Por SaLuSa, mensagem de 30/10/2013, postada no blog Sementes das Estrelas
Há uns meses atrás foi dada a vocês mais uma linha de tempo linear para que pudessem finalizar determinados assuntos inacabados e para que o maior número de almas possível chagasse a um nível que possibilitasse a sua ascensão particular. Essa linha está convergindo com a única linha de tempo que os levará para a ascensão em massa.
Não há outra forma de vocês subirem para as dimensões mais altas senão pelo desapego completo de tudo que esteja relacionado às dimensões mais baixas.
Devido a muitas questões particulares e ao caos que os que pertencem às trevas estavam causando, esse tempo lhes foi dado e está agora no seu fim definitivo. Não haverá mais tempo a ser dado e o processo seguirá o seu curso naturalmente e ele lhes mostrará que tudo que lhes temos dito é de fato real.
O comportamento de muitas pessoas mudou consideravelmente quando o assunto se refere a vida inteligente fora da terra. Cada vez mais vê-se tais pessoas em posição de respeito e receptividade em relação a isso, ainda que os meios de comunicação tendam a ridicularizar a nossa presença, esses não têm mais a eficiência de antes pelo fato de a humanidade estar acordando para a sua natureza divina.
Alguns ainda sentem-se relutantes pelo fato de tanto tempo de encobrimento da nossa presença, o que nós compreendemos perfeitamente. Essas pessoas passarão por processos um pouco mais lentos para que tenham as suas memórias recuperadas das suas vidas em diversas partes do Universo. O tratamento será igual para todos, mas cada um sentirá um efeito de acordo com a sua própria capacidade de recuperação. Cada um tem um tempo único sempre respeitado por nós.
As pessoas que aceitam abertamente a nossa presença naturalmente serão as primeiras a serem convidadas a estar a bordo das nossas naves, onde serão levadas, por nós, às nossas bases a testemunhar tudo que viemos falando durante esse tempo – o fato de nos reunirmos no interior da Terra, no leito dos oceanos e dentro das grandes montanhas. Será uma imensa alegria para nós levá-los ao encontro dos seus familiares da Terra interna, assim como colocá-los frente a frente com os seres que compõem a sua família genética.
Passos estão sendo dados neste momento para que as coisas acelerem o mais rápido possível já que o tempo está se esgotando e a data limite se aproxima rapidamente e trará os seus efeitos benéficos para toda a espécie humana. Continuem as suas meditações com as intenções positivas de erguer cada vez mais a Terra das vibrações mais baixas, isso possibilita que possamos impulsionar rapidamente os acontecimentos que desejamos pôr em movimento em sua realidade.
Nós gostaríamos de dizer que desejamos nos manifestar em breve com as nossas naves na capital americana, especificamente sobre a Casa Branca, e desejamos que esse evento seja televisionado para o maior número possível de pessoas. Nós sabemos que os que pertencem às trevas irão tentar minimizar esse acontecimento, fazendo com que chegue ao menor, senão a nenhuma alma vivente na Mãe Terra. Gostaríamos de pedir que vibrem as suas mais reais intenções de amor para que possam tornar possível esse nosso “aceno” para vós.
Eu os amo e desejo do fundo do meu coração que os seus dias sejam cada vez mais maravilhosos ao saborearem as novas energias deste portal que trará para vocês uma chuva de possibilidades e lhes dará a chance de concluírem positivamente os seus assuntos inacabados neste último período pré-determinado.
Eu sou SaLuSa de Sírius e renovo os votos de amor e paz da Federação Galáctica para com todos vocês.
Quem sou eu
- Aquiles Lazzarotto
- Bebedouro, São Paulo, Brazil
- Geólogo e professor aposentado, trabalho este espaço como se participasse da confecção de um imenso tapete persa. Cada blogueiro e cada sitiante vai fazendo o seu pedaço. A minha parte vai contando de mim e de como vejo as coisas. Quando me afasto para ver em perspectiva, aprendo mais de mim, com todas as partes juntas. Cada detalhe é parte de um todo que se reconstitui e se metamorfoseia a cada momento do fazer. Ver, rever, refletir, fazer, pensar, mudar, fazer diferente... Não necessariamente melhor, mas diferente, para refazer e rever e refletir e... Ninguém sabe para onde isso leva, mas sei que não estou parado e que não tenho medo de colaborar com umas quadrículas na tecedura desse multifacetado tapete de incontáveis parceiros tapeceiros mundo afora.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Pobre custa muito caro para o Brasil (31out2013)
Por Fernando Brito, no sítio Tijolaço
Millôr Fernandes, um dos frasistas mais célebres deste país, numa de suas crônicas “explicava” porque os governos brasileiros se esforçavam em que nosso país tivesse cada vez mais pobres, e concluía com um “argumento econômico”: “pobre é muito mais barato”!”
De fato, para uma colônia, onde o que importa é extrair lucros, onde os pobres são apenas insumos da produção, os pobres são baratos.
Pobre, porém, é muito caro para um país que pretende ser uma nação, um conjunto formado por território e gente com ideias de felicidade e progresso.
Não existe nada mais caro que a pobreza porque, primeiro, ela não produz, ou produz pouco, ou produz mal, por todas as carências que a pobreza traz ao trabalhador.
Depois, porque mesmo com os serviços precários que os pobres têm, custa muito tratar de gente que adoece por comer e viver mal, em meio à imundície, custa caro manter crianças o dobro de tempo na escola porque não conseguem aprender, custa caro não termos trabalhadores capazes porque a pobreza os tirou da escola para o trabalho ou recalcados, porque “não tinham cabeça para aprender”, custa caro porque precisa-se de muita polícia e de muita cadeia para (não) resolver os problemas de violência e de criminalidade que a pobreza traz.
A lista da “carestia” da pobreza extrema poderia prolongar-se indefinidamente.
Nada, porém, custa tão caro quanto termos tantos pobres fazendo do Brasil um país pobre.
Pobre para os pobres, que pagam o preço desta pobreza com a falta de futuro de suas vidas e as vidas de seus filhos.
Pobre também para os não-pobres, porque não há riqueza possível em meio à pobreza, que constrange, atemoriza, ameaça ou, pior ainda, desumaniza as relações entre – queiram ou não as elites – seres humanos.
O vereador de Piraí que sugeriu que mendigo virasse ração para peixes apenas verbalizou o que muitos, alienados do sentimento de compaixão, deste humaníssimo sentimento de sentir a dor alheia, pensam sobre aqueles que a degradação e a pobreza finalmente fizeram decair à condição de párias.
Quanto custa retroceder a esta condição animal, de abandonar à morte os desvalidos, os doentes, os velhos e improdutivos? Quanto custam séculos de civilização?
Hoje, no aniversário do Bolsa-Família, deveríamos estar comemorando mais que o sucesso de um programa social, mas de um programa econômico.
A informação, citada hoje por Lula, de que cada R$ 1 investido no Bolsa Família gera um acréscimo de R$ 1,78 no Produto Interno Bruto (PIB) é apenas um pequeno pedaço da imensa riqueza que vem do fato de termos menos 36 milhões de brasileiros na pobreza extrema.
O impulso que isso gera sobre a economia é, ele próprio, um pedaço da famosa “porta de saída” que se cobra do programa, porque gera consumo, gera produção e, com eles, gera oportunidades de trabalho.
Os tecnocratas, samurais do capital, não conseguem entender que não há custo maior no Brasil do que termos um país de pobres – do tamanho de França – dentro de nós. Muito menos ainda são capazes de perceber o potencial produtivo de tamanha quantidade de gente.
Nossas elites olham com desprezo assistir com o mínimo estes nossos irmãos. Não só as de direita, mas também os pretensiosos que se acham de esquerda “moderna”. Lembro deles criticando os Cieps por darem refeições completas aos alunos: “escola não é pensão”, diziam.
Burros, porque escola é lugar de aprender e civilizar, e não há aprendizado e civilização possíveis com fome.
Gastar com os pobres, além de ser o negócio mais lucrativo que se pode fazer nesse país de perdas, é a única maneira de fazer investimento sustentável no Brasil.
São eles, bípedes – e não o tripé econômico, como dizem os quadrúpedes do neoliberalismo – e seus recém convertidos – que podem fazer o Brasil andar para a frente.
E quem tem forças para por-se de pé e começar a andar e não volta a rastejar.
Talvez seja disso que tenham medo.
Millôr Fernandes, um dos frasistas mais célebres deste país, numa de suas crônicas “explicava” porque os governos brasileiros se esforçavam em que nosso país tivesse cada vez mais pobres, e concluía com um “argumento econômico”: “pobre é muito mais barato”!”
De fato, para uma colônia, onde o que importa é extrair lucros, onde os pobres são apenas insumos da produção, os pobres são baratos.
Pobre, porém, é muito caro para um país que pretende ser uma nação, um conjunto formado por território e gente com ideias de felicidade e progresso.
Não existe nada mais caro que a pobreza porque, primeiro, ela não produz, ou produz pouco, ou produz mal, por todas as carências que a pobreza traz ao trabalhador.
Depois, porque mesmo com os serviços precários que os pobres têm, custa muito tratar de gente que adoece por comer e viver mal, em meio à imundície, custa caro manter crianças o dobro de tempo na escola porque não conseguem aprender, custa caro não termos trabalhadores capazes porque a pobreza os tirou da escola para o trabalho ou recalcados, porque “não tinham cabeça para aprender”, custa caro porque precisa-se de muita polícia e de muita cadeia para (não) resolver os problemas de violência e de criminalidade que a pobreza traz.
A lista da “carestia” da pobreza extrema poderia prolongar-se indefinidamente.
Nada, porém, custa tão caro quanto termos tantos pobres fazendo do Brasil um país pobre.
Pobre para os pobres, que pagam o preço desta pobreza com a falta de futuro de suas vidas e as vidas de seus filhos.
Pobre também para os não-pobres, porque não há riqueza possível em meio à pobreza, que constrange, atemoriza, ameaça ou, pior ainda, desumaniza as relações entre – queiram ou não as elites – seres humanos.
O vereador de Piraí que sugeriu que mendigo virasse ração para peixes apenas verbalizou o que muitos, alienados do sentimento de compaixão, deste humaníssimo sentimento de sentir a dor alheia, pensam sobre aqueles que a degradação e a pobreza finalmente fizeram decair à condição de párias.
Quanto custa retroceder a esta condição animal, de abandonar à morte os desvalidos, os doentes, os velhos e improdutivos? Quanto custam séculos de civilização?
Hoje, no aniversário do Bolsa-Família, deveríamos estar comemorando mais que o sucesso de um programa social, mas de um programa econômico.
A informação, citada hoje por Lula, de que cada R$ 1 investido no Bolsa Família gera um acréscimo de R$ 1,78 no Produto Interno Bruto (PIB) é apenas um pequeno pedaço da imensa riqueza que vem do fato de termos menos 36 milhões de brasileiros na pobreza extrema.
O impulso que isso gera sobre a economia é, ele próprio, um pedaço da famosa “porta de saída” que se cobra do programa, porque gera consumo, gera produção e, com eles, gera oportunidades de trabalho.
Os tecnocratas, samurais do capital, não conseguem entender que não há custo maior no Brasil do que termos um país de pobres – do tamanho de França – dentro de nós. Muito menos ainda são capazes de perceber o potencial produtivo de tamanha quantidade de gente.
Nossas elites olham com desprezo assistir com o mínimo estes nossos irmãos. Não só as de direita, mas também os pretensiosos que se acham de esquerda “moderna”. Lembro deles criticando os Cieps por darem refeições completas aos alunos: “escola não é pensão”, diziam.
Burros, porque escola é lugar de aprender e civilizar, e não há aprendizado e civilização possíveis com fome.
Gastar com os pobres, além de ser o negócio mais lucrativo que se pode fazer nesse país de perdas, é a única maneira de fazer investimento sustentável no Brasil.
São eles, bípedes – e não o tripé econômico, como dizem os quadrúpedes do neoliberalismo – e seus recém convertidos – que podem fazer o Brasil andar para a frente.
E quem tem forças para por-se de pé e começar a andar e não volta a rastejar.
Talvez seja disso que tenham medo.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Remédio bom para a memória (24out2013)
Vi a postagem a seguir no sítio Conversa Afiada e acredito que um olhar para essas imagens e notícias trará ao leitor o mesmo gosto de desgosto que senti. Ao mesmo tempo, percebemos quanto mudou para melhor o nosso patamar de compreensão do que seja uma busca pelo bem comum. Muito há a caminhar, ainda. Mas quero crer que hoje tais tentativas encontrariam bastante mais resistência do que encontraram na última década do século passado.
Postagem do blog Geopolítica do Petróleo, de 16 de outubro de 2010, reproduzido hoje no sítio Conversa Afiada.
Diante das recentes polêmicas envolvendo o Pré-Sal e a Petrobrás nas eleições, selecionamos aqui uma sequência de notícias a respeito da luta empreendida pelo PSDB-DEM para privatizar a Petrobrás e o petróleo brasileiro desde os anos 1990, durante o governo de Fernando Henrique, mas também após o fim daquele governo, quando esta coligação continuou criticando e atacando sistematicamente a Petrobrás e agora, o Pré-Sal.
Postagem do blog Geopolítica do Petróleo, de 16 de outubro de 2010, reproduzido hoje no sítio Conversa Afiada.
“Recordar é viver”: como FHC e Serra tentaram privatizar a Petrobrás
Diante das recentes polêmicas envolvendo o Pré-Sal e a Petrobrás nas eleições, selecionamos aqui uma sequência de notícias a respeito da luta empreendida pelo PSDB-DEM para privatizar a Petrobrás e o petróleo brasileiro desde os anos 1990, durante o governo de Fernando Henrique, mas também após o fim daquele governo, quando esta coligação continuou criticando e atacando sistematicamente a Petrobrás e agora, o Pré-Sal.
FHC discute a privatização da Petrobrás - Folha de S. Paulo - 16/04/1997
Diretor do Banco Central durante o governo FHC, Gustavo Franco, defende a privatização da Petrobrás e do Banco do Brasil - O Globo - 11/06/1997
David Zylbersztajn, genro de FHC é nomeado diretor da ANP em janeiro de 1998 e defende privatizações - Revista Veja
"Petrobrás pode ser vendida em 3 anos diz Zylbersztajn" - O Estado de S. Paulo -20/05/1999
“ANP defende venda de refinarias da Petrobrás” – David Zylbersztajn, genro de FHC e diretor da ANP no governo FHC, defende retalhar e vender Petrobrás – O Estado de S. Paulo – 07/01/1999
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Quando nossas limitações afloram aos nossos olhos
(11set2012)
(11set2012)
Uma característica bem brasileira, da qual gosto muito, é o humor. O humor e a ironia de levar o discurso reacionário aos extremos, acentuando assim sua pequenez e sua estupidez, são um recurso fantástico para desnudar as falas dos verdadeiros homens "de bem e de benz", da elite carcomida pelo ódio e pelo preconceito. Há, sim, que expor o quanto são ridículos e mesquinhos.
Há algum tempo, o Paulo Henrique Amorim postou uma "lista de fotografias de propriedades" do Lulinha que me fez rir muito exatamente por levar ao extremo do ridículo esses boatos sobre o enriquecimento do rapaz (ver aqui, no Conversa Afiada). A última das fotos - que é uma sequência de casas (castelos), automóvel (limusine enorme), iate (navio transatlântico), avião (o ônibus espacial da NASA) etc. - mostrava uma carroça antiga transportando um tronco gigantesco de árvore, com a legenda "o palito de dentes do Lulinha".
Resgatar o humor como forma de crítica será mais saudável, e talvez mais eficiente, do que "fritar" nossos fígados e nossa saúde num embate em que o "oponente" não mostra qualquer disposição para um diálogo verdadeiro.
Estou aprendendo pouco a pouco a "amplificar" as críticas desonestas, levando-as ao terreno do absurdo, bem no estilo do "palito de dente do Lulinha". Com isso, deixei de me irritar tanto com as pessoas e passei até a me divertir um pouco com essas situações. Ainda continuo evitando tanto quanto possível, ambientes tais como o desse bar citado por você, por serem, eu diria, naturalmente insalubres. Mas, quando não tem jeito procuro me manter sereno e responder, se inevitável for, com o cérebro e com o coração, e não mais com o fígado. Em certas ocasiões, quando percebo a inutilidade de tentar um diálogo razoável, simplesmente digo, sorrindo, ao interlocutor: "se você gosta de pensar assim, e se assim você se sente feliz, vá em frente, eu não me aborreço, apesar de eu não concordar". Com isso encerro a comunicação e gentilmente me afasto. E me afasto mesmo, pra valer.
Prefiro acreditar que a vida vai mostrar sempre a cada um de nós as consequências daquilo que dizemos, fazemos e pensamos. Procuro ficar de olhos bem abertos para ler as lições que a vida apresenta, tentando identificar eventuais distorções no conjunto de minhas crenças e valores, ou seja, aquelas crenças e valores que devo ter e que não se apresentem em ressonância com um ideal de crescimento coletivo, abrangente, inclusivo, da humanidade.
Hoje mesmo tive uma experiência interessante. Li a postagem do blog DoLaDoDeLá, um texto que não continha o nome do autor no cabeçalho, como é habitual quando se publica um texto de outrem que não do próprio blogueiro. Portanto, devia ser um texto do blogueiro. Gostei do texto, e à medida que o lia estranhava o estilo da escrita, diferente do estilo habitual do blogueiro. Ao final do texto, a surpresa! O autor era Arnaldo Jabor. E o blogueiro informa que não colocou o nome do autor no cabeçalho do texto porque muita gente não o leria caso soubesse quem o escreveu. Minha cara caiu no chão, pois provavelmente eu seria um desses que não se dariam ao trabalho dessa leitura. Ou seja, eu também me inclino a não ouvir (ou ler) determinadas pessoas desde que as rotulei e as situei em determinado setor do espectro político. Com isso, jogo fora a "água, a bacia e a criança". E eu sou um dos que se consideram tolerantes...
Explicitando os meus pré-conceitos, fica cada vez mais fácil entender e respeitar isso nos outros, entender que todo mundo se transforma com o viver, e que os caminhos para uma sociedade mais igualitária e feliz são tão diferentes quanto são diferentes os modos de cada pessoa pensar. As pessoas que "compram" o discurso da grande mídia não são intrinsecamente más. Pelo contrário, acreditam sinceramente que querem o melhor para o mundo. Da mesma forma que eu quero. E é isso que penso que deveríamos vasculhar nas pessoas para a reunião de esforços e de quereres.
Por fim, volto à questão do humor. Ele é uma ferramenta bastante útil e eficaz para fazer vir à tona nossas visões de mundo. Essas visões expostas à claridade da luz podem ser avaliadas e reavaliadas... e somente podem ser modificadas por nós mesmos, ao nos darmos conta de sua pequenez. O caso do texto do Jabor não se insere no quesito humor, mas a estratégia do blogueiro serviu para mostrar mais um pedaço da minha intolerância, e portanto me permite trabalhar isso conscientemente. A parte do humor fica na sonora risada que dei ao descobrir quem era o autor do texto. Ri de mim mesmo...
Há algum tempo, o Paulo Henrique Amorim postou uma "lista de fotografias de propriedades" do Lulinha que me fez rir muito exatamente por levar ao extremo do ridículo esses boatos sobre o enriquecimento do rapaz (ver aqui, no Conversa Afiada). A última das fotos - que é uma sequência de casas (castelos), automóvel (limusine enorme), iate (navio transatlântico), avião (o ônibus espacial da NASA) etc. - mostrava uma carroça antiga transportando um tronco gigantesco de árvore, com a legenda "o palito de dentes do Lulinha".
Resgatar o humor como forma de crítica será mais saudável, e talvez mais eficiente, do que "fritar" nossos fígados e nossa saúde num embate em que o "oponente" não mostra qualquer disposição para um diálogo verdadeiro.
Estou aprendendo pouco a pouco a "amplificar" as críticas desonestas, levando-as ao terreno do absurdo, bem no estilo do "palito de dente do Lulinha". Com isso, deixei de me irritar tanto com as pessoas e passei até a me divertir um pouco com essas situações. Ainda continuo evitando tanto quanto possível, ambientes tais como o desse bar citado por você, por serem, eu diria, naturalmente insalubres. Mas, quando não tem jeito procuro me manter sereno e responder, se inevitável for, com o cérebro e com o coração, e não mais com o fígado. Em certas ocasiões, quando percebo a inutilidade de tentar um diálogo razoável, simplesmente digo, sorrindo, ao interlocutor: "se você gosta de pensar assim, e se assim você se sente feliz, vá em frente, eu não me aborreço, apesar de eu não concordar". Com isso encerro a comunicação e gentilmente me afasto. E me afasto mesmo, pra valer.
Prefiro acreditar que a vida vai mostrar sempre a cada um de nós as consequências daquilo que dizemos, fazemos e pensamos. Procuro ficar de olhos bem abertos para ler as lições que a vida apresenta, tentando identificar eventuais distorções no conjunto de minhas crenças e valores, ou seja, aquelas crenças e valores que devo ter e que não se apresentem em ressonância com um ideal de crescimento coletivo, abrangente, inclusivo, da humanidade.
Hoje mesmo tive uma experiência interessante. Li a postagem do blog DoLaDoDeLá, um texto que não continha o nome do autor no cabeçalho, como é habitual quando se publica um texto de outrem que não do próprio blogueiro. Portanto, devia ser um texto do blogueiro. Gostei do texto, e à medida que o lia estranhava o estilo da escrita, diferente do estilo habitual do blogueiro. Ao final do texto, a surpresa! O autor era Arnaldo Jabor. E o blogueiro informa que não colocou o nome do autor no cabeçalho do texto porque muita gente não o leria caso soubesse quem o escreveu. Minha cara caiu no chão, pois provavelmente eu seria um desses que não se dariam ao trabalho dessa leitura. Ou seja, eu também me inclino a não ouvir (ou ler) determinadas pessoas desde que as rotulei e as situei em determinado setor do espectro político. Com isso, jogo fora a "água, a bacia e a criança". E eu sou um dos que se consideram tolerantes...
Explicitando os meus pré-conceitos, fica cada vez mais fácil entender e respeitar isso nos outros, entender que todo mundo se transforma com o viver, e que os caminhos para uma sociedade mais igualitária e feliz são tão diferentes quanto são diferentes os modos de cada pessoa pensar. As pessoas que "compram" o discurso da grande mídia não são intrinsecamente más. Pelo contrário, acreditam sinceramente que querem o melhor para o mundo. Da mesma forma que eu quero. E é isso que penso que deveríamos vasculhar nas pessoas para a reunião de esforços e de quereres.
Por fim, volto à questão do humor. Ele é uma ferramenta bastante útil e eficaz para fazer vir à tona nossas visões de mundo. Essas visões expostas à claridade da luz podem ser avaliadas e reavaliadas... e somente podem ser modificadas por nós mesmos, ao nos darmos conta de sua pequenez. O caso do texto do Jabor não se insere no quesito humor, mas a estratégia do blogueiro serviu para mostrar mais um pedaço da minha intolerância, e portanto me permite trabalhar isso conscientemente. A parte do humor fica na sonora risada que dei ao descobrir quem era o autor do texto. Ri de mim mesmo...
sábado, 7 de setembro de 2013
Consciência é presença
(7set2013)
(7set2013)
Por Eckhart Tolle, reproduzido do sítio De Coração a Coração
"Um dia vou me libertar do ego."
Quem está falando?
O ego.
Libertar-se dele não é verdadeiramente um grande trabalho, mas uma tarefa muito pequena. Basta estarmos conscientes dos nossos pensamentos e das nossas emoções à medida que eles vão surgindo. Não se trata de "fazer" e sim de "ver" com atenção.
Nesse sentido, é verdade que não há nada que possamos fazer para nos libertar do ego.
Quando essa mudança acontece, ou seja, quando passamos do pensamento para a consciência, uma inteligência muito maior do que a esperteza do ego começa a agir na nossa vida.
Ninguém se torna bom tentando ser bom, e sim encontrando a bondade que já existe dentro de si mesmo e permitindo que ela sobressaia. No entanto, essa qualidade só se distingue quando algo fundamental muda no estado de consciência de cada um.
No zen se costuma dizer: "Não busque a verdade. Apenas pare de cultivar opiniões."
O que isso significa?
Deixe de lado a identificação com a mente.
Assim quem você é além da mente emergirá por si mesmo.
Um ponto essencial do despertar é a identificação daquela parte em nós que ainda não se modificou: o ego da maneira como ele pensa, fala, age.
Quando você descobre a inconsciência em si próprio, aquilo que torna o reconhecimento possível é o surgimento da consciência, é o despertar.
Você não pode lutar contra o ego e vencer, assim como não consegue combater a escuridão.
A luz da consciência é tudo o que é necessário.
Você é essa luz.
Somente a presença é capaz de nos libertar do ego, pois só podemos estar presentes agora- e não ontem nem amanhã. Apenas ela consegue desfazer o passado em nós e assim transformar nosso estado de consciência.
Temos de aprender a não manter vivos acontecimentos e situações mas, em vez disso, a sempre dirigir a atenção para o momento presente - puro, atemporal - em vez de nos deixarmos atrair por histórias produzidas pela mente.
Assim, nossa própria presença se torna identidade, e não nossos pensamentos e emoções.
Fique alerta. Se você estiver consciente, será capaz de reconhecer essa voz pelo que ela é: um velho pensamento condicionado pelo passado. Além disso, não precisará mais acreditar em todos os seus pensamentos.
Verá que se trata de algo antigo, nada mais.
Consciência significa presença, e só ela pode dissolver o passado inconsciente dentro de nós.
"Um dia vou me libertar do ego."
Quem está falando?
O ego.
Libertar-se dele não é verdadeiramente um grande trabalho, mas uma tarefa muito pequena. Basta estarmos conscientes dos nossos pensamentos e das nossas emoções à medida que eles vão surgindo. Não se trata de "fazer" e sim de "ver" com atenção.
Nesse sentido, é verdade que não há nada que possamos fazer para nos libertar do ego.
Quando essa mudança acontece, ou seja, quando passamos do pensamento para a consciência, uma inteligência muito maior do que a esperteza do ego começa a agir na nossa vida.
Ninguém se torna bom tentando ser bom, e sim encontrando a bondade que já existe dentro de si mesmo e permitindo que ela sobressaia. No entanto, essa qualidade só se distingue quando algo fundamental muda no estado de consciência de cada um.
No zen se costuma dizer: "Não busque a verdade. Apenas pare de cultivar opiniões."
O que isso significa?
Deixe de lado a identificação com a mente.
Assim quem você é além da mente emergirá por si mesmo.
Um ponto essencial do despertar é a identificação daquela parte em nós que ainda não se modificou: o ego da maneira como ele pensa, fala, age.
Quando você descobre a inconsciência em si próprio, aquilo que torna o reconhecimento possível é o surgimento da consciência, é o despertar.
Você não pode lutar contra o ego e vencer, assim como não consegue combater a escuridão.
A luz da consciência é tudo o que é necessário.
Você é essa luz.
Somente a presença é capaz de nos libertar do ego, pois só podemos estar presentes agora- e não ontem nem amanhã. Apenas ela consegue desfazer o passado em nós e assim transformar nosso estado de consciência.
Temos de aprender a não manter vivos acontecimentos e situações mas, em vez disso, a sempre dirigir a atenção para o momento presente - puro, atemporal - em vez de nos deixarmos atrair por histórias produzidas pela mente.
Assim, nossa própria presença se torna identidade, e não nossos pensamentos e emoções.
Fique alerta. Se você estiver consciente, será capaz de reconhecer essa voz pelo que ela é: um velho pensamento condicionado pelo passado. Além disso, não precisará mais acreditar em todos os seus pensamentos.
Verá que se trata de algo antigo, nada mais.
Consciência significa presença, e só ela pode dissolver o passado inconsciente dentro de nós.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Tenho a intenção de paz, graça e facilidade na Terra neste momento
(5set2013)
(5set2013)
Tenho a intenção de paz, graça e facilidade na Terra neste momento.
Simples assim. Se não podemos, individualmente, atuar diretamente nos núcleos de decisão sobre os rumos do nosso planeta, podemos, sim, pelo menos não nos deixar engolfar por essa onda de medo e apreensão gerada pela grande mídia amestrada. A mídia atende interesses dos poderosos. Aos poderosos interessa a guerra, o desentendimento, em todo o mundo. Somente eles lucram com as desavenças.
A nós, meros mortais - que somos os que morrem nas frentes de batalhas -, nos cabe ao menos espargir energia calma e pacífica em nosso entorno, projetando para o mundo todo nossa intenção pela paz. Expressando a paz em nossos atos cotidianos, estaremos criando as ondas de paz para todo o entorno. Pensando em termos de teoria do caos, naquele célebre exemplo de que os infinitos desdobramentos do bater de asas de uma borboleta podem gerar um furacão no outro lado do mundo, podemos imaginar nossos augúrios pela paz de desdobrando e se multiplicando, somando-se a milhares ou milhões de outros desejos semelhantes exalados em milhares de outros lugares do mundo. O efeito final pode ser formidável.
Está ficando cada vez mais evidente que nossos pensamentos influenciam e alteram aquilo que conhecemos como realidade. A Física Quântica tem apresentado possibilidades antes inimagináveis no âmbito do paradigma newtoniano que dominava e formatava nossa percepção de universo. A bem da verdade, a visão newtoniana ainda é a preponderante, mas já deixou de ser a única aceita pela comunidade científica.
Convido a todo mundo para que, juntos, concentremos nossas "usinas" energéticas, nossas formas-pensamento, para plasmarmos um imenso invólucro de paz no planeta, sem julgar quem esteja certo ou quem esteja errado, pois os nossos elementos de informação são totalmente viciados (a grande mídia vinculada aos interesses financeiros) e o que nos chega nos noticiários e nas análises de "especialistas" da mídia não tem qualquer credibilidade ou ligação com os fatos que se desenrolam. O fato é que nosso planeta não quer mais guerras. Nem agora, nem nunca mais. Ponto.
Simples assim. Se não podemos, individualmente, atuar diretamente nos núcleos de decisão sobre os rumos do nosso planeta, podemos, sim, pelo menos não nos deixar engolfar por essa onda de medo e apreensão gerada pela grande mídia amestrada. A mídia atende interesses dos poderosos. Aos poderosos interessa a guerra, o desentendimento, em todo o mundo. Somente eles lucram com as desavenças.
A nós, meros mortais - que somos os que morrem nas frentes de batalhas -, nos cabe ao menos espargir energia calma e pacífica em nosso entorno, projetando para o mundo todo nossa intenção pela paz. Expressando a paz em nossos atos cotidianos, estaremos criando as ondas de paz para todo o entorno. Pensando em termos de teoria do caos, naquele célebre exemplo de que os infinitos desdobramentos do bater de asas de uma borboleta podem gerar um furacão no outro lado do mundo, podemos imaginar nossos augúrios pela paz de desdobrando e se multiplicando, somando-se a milhares ou milhões de outros desejos semelhantes exalados em milhares de outros lugares do mundo. O efeito final pode ser formidável.
Está ficando cada vez mais evidente que nossos pensamentos influenciam e alteram aquilo que conhecemos como realidade. A Física Quântica tem apresentado possibilidades antes inimagináveis no âmbito do paradigma newtoniano que dominava e formatava nossa percepção de universo. A bem da verdade, a visão newtoniana ainda é a preponderante, mas já deixou de ser a única aceita pela comunidade científica.
Convido a todo mundo para que, juntos, concentremos nossas "usinas" energéticas, nossas formas-pensamento, para plasmarmos um imenso invólucro de paz no planeta, sem julgar quem esteja certo ou quem esteja errado, pois os nossos elementos de informação são totalmente viciados (a grande mídia vinculada aos interesses financeiros) e o que nos chega nos noticiários e nas análises de "especialistas" da mídia não tem qualquer credibilidade ou ligação com os fatos que se desenrolam. O fato é que nosso planeta não quer mais guerras. Nem agora, nem nunca mais. Ponto.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Levante Popular da Juventude: Por que jogamos merda na Globo
(2set2013)
(2set2013)
Do sítio Levante Popular da Juventude
No dia 30 de agosto, realizamos protestos em sete capitais brasileiras em frente à Rede Globo e afiliadas, pela democratização da comunicação. A ação que realizamos que ganhou maior repercussão nos escrachos foi jogar merda em frente às sedes da emissora.
No dia posterior, as Organizações Globo lançaram na internet a sua confissão de culpa, em relação ao apoio que deu ao Golpe de 1964 e à Ditadura Militar. Nesse sentido, apresentamos aqui as razões que levaram a nos manifestar dessa maneira:
- Jogamos merda na Globo porque ela é ilegal e antidemocrática. A Globo é a representação máxima do monopólio das comunicações em nosso país, exercendo um poder absoluto na definição do que é verdadeiro e do que é falso, do certo e do errado, do que é legítimo e do que é ilegítimo no Brasil. Tal grau de concentração é incompatível com a Constituição de 1988, que proíbe expressamente o monopólio e oligopólio dos meios de comunicação. Um poder de controlar corações e mentes como o construído pela Globo jamais seria tolerado mesmo em países liberais.
- Jogamos merda na Globo porque ela é manipuladora e faz censura. Está intimamente associada às forças conservadoras do Brasil. Sua trajetória está marcada por uma relação intrínseca com o sistema político vigente e com a classe dominante. Para tanto, a Globo manipula fatos, constituindo e desconstituindo presidentes de acordo com seus interesses e das frações de classe as quais representa. É notória a sua orientação editorial no sentido de criminalizar e deslegitimar a ação dos movimentos sociais e suas bandeiras populares.
- Jogamos merda na Globo porque ela é golpista. Foi o suporte ideológico do Golpe Militar de 1964. As Organizações Globo, como recentemente assumiu, foram cúmplices de um regime ditatorial que perseguiu, prendeu, sequestrou, torturou e assassinou milhares de brasileiros que lutaram pela democracia, mas que eram tratados como “terroristas” nas manchetes dos seus jornais. A Globo foi conivente com a maior marca de sangue que o povo brasileiro carrega em sua história.
- Jogamos merda na Globo porque ela foi beneficiada e construiu um império sobre a obra da ditadura assassina. Nunca assumiu que seu império só se formou a partir das vantagens que obteve por sua associação com as forças sociais, políticas e militares que sustentaram a ditadura. E por conta dessa parceria, até o final do regime ocultou as lutas por redemocratização – inclusive o histórico comício de São Paulo, em 1984, pelas Diretas Já – prolongando ao máximo a sua duração. Portanto, não cometeu um erro, mas um crime.
- Jogamos merda na Globo porque ela É contra as mudanças que o povo quer. Em seu editorial a Globo reafirma que era contra as Reformas de Base propostas por João Goulart. Interrompidas pelo golpe, essas Reformas até hoje não foram realizadas, na medida em que o povo permanece sem acesso pleno a direitos elementares. A Globo é um dos principais entraves para o avanço nas necessárias reformas estruturais no Brasil, como a Reforma Educacional e Política.
- Jogamos merda na Globo porque ela é hipócrita. A Globo é propriedade da família mais rica do Brasil. Os filhos de Roberto Marinho somam um patrimônio de R$ 51 bilhões. Ao mesmo tempo, a Globo deve ao Estado brasileiro R$ 615 milhões, somando os impostos que sonegou na compra dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002 e as multas que recebeu da Receita Federal. Ou seja, suas empresas de comunicação atuam como agente moralizante da sociedade brasileira(julgando e denunciando desvios de verbas públicas) e promovem ações voltadas para “inclusão social”, enquanto acumulam o maior riqueza familiar do país e sonegam impostos.
- Jogamos merda na Globo porque ela joga merda na gente. A Globo contribui decisivamente para a formação de um visão de mundo conservadora, alienada e discriminadora. Sua programação está repleta de narrativas que degradam o papel da mulher, que invisibilizam a população negra e estigmatizam os homossexuais. A Globo representa também o monopólio da arte, da música e do cinema no Brasil, atuando como um torniquete que impede acesso, difusão e produção das expressões culturais mais genuínas do povo brasileiro. A emissora transformou um dos maiores patrimônios do país, o futebol, em um ativo no mercado publicitário, controlando desde a direção da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) até os horários dos jogos.
- Jogamos merda na Globo para quebrar um pacto de silêncio que existe sobre o seu Império, pois a maior parte das forças políticas, seja por cumplicidade ou por medo de se desgastar politicamente com a emissora, não questiona o seu poder. Da mesma forma, o governo federal, em nome desse pacto, silencia quanto à regulamentação dos meios de comunicação e continua alimentando essa máquina de recursos por meios das verbas publicitárias dos ministérios e empresas estatais.
- Jogamos merda na Globo pois a merda é a representação do que há de mais sujo e repugnante. É aquilo que deve ser descartado. Ao mesmo tempo, a merda fertiliza e pode fazer nascer algo novo, como a confissão de culpa que a empresa assumiu por ter apoiado a ditadura durante 21 anos. Como poderá fertilizar a regulamentação e a efetiva democratização dos meios de comunicação.Somente com atos dessa natureza seria possível expressar a necessidade urgente de democratizarmos a comunicação em nosso país. Assim como a luta por Memória, Verdade e Justiça, que pautamos a partir dos escrachos aos torturadores, a luta pela democratização da comunicação é uma etapa fundamental para consolidarmos o processo de redemocratização da sociedade brasileira até hoje inacabado.
Não descansaremos enquanto esses objetivos não forem alcançados.
Pátria Livre, Venceremos!
1º de setembro de 2013
Levante Popular da Juventude
Assinar:
Postagens (Atom)






