosso Sol local é um ponto de transmissão para as energias edificantes que vêm da Fonte através do Sol Central Galáctico e estão reorganizando a nossa realidade. Aparentemente, a NASA também soube, mas manteve a verdade afastada de nós, diz SaLuSa.
"Seus cientistas afastaram de vocês o conhecimento. Eles sabem que o sistema solar está mudando, e que o Sol é um ponto focal principal para o que está ocorrendo. A N.A.S.A. foi a maior culpada de esconder os fatos, e emitindo informações falsas. Tudo isso vai mudar rapidamente nos próximos meses". (6)
Todos os dias assistimos a inúmeros filmes e programas de TV deturpando os Galácticos em uma tentativa de nos fazer temê-los e de afastar o Disclosure [a Divulgação]. No entanto, o Conselho Pleiadiano dos Nove nos diz, "com o crescimento e elevação do nível de discernimento, vocês, queridas almas poderão saber o que é e não é verdade na medida em que vocês se tornarem cada vez mais despertas" (7).

SaLuSa especula que estamos famintos pela verdade e que não toleraremos seu embargo por muito mais tempo.
"Vocês têm fome pela verdade, na medida em que vocês vêm a perceber que por eons de tempo ela tem sido mantida longe de vocês, e que muito do que vocês veem como sua história foi fabricado para atender os objetivos daqueles envolvidos. Talvez a omissão mais importante seja a evidência de nossas visitas à Terra, e os contatos que fizemos. No entanto, através da arqueologia, para quem tem os olhos para ver, há evidências que remontam a milhares de anos.
Parte dela é inegável, até mesmo ao ponto de mostrar que naves estavam em seus céus muito antes que vocês conquistassem o ar. Se já tivesse sido aceito que éramos visitantes constantes de sua Terra, e que tivemos contatos significativos quando transmitimos conhecimentos para vocês, teria sido muito mais fácil para fazer o Disclosure [a Divulgação]. Na verdade, em alguns aspectos, poderia nem ter sido necessário fazê-lo, na medida em que nossa ligação com vocês estivesse entendida, e nossas visitas já estariam ocorrendo abertamente". (8)
SanJAsKa nos diz que foi sempre a intenção o fim do encobrimento e que o papel do Galácticos em nossa Ascensão fosse revelado.
"A experiência da Terra, tal como está neste momento continua a testar muitas almas, e os eventos que ocorrem no cenário mundial estão realmente levando vocês para a divulgação da nossa existência, da existência de reinos além da sua compreensão consciente e da existência de muitas outras coisas que existem para ajudar a humanidade a ver a ilusão orquestrada que foi imposta a vocês. ...
Na verdade, sempre foi destinado a ser assim e sempre foi conhecido, mesmo por eles, que os eventos alcançariam a conclusão que eles estão alcançando agora, que é, de novo, a divulgação da nossa existência e a discussão total sobre o nosso desejo de ajudá-los ao longo de sua evolução como um planeta." (9)
Matthew Ward nos disse recentemente que a incapacidade dos Illuminati para evitar a Audiência Cidadã do Disclosure no final de abril de 2013 constitui uma indicação da sua impotência, mas realmente é o Deus do universo, que vai dar o sinal final.
"[O verdadeiro] significado da semana [Audiência Cidadã do Disclosure] é que ela ocorreu. A influência dos Illuminati nos Estados Unidos, seu último reduto, enfraqueceu tão seriamente que não poderiam impedi-la. Seus governos não podem continuar por muito mais tempo a encobrir a presença de nossa família, mas, por favor, não esperem para apertar as mãos com aqueles que vivem entre vocês ou cumprimentar as equipes de pouso na próxima semana. Uma declaração oficial de que outras civilizações existem, ou talvez apenas sobre a probabilidade de elas existirem, seria um primeiro passo cauteloso, e seus líderes que estiveram envolvidos no planejamento do anúncio ainda estão discutindo sobre quando as pessoas vão estarão prontas para ouvir isso.
Esses líderes não sabem que essa decisão não é tarefa deles. Em Sua infinita sabedoria maior, Deus saberá quando dar o sinal VÁ para o mais alto conselho universal, e, em seguida, algumas das milhares de tripulações em torno do planeta irão juntar-se a vocês. Eles irão adicionar as suas tecnologias àquelas desenvolvidas por seus cientistas muitos anos atrás, mas foram usurpadas pelos Illuminati, e quando vocês não precisarem mais de sua ajuda, aqueles membros da família retornarão às suas pátrias." (10)
Isto posto, os Galácticos nos disseram que eles não vão divulgar enquanto houver risco envolvido. O risco de medidas dos Illuminati como o Projeto Bluebeam provavelmente já passou, mas outras fontes de risco ainda existem, conforme a Federação Galáctica, através de Blossom Goodchild, nos adverte.
"Há tantas complicações que muitos nem sequer são capazes de conceber.
É imperativo que nós 'acertemos' e timing é tudo. De fato, houve muitas 'decepções' devido ao 'comportamento' de quem não tem agenda para ajudar ... e muitas mudanças de última hora têm acontecido.
NÓS NÃO VAMOS COLOCÁ-LOS EM RISCO.
Consequências de ações que não são completamente pensadas poderiam "virar tudo" na direção errada." (11)
Existe ainda o risco de cidadãos comuns que possam entrar em pânico ao ver o Galácticos. As energias crescentes cuidarão muito disso, mas não de tudo, os Pleiadianos sugerem.
"Como já informamos anteriormente, estamos esperando os níveis de energia coletiva alcançarem o patamar necessário para que sejamos capazes de estar confortavelmente em seu mundo com vocês, queridas almas, e temos retido o nosso contato 'oficial' com o seu mundo de uma forma descarada, que vai ajudar toda a gente saber a verdade de nossa existência, por causa de como os níveis de energia coletiva se mantiveram por muito tempo. ...
Estamos felizmente antecipando uma entrada fácil para as energias coletivas quando o tempo sagrado finalmente vem e nós somos capazes de ser apresentados a vocês e nos tornar conhecidos para cada alma no seu mundo que se manteve dentro de um paradigma de não entender e, em muitos casos, não aceitando nossa presença." (12)
Ashtar, através de Philipp Schlienger, também explica que não teríamos sido capazes de lidar anteriormente sem medo e pânico com essa divulgação.
"Antes deste momento Agora, a humanidade não estaria pronta para receber a verdade. Teria havido um grande perigo de as pessoas ficarem à deriva nas emoções negativas de medo, raiva e ódio.
Pensem em como vocês teriam reagido a esta notícia antes de as suas portas espirituais se abrirem e alguém como nós informasse de repente que seus irmãos e irmãs estelares estiveram tomando conta de vocês por eras do seu tempo e que tem havido um grande encobrimento pelos governos do mundo para manter essas informações longe de você? Como vocês teriam respondido à verdade sobre nós e sobre o fato de que somos TODOS UM e estamos realmente aqui para protegê-los?" (13)
Além disso, após a Divulgação [Disclosure], os Pleiadianos nos avisam, "o período entre a emissão inicial de divulgação e nosso pouso oficial pode ser um pouco tumultuado, conforme a humanidade venha a descobrir que vocês foram enganados sobre quase todos os aspectos de sua (existência)" (14).
"A vontade da Humanidade de confiar nas 'forças externas' percebidas será testada nos próximos tempos, conforme a divulgação da nossa existência seja trazida ao seu mundo e vocês sejam deixados para compreenderem coletivamente que há muitos acontecimentos em seu mundo, e fora dele, que não lhes foram ditos.
"Todo um paradigma de sigilo, mentiras e meias-verdades está prestes a ser destruído e, com ele, a referida complacência cuidadosamente inculcada e o desconhecimento que têm sido criados e alimentados em grande parte da humanidade vão desaparecer também." (15)
(continua na Parte 3)

Traduzido por Aquiles Lazzarotto

Obs.: As notas do texto estarão na postagem que contiver a continuidade deste texto (The truth will be revealed - Part 3).

quinta-feira, 23 de maio de 2013

A imprensa adversativa e o governo sitiado
(23mai2013)

Por Wanderley Guilherme dos Santos, cientista político, no sítio O Cafezinho

Com a adesão nada discreta do diário Valor Econômico, o jornalismo de perfil adversativo alcançou a unanimidade. Nenhuma notícia positiva é impressa sem um embargo – mas, porém, todavia, contudo – seguido de uma desapontadora lembrança má. Algo no seguinte estilo: “a inflação está cadente, mas as contas externas entraram no vermelho”. Esse é o moto universal da imprensa brasileira atual.

O sindicalismo anda entorpecido. Em épocas de emprego farto e ganhos salariais sucessivos, cabe à liderança manter permanente sinal amarelo junto às bases, precisamente para que quase nada mude, isto é, que continue a bonança na oferta de empregos e apropriado aumento na renda. São constantes os alarmes conservadores denunciando pleno emprego e aumento da renda dos trabalhadores como responsáveis por recrudescimentos inflacionários. Estão acontecendo agora, sem que as lideranças sindicais contraponham diagnóstico e terapia alternativas.

Inflação daninha grassa na criação de siglas de organizações sem correspondente mobilização social efetiva. Não são grupos, mas siglas de interesse. Na biografia delas encontra-se a eleição de uma diretoria e a incorporação de meia dúzia de “especialistas”, freqüentes em bombásticas declarações à imprensa. Não possuem legitimidade social nem mobilizam ninguém. São, antes, mobilizadas pela imprensa adversativa nas declarações que antepõem especulações pessimistas aos fatos materiais satisfatórios. Atuam em todos os segmentos da vida econômica e social, com representatividade restrita à diretoria e aos membros fundadores.

Há dez anos, ousado programa de subversão na estratificação social, na inovação econômica e na modernização institucional tem sido responsável por substanciais transformações na infra e na superestrutura do país. A cada ano, aumenta a resistência dos tradicionais setores beneficiados pelos projetos de poder das oligarquias às mudanças na agenda de prioridades dos projetos de governos populares. Hoje, sitiado por uma imprensa adversativa e adversária, por um sindicalismo dormente e por um carrossel de siglas de chantagem, um punhado de figuras no Executivo tem garantido a continuidade, projeto a projeto, conquista a conquista, sem contar senão com uma representação parlamentar de seu partido principal – o PT – disciplinada, mas de qualificação pouco acima de medíocre. Sindicatos, grupos sociais efetivamente vulneráveis e aliados políticos usufruem preguiçosamente das conseqüências de bons governos sem retribuir em defesa e mobilização de apoio. São caronas do sucesso. Ou os interessados mudam ou podem ser obrigados a se mudar.