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Geólogo e professor aposentado, trabalho este espaço como se participasse da confecção de um imenso tapete persa. Cada blogueiro e cada sitiante vai fazendo o seu pedaço. A minha parte vai contando de mim e de como vejo as coisas. Quando me afasto para ver em perspectiva, aprendo mais de mim, com todas as partes juntas. Cada detalhe é parte de um todo que se reconstitui e se metamorfoseia a cada momento do fazer. Ver, rever, refletir, fazer, pensar, mudar, fazer diferente... Não necessariamente melhor, mas diferente, para refazer e rever e refletir e... Ninguém sabe para onde isso leva, mas sei que não estou parado e que não tenho medo de colaborar com umas quadrículas na tecedura desse multifacetado tapete de incontáveis parceiros tapeceiros mundo afora.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Sobre a morte em massa dos cães de rua
(11jun2013)

Os Elohim

Canalizado por Vinícius Francis, publicado no blog De Coração a Coração em 11 de junho de 2013


Estamos na vibração mais pura do Amor, vibramos nesta frequência. Mas, apreciamos também vosso estado de ódio porque quando vocês manifestam o ódio demonstram o quanto ainda conseguem amar

Vinícius: Gostaria que falassem a respeito do evento que atualmente está chocando a muitas pessoas no país, a morte de tantos cachorros de rua.

Elohim: Tem certeza de que deseja que falemos a respeito?

Vinícius: Sim!

Elohim: Então, respire fundo e relaxe para que a sua ansiedade em relação ao assunto não interfira na “conexão”.

Todos vocês foram criados para amar. Toda centelha divina, toda consciência expandida da fonte foi feita na medida do Amor. E não há nada que vocês façam que não esteja fundamentado nisso. Há sim, uma maneira, digamos que, distorcida ou contra o fluir natural e o chamado da Fonte, de expressarem o que seria o Amor. Entretanto, tudo o que vocês fazem tem a vibração do Amor. Uma vez que tudo o que existe foi projetado por essa essência, logo, tudo o que vibra no Universo é Amor.

Vocês estão falando muito ultimamente sobre o acontecido. Vemos vocês, em sua maioria, revoltando-se quando é comentado o assunto. Sentimos o quanto vocês se indignam ao saberem o que houve e como vocês se sentem mal ao se depararem com tais eventos, que vocês chamariam de ruins, monstruosos e desumanos.

No entanto, ao contrário do que muitos pensam e esperam, não estamos apanhando as pedras mais pontiagudas da Cidade de Luz para juntos, atirarmos contra esse sujeito, aparentemente “responsável” pelo desencarne brusco, repentino e em massa desses animais.

Nós não faremos isso porque não estamos revoltados. Não estamos indignados contra esse sujeito ou contra esses sujeitos. Não estamos odiando-o. Não estamos desferindo contra ele a incapacidade da conexão com a Fonte em meio ao caos.

Não oferecemos a ele uma vibração de hostilidade, de raiva, tampouco de juízo e perversidade. Estaríamos, agora, dentro de nossa analogia das pedras citadas a pouco, colhendo flores e não pedras... Não tema, amigo “canal”, ao traduzir essas palavras, apenas deixe fluir.

Vocês ainda não compreendem, mas, apreciamos o que o ocorrido está gerando. Porque em muitos anos, no Brasil, não houve sequer um gesto bom e nobre que movesse tanto a força do Amor como as atitudes, “erradas”, desse homem está movendo.

Não houve em vossas campanhas, em vossos protestos, em vossos esforços a favor desses pequeninos um mover de Amor como está havendo agora, devido ao ocorrido. Não odiamos esse homem, antes, apreciamos a sua falta de conexão que o levou a cometer os atos que cometeu, que, embora hostis, estão promovendo e sacudindo-vos para o Amor.

Vocês escolheram aprender pela dor, a amar pela dor e a sentir e assumir o Bem pela dor e estão, de fato, recebendo exatamente assim.

O que vocês dizem sentir não é amor.

O que vocês afirmam viver não é o amor.

Vocês estão afastados demais de vosso Eu para compreenderem aquilo que estamos dizendo agora. Vocês estão, em sua maioria, desconectados de Deus de tal maneira, que um acontecimento como esse, claramente, revela o quanto estão longe da essência divina do Amor.

Vocês são capazes de amar acima de todas as coisas, porém, escolhem abraçar a revolta e o descontentamento com as atitudes alheias. Vocês optam por negar Deus em si mesmos diante do fato ocorrido e se afundam em indignações, ódio, desejo de vingança e de fazer o mal contra esse sujeito.

Vocês ainda não compreenderam o grande objetivo por trás de tudo isso..

Porque estão tão imersos nessa realidade confusa em que vivem, que não se dão a capacidade de enxergar que tudo é muito mais do que conseguem ver. Vocês, por causa de vosso julgamento presunçoso contra este, que é parte da mesma fonte que vocês, não conseguem olhar com os olhos de Deus e contemplar no ocorrido, a grande obra divina do Amor.

Vocês julgam! Vocês estão atirando pedras, desferindo ao tal “responsável” palavras hostis e de vibração oposta a quem realmente são como: “Monstro” e “Demônio”. Vocês estão fazendo o contrário do que os pequeninos de quatro patas esperam e desejam que façam agora. Vocês estão querendo curar o ódio e a ignorância oferecendo aos “responsáveis” a mesma coisa.

Quem pensam que são para julgarem e oprimirem aqueles que agem conforme sua ignorância humana momentânea? Se vocês se acham dignos de se sentarem sobre a razão, então, responda-nos: Acaso, não fazem vocês a mesma coisa?

Por acaso, em algum momento de vossas vidas em corpos físicos, vocês não agiram tão covardemente quanto afirmam que este sujeito agiu? Vocês falam como se nunca tivessem ferido alguém, como se nunca tivessem atirado pedra em alguém, como se nunca tivessem cometido um ato de violência, seja contra um animal, seja contra um ser humano ou contra vocês mesmos.

O que estão cometendo quando se negam a aceitar a verdade plena de vosso espírito?

Violência.

O que estão cometendo quando agridem a natureza, e dela retiram recursos de forma ignorante para satisfazerem seus caprichos e luxos?

Violência.

O que vocês estão cometendo quando adotam a um desses pequeninos, sob vossa vaidade, afirmando que cuidarão, zelarão e darão a ele amor, e não se atentam às suas reais necessidades? Quando não se preocupam com seu bem estar, deixando-os amarrados em correntes, trancados em canis, sem o sabor divino da liberdade, sem o afeto merecido e necessário para o desenvolvimento psicológico de sua natureza?

Estão cometendo Violência.

O que estão cometendo quando têm filhos, seja de forma natural ou por adoção, e os agridem com palavras, com atitudes ou com gestos?

Violência.

O que estão cometendo quando desprezam vosso semelhante, na arrogância de se acharem superiores, maiores e melhores do que eles?

Violência.

Vocês se focam demais nos fatos e se esquecem dos frutos.

Vocês julgam por proporção e nós observamos a intenção.

Não ouvimos suas palavras, seus pensamentos e nem suas ideias sobre a vida. Ouvimos e sentimos vossas intenções e dizemos: Elas chegam a nós de forma tão violenta quanto vocês julgam os atos desse sujeito.

Vocês vivem se violentando interiormente.

Violentam seu próximo, seus filhos, sua natureza.

Despejam ódio e juízos quando, nesta hora, poderiam estar dispensando abundantemente a ele (o responsável) o Amor. Pois essa era a intenção dos pequeninos envolvidos ao aceitarem fazer parte dessa experiência em massa que teve apenas um intuito: Demonstrar-lhes o Amor.

Esse sujeito certamente irá arcar com as consequências de seus atos e apreciamos e respeitamos vossas leis. No entanto, não se esqueçam das leis que regem vosso espírito.

Vamos falar aqui do homem que vocês tanto admiram, Jesus.

O que ele ensinou com sua vida e forma de viver?

O Amor.

O que ele disse quando a sociedade da época quis apedrejar uma mulher por ter violado uma das leis dos homens? Ele disse: Aquele que não tiver pecado, que seja o primeiro a atirar a pedra. E repetimos isso a vocês: Aquele, dentre vós, que nunca cometeu algum tipo de violência contra um dos pequeninos de quatro patas, contra quem for ou contra si mesmo, pegue no chão a primeira pedra e atire-a contra este homem.

O homem que vocês nomeiam de “mestre” jamais agiria da forma como vocês estão escolhendo agir neste momento. Jesus foi incompreendido pela época e pela sociedade porque sua forma de amar excedia à deles. Ele foi perseguido e injuriado porque amava de uma forma ofensiva ao ego dos demais.

Apreciamos quando ele disse que o homem que se reconhece “pecador” e necessitado da “misericórdia” de Deus, é visto com mais justiça do que o que se afirma “muito justo”. De fato, ele disse essas coisas.

Vocês dão violência e têm a mesma coisa de volta. Não podem receber amor se não o derem. Deem a esse homem o que desejam receber do Universo. Se desejam que haja respeito aos pequeninos, então respeitem a ignorância desse homem. Porque as coisas ocorreram da forma como nenhum de vocês realmente sabe.

Se desejam que haja mais amor aos animais, então, comecem vocês, amando e perdoando a esse sujeito pelo que ele fez.

Deem amor e terão amor.

Vamos contar a vocês, qual era o plano por detrás disso:

Todos esses pequeninos, que abandonaram os corpos em massa, estiveram envolvidos no resgate de vosso Amor. Sim, eles morreram para despertá-los ao amor, eles atravessaram por isso para que vocês pudessem perceber o Amor. Vocês protestam dizendo que todos eles têm direito à vida. E realmente têm.

Mas dizemos: Ninguém tirará isso deles. Ninguém pode porque eles são eternos.

Não resumam a vida a apenas esta reencarnação, a este corpo e a este mundo.

A vida é muito mais do que isso e eles, todos eles, continuam vivendo.

E se estivessem agora diante de vocês, os pequeninos diriam assim:
“Amigos de “duas patas”, nós, fomos à Terra e atravessamos este acontecimento para colocar em Evidência a vossa dificuldade em amar. Bastou um ato (em massa) de violência para deixar clara vossa separação com o Amor. Através de nossas vidas e do desfecho delas semeamos em vocês a semente do amor e do perdão. E embora vos observemos ainda revoltados, de nossa forma pura de amar, sabemos que vocês logo despertarão e a partir deste fato nos olharão de forma diferente. 
Nos respeitarão e nos darão mais atenção. Nos abraçarão e compreenderão o quanto nós vos amamos e o quanto vos ensinamos isso. Atravessamos toda essa situação, agora dolorosa e revoltante para vocês, para que cada um pudesse alcançar o êxito e a conquista de superar através do Amor todas as dificuldades. 
Que vocês perdoem! Que vocês sejam maiores que as limitações que adotaram e que compreendam que tudo acontece para que vocês se abram ao amor que tanto falam e que ainda pouco vivem!”.
Amigos, não julguem, amem.

Não apedrejem, perdoem.

Não cometam violência contra a violência, mas, vivam a paz e ensinem isso através de vossas atitudes.

Quando conquistarem essa vibração e quando escolherem viver nela, os fatos como os ocorridos nos últimos dias serão extirpados da Terra e o Amor poderá fluir e se manifestar em sua verdadeira forma e intenção.

Estamos felizes por poder compartilhar esse momento com vocês em profundo Amor.

Haja Luz!

domingo, 9 de junho de 2013

Um pedido especial
(9jun2013)

Por Gabriel, no blog Sementes das Estrelas, em 9 de junho de 2013.


Amados amigos, venho transmitir a vocês um pedido que foi feito a nós. Tempos difíceis estão chegando para várias instituições mundiais, inclusive a Igreja Católica. Foi-nos pedido para orar e Flamejar o nosso amor para a Igreja Católica. Sei que muitos podem torcer o nariz para isso, mas vamos lembrar que Deus não julga seus filhos, mas deseja que todos voltem para a Perfeição de Seu Coração e não há outra forma disso acontecer a não ser pelo Fogo Ardente do Amor. Misericórdia, irmãos, ou acham que nós trabalhadores da luz estamos aqui em nome de que? Estamos aqui em nome da Misericórdia de Deus.

Cada vez que invocamos a Chama Violeta, cada vez que oramos pela Paz e pelo Amor no mundo, estamos sendo misericordiosos, porque, em verdade, todo filho de Deus pode e deve carregar seus sentimentos com o Amor, mas por eles terem se afastado de si mesmos, perderam-se em suas ações sem base no amor.

Nós, trabalhadores da luz, estamos aqui para ajudar no processo de expansão para a consciência cósmica e, cosmicamente, todos somos iguais e merecedores das bênçãos de Deus.

Muito obrigado,

Gabriel

DNA & A dança de Escuridão & Luz - Onipotência humana em harmonia
(9jun2013)

Por G. W. Hardin, no Brian Kelly's Blog, entre outros

Em meu artigo anterior, eu compartilhei informações do reino angélico com os resultados que irrompem dos laboratórios de física quântica. Dois primos mais estranhos não poderiam ser encontrados. Isto é, até agora. O primo mais estranho de todos foi se escondendo atrás de outra cortina. Neste artigo, vou tentar revelar o Novo Oz-Humanidade como Superman.

Anteriormente, descrevi um fenômeno multi-dimensional que denominei como "DNA Tesseract" (http://americankabuki.blogspot.com/2013/04/a-celestial-mystery-solvedsecret-to.html). O que eu não me aprofundei foi sobre as implicações de longo alcance desta capacidade sobre-humana. Acredito que chegou a hora de fazê-lo agora. Neste artigo, vou mergulhar em três tópicos:
1. A chave que abre algemas humanos encontra-se enterrada no DNA.
2. O velho mito da doença versus o novo mito da impressão harmoniosa - você escolhe.
3. A Dança de Treva e Luz - quem está tocando a Música das Esferas? E por que Oz está se escondendo atrás do meu DNA?
Segure-se, pois estamos prestes a decolar para um lugar além de Never Never Land. Em vez de ir para a "segunda estrela à direita, em frente até de manhã", estamos visando as multidimensões bem no meio de si mesmo, em linha reta dentro do Tudo.

DNA e a chave OCULTA

Durante décadas, a ciência aceita indicou que o DNA funciona exclusivamente como um genoma - uma bioquímica que passa traços hereditários de uma geração para a seguinte. Mas então descobertas inexplicáveis ​​começaram a trotar sobre esta casca de ovo científica. Da Rússia à Alemanha aos Estados Unidos, passos gigantes estão sacudindo os fundamentos da biologia, física, medicina e química.

Da Rússia, o trabalho do biofísico Dr. Pjotr ​​Garjajev levou a biologia molecular para fronteiras invisíveis através da análise do comportamento vibracional do DNA. Em um livro escrito por Fozar e Bludorf sobre estes resultados (Vernetzte Intelligenz, ISBN 3930243237, 2011), eles afirmam: "Cromossomos vivos funcionam como solitônicos [escalares]/computadores holográficos usando a radiação de laser endógena do DNA". Eles vão ainda mais longe, afirmando que o DNA humano funciona como se fosse uma Internet biológica e "superior em muitos aspectos à artificial". Ainda mais surpreendente é a seguinte afirmação de tais descobertas sobre o DNA: "Os pesquisadores acham que se os humanos com plena individualidade iriam recuperar a consciência de grupo, eles teriam poder divino para criar, alterar e formatar as coisas na Terra!" À medida que avançarmos, você vai encontrar que esta afirmação é o foco de novas descobertas de minha autoria, que eu discuto em logo adiante.

Fora da Alemanha, vem o trabalho com DNA, igualmente denso, pelo físico teórico Dr. Fritz-Albert Popp. Seu trabalho estudando como o DNA das células vivas armazena e libera fótons levou Popp à conclusão de que "Sabemos agora, hoje, que o homem é essencialmente um ser de luz". Desde o trabalho feito por Popp, ele digitou o termo "biophotons" para diferenciar as surpreendentes implicações da luz comum versus a luz biofotônica, ou o que outros chamam de "luz de dimensão mais elevada". Não só o DNA vivo comunica-se com outro DNA no corpo com estas biophotons, mas ele também tem a capacidade de se comunicar com outros corpos, e até mesmo outras formas de vida.

O que eu acho particularmente interessante, como você verá, é que Popp foi capaz de determinar que o DNA poderia mandar uma ampla faixa de frequências, tanto assim, que parece que o DNA é o "diapasão mestre de todo o corpo". Em um artigo maravilhoso escrito por Dan Eden em ViewZone.com - "Is DNA the Next Internet" - ele combina os resultados de Popp e Garjajev ao confeccionar um forte argumento de que toda a humanidade está nadando em um oceano de luz. Então por que não o vemos?

Em um discurso ante o Commonwealth Club da California, em novembro de 2010, intitulado "Os efeitos dos campos electromagnéticos na saúde", o Dr. Martin Blank, da Universidade de Columbia, comparou o DNA a uma antena fractal. Um fractal é uma figura geométrica como quadrados dentro de um quadrado ou espirais dentro de uma espiral, que se repete continuamente em níveis diferentes - a estrutura da molécula de DNA, a dupla hélice, fibras de cromatina, solenóides, e o tubo oco - todos contribuem para essa estrutura fractal, atuando como uma antena capaz de responder a frequências de uma vasta gama.

Amostra de uma antena fractal


DNA como fractal

Tesseract DNA






Blank conclui: "Em suma, o corpo humano é construído com uma antena fractal dentro de cada célula, que responde a toda a gama de frequências no espectro EMF!" Isso é de grande alcance em suas implicações, como veremos na seção três.

Blank nota, em paralelo com as conclusões do Dr. Konstantin Meyl (sobre quem eu escrevo ao tratar do DNA tesseract no meu artigo anterior), que os elétrons de hidrogênio no DNA conduzem eletricidade. Meyl mostra como os caminhos de espiral destes elétrons numa nuvem de eletrons também criam ondas escalares, as quais também tornam o ADN numa antena de transmissão, bem como numa antena ressonante de recepção escalar.

Na revista Nexus (agosto/setembro 2012), Brendan D. Murphy escreve um artigo, "JUNK DNA: Doorway to Transformation" ["DNA-lixo: Entrada para Transformação"], que promove a mais inédita das conexões na pesquisa, saindo da Rússia, Alemanha e Estados Unidos, e dizendo o seguinte:
Como uma antena fractal, o DNA interage com o campo de vácuo/éter/ponto zero, transduzindo a energia do ponto zero que interage com a nossa consciência. Uma maior interação entre o nosso DNA e a torção e/ou as forças escalares do vácuo pode equivaler a uma consciência expandida, enquanto que uma interatividade menor resultaria numa consciência contraída. Assim, certos arranjos modulares de DNA seriam mais propícios para a consciência.
O que isso significa? É mais uma afirmação da ideia expressa na obra do Dr. Garjajev ... que temos dentro de nós o "poder divino para criar, alterar e formatar as coisas na Terra!" Esta é a chave escondida ... se optarmos por buscá-la. Isto significa que a humanidade pode ter tropeçado sobre a ponte que liga diretamente a nossa humanidade - nossas almas - à Fonte ... O Criador.

Sim, sim, eu ouço as pessoas coçando suas cabeças diante isso. Mas vamos ousar levar a ponta dos pés um pouco mais para o "oceano de luz" sugerido por Popp. Também no artigo da Nexus está outra seção que eu gostaria de citar:
Na década de 1990, uma equipe de linguistas russos liderados pelo Dr. Peter Gariaev descobriu que o código genético no DNA "junk" ["lixo" do DNA] segue gramática uniforme e regras de uso praticamente idênticas às da linguagem humana. Acontece que, com isso, o "lixo" foi carregado com insinuações de inteligência, propósito e significado (uma perspectiva proibida pelo darwinismo fundamentalista).
Esta pesquisa inovadora seguiu a descoberta de Dr. Jeff Delrow, em 1990, que os quatro nucleotídeos (A, T, G e C) de DNA formam inerentemente estruturas fractais estreitamente relacionadas com padrões da fala humana.

Da série "Tudo virá à tona": EUA têm acesso direto aos servidores de Google, Facebook e Apple
(9jun2013)

Por Erick da Silva, no sítio Aldeia Gaulesa

 slides da apresentação sobre o PRISM

Um documento divulgado nesta quinta-feira 6 pelos jornais The Washington Post e The Guardian revelou que o governo dos Estados Unidos possui um programa que dá acesso direto aos servidores de algumas das gigantes da internet, como Google, Facebook e Apple. O programa secreto, chamado de PRISM, permite que a Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) monitore os históricos da web e de internet de usuários e obtenha e-mails, fotos, vídeos, bate-papos, arquivos, conversas de programas como o Skype e detalhes de redes sociais.

A fonte da informação é uma apresentação de PowerPoint de 41 slides que, segundo o Guardian, foi confirmada como autêntica. Ela data de abril de 2013. O documento mostra o funcionamento do PRISM e teria sido usado para treinar pessoal de inteligência para sua utilização. De acordo com o Guardian, a coleta de dados é feita diretamente nos servidores da empresa, e estão sujeitos ao monitoramento “quaisquer clientes das companhias que vivem fora dos Estados Unidos ou norte-americanos cujas comunicações incluem pessoas fora dos Estados Unidos”.


Segundo o documento obtido pelo Guardian, a primeira empresa a fazer parte do PRISM foi a Microsoft, em 2007. Depois, vieram Yahoo (2008); Google, Facebook e PalTalk (2009); YouTube (2010); Skype e AOL (2011); e Apple (2012). O Dropbox, serviço de arquivamento na nuvem, é apontado como o próximo a ser monitorado.

O documento diz que as empresas contribuem para a operação do PRISM, mas todas elas foram contatadas pelo Guardian e negaram a informação. O Google disse não ter uma “porta de trás por meio da qual o governo pode acessar” seus dados e afirmou entregar informações apenas seguindo determinações judiciais. Um executivo de uma das companhias afirmou anonimamente que “se o governo está fazendo isso, é sem nosso conhecimento”.

Logotipo do PRISM

A apresentação obtida pelo jornal britânico revela que o PRISM é vastamente usado em investigações. A NSA fala sobre um “forte crescimento” no uso do programa e afirma que 77 mil relatórios de inteligência norte-americanos usaram o programa de alguma forma para obter informações. Segundo o WPost, um sétimo dos relatórios teriam informações deste tipo.


A internet é norte-americana

Também nesta quinta-feira, o Guardian revelou que a NSA tem monitorado as ligações de milhões de clientes da operadora telefônica Verizon, uma das maiores dos EUA. A autorização teria sido concedida, segundo o jornal, por um tribunal sigiloso, a Corte de Vigilância de Inteligência Estrangeira (Fisa, na sigla em inglês), criada pelo Congresso durante o governo de George W. Bush e renovada pouco antes de Barack Obama assumir o poder.


Na apresentação sobre o PRISM, a NSA afirma, segundo o Guardian, que o programa foi criado para driblar as restrições impostas por mudanças realizadas em dezembro de 2012 na lei que rege a existência do Fisa, o tribunal secreto. O documento salienta que a infraestrutura de quase todas as grandes companhias de internet se encontra nos EUA, o que dá ao país a vantagem de “jogar em casa” . Essa vantagem, afirma o Guardian citando o documento sigiloso, teria sido perdida com as novas restrições da lei. Assim, a NSA teria partido para a opção de obter os dados diretamente dos servidores da empresa, sem precisar de autorização judicial para tanto.

Fonte: Carta Capital e Guardian

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Por que a mídia brasileira omitiu o Offshore Leaks?
(7jun2013)

Offshore Leaks: as caixas pretas do poder global

Por Antonio Martins, no sítio Outras Palavras, reproduzido no sítio Pragmatismo Político

Imagem: Connor Maguire, The honnest banker-gangster

É sintomático que nenhum jornal, TV, rádio ou portal de internet brasileiro tenha dado destaque ao Offshore Leaks, considerando-se a participação dos bancos e das transnacionais em sua carteira de anunciantes

Um facho de luz está iluminando o lado obscuro do poder global desde o início do mês, sem que os jornais brasileiros pareçam interessados em segui-lo. Após 15 meses de trabalho, uma equipe do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, em inglês) começou a publicar reportagens muito constrangedoras sobre os centros financeiros offshore, também conhecidos pelo termo eufemístico de “paraísos fiscais”. Por envolverem políticos e magnatas conhecidos do público, as revelações já estão provocando sobressaltos políticos em países tão diferentes como França (onde caiu o ministro das Finanças), Canadá, Indonésia, Filipinas,Venezuela, Rússia e Azerbaijão.

O trabalho do ICIJ tem como fonte um vazamento de informações extraordinário. Um operador anônimo, de uma instituição financeira que opera nas Ilhas Virgens britânicas, enviou a Gerard Ryle, diretor do Consórcio, um disco rígido de computador contendo 260 gigabytes de dados – 2,5 milhões de documentos, acumulados ao longo de trinta anos. Em volume, são 160 vezes mais dados que o material vazado, pelo Wikileaks, a partir do Departamento de Estado dos EUA. Por isso, o caso tornou-se internacionalmente conhecido como o “offshore leaks”. Uma equipe de 86 jornalistas, de 37 publicações (nenhuma brasileira…) analisou as informações e está produzindo as reportagens. É possível acompanhá-las, por exemplo, em seções especiais criadas no próprio site do ICIJ, mas também no Guardian, de Londres, e no Le Monde, de Paris.

A importância política dos documentos é proporcional a seu tamanho. Até o momento, estes jornais preferem destacar o lado mais vistoso das revelações: governantes, super-ricos e celebridades que escondem dinheiro em pontos longínquos do planeta, para sonegar impostos. Mas o que já foi publicado permite outra leitura, menos superficial. As praças offshore não podem mais ser vistas como ilhas tropicais paradisíacas, para onde flui a riqueza resultante de alguns negócios marginais. Elas são uma engrenagem fundamental no centro do capitalismo contemporâneo.

Primeiro, por seu próprio tamanho. Conforme estudos citados pelo ICIJ, os centros offshore acumulam depósitos estimados entre 21 e 31 trilhões de dólares – entre um terço e metade do PIB anual do planeta. Segundo, por sua própria constituição. As ilhotas pitorescas que compõem a galáxia do offshore são apenas a franja (e, num certo sentido, a fachada), numa vasta rede oculta em cujo centro está Londres – a principal praça financeira do mundo.

A geografia política de tal rede é descrita — numa entrevista que Outras Palavras publica também hoje — por Nicholas Shaxon, autor de obra recente e fundamental sobre o offshore: Treasure Islands: Uncovering the Damage of Offshore Banking and Tax Havens [1]. Ele explica: a grande teia do sistema financeiro nas sombras parte da capital britânica e articula-se por meio de dois núcleos intermediários, de onde se estende por todo o planeta. Um dos núcleos tem base em três ilhas do litoral inglês – Jersey, Guernsey e Man – e abre-se para Ásia e África. Outro, baseia-se nas Ilhas Cayman e Bermundas, voltando-se para as Américas.

A Grã-Bretanha articula a enorme estrutura de captação de recursos. Mas os Estados Unidos são o principal destino do dinheiro, prossegue Shaxon. Maiores devedores do planeta há décadas, os EUA abriram-se, a partir dos anos 1970, ao mundo offshore. Acostumaram-se a fechar suas contas externas, cronicamente deficitárias, atraindo também dinheiro de origem duvidosa – ao qual oferecem isenções fiscais e proteção legal.

É neste mundo de finanças ocultas e anonimatos, relata o ICIJ, que escondem e “lavam” (legalizam) seu dinheiro as grandes redes do crime organizado: máfias de distintas nacionalidades, políticos corruptos que se apropriam de recursos públicos, traficantes de seres humanos, beneficiários de caça proibida, escroques de todos os tipos. O esquema é conhecido. Quem precisa dar aparência de legalidade a uma soma obtida por meios ilícitos transfere-a para uma conta bancária offshore. Aproveita-se dos impostos muito baixos cobrados pelos “paraísos fiscais”. Mais tarde, reintroduz o dinheiro no país, na forma de crédito proveniente de uma instituição respeitável, com sede na Suíça, em Luxemburgo ou nas Ilhas Virgens. Quem irá investigar a origem primeira do dinheiro?

Mas o circuito que abastece o crime seria insustentável, continua Nicholas Shaxon, sem uma presença luxuosa: a das grandes corporações transnacionais. Praticamente todas as empresas com atuação internacional, relata ele, atuam offshore. Fazê-lo tornou-se quase obrigatório, na dinâmica que a globalização assumiu. Permite evasão sistemática de impostos, explicada na entrevista. A tal ponto que não operar offshore penalizaria as corporações eventualmente dispostas a respeitar seus sistemas tributários nacionais, obrigando-as a cobrar preços superiores aos das concorrentes.

Surge, aqui, um primeiro círculo de conveniências e cumplicidades. Se as transnacionais deixassem o circuito offshore, raciocina Shaxon, ele ira tornar-se rapidamente insustentável. Seria uma confraria frágil de milionários fora-da-lei, facilmente denunciável e desmontável. Sua força, e sua suposta honorabilidade, é transferida pelas grandes corporações.

Por elas e, é claro, pelos bancos. Quase todas as instituições bancárias importantes, conta a reportagem do ICIJ, têm relações com a rede financeira das sombras. Por meio delas, tornam-se capazes de oferecer aos clientes premium a faculdade de ocultar dinheiro obtido legal ou ilegalmente – e de reintroduzi-lo no país, sempre que necessário.

Os bancos chegam a competir entre si, na oferta de serviços eficazes de ocultamento de recursos. Num documento vazado, o Crédit Suisse, com sede em Zurique e representações em todo o mundo (inclusive no Brasil, onde “patrocina” a Orquestra Sinfônica de São Paulo), é descrito como “o Santo Graal” da rede. Os procedimentos que adota nas transferências de recursos são tão “eficientes” – admira-se um operador offshore – que autoridades policiais ou bancárias eventualmente interessadas em descobrir a identidade de um depositante irão “deparar-se com uma muralha blindada”… Mas não se trata de um exemplo isolado. Reportagens do Der Spiegel e do Le Monde estão revelando como instituições “respeitáveis” como o Deutsche Bank (alemão), Banque National de Paris e Paribas (franceses), ING e Amro (holandeses) envolveram-se no esquema.

Nem mesmo a crise iniciada em 2008 parece abalar o mundo financeiro clandestino. Segundo o ICIF, entre 2005 e 2010, os depósitos dos 50 maiores bancos do mundo mais que duplicaram, avançando de 5,4 para 12 trilhões de dólares. Este salto ajuda, aliás, a compreender o cenário global em que se alastra o universo offshore; e também o ambiente ideológico que o alimenta. Na última década, a desigualdade espalhou-se pelo mundo (com a exceção notável da América do Sul). Mesmo num país como os Estados Unidos, 400 pessoas detêm tanta riqueza quanto metade da população. O grupo restrito dos ultra-ricos formou o que o filósofo francês Patrick Viveret chamou de uma oligarquia financeira. Esta possível “nova classe” tem enorme poder econômico e político. Deseja ter mãos livres tanto para intervir nas decisões dos Estados nacionais quanto para driblá-las, quando contrariam seus interesses. Vê, numa galáxia financeira opaca, um instrumento extremamente funcional para preservar seus privilégios e ampliar seu poder.

É possível enfrentar o universo offshore? Do ponto de vista técnico, não faltam alternativas, explica Nicholas Shaxon. Os fluxos de recursos para os “paraísos fiscais” podem ser limitados tanto por tributação mais elevada – que inibe as transferências – quanto por restrições diretas dos Estados. O difícil, ressalta o autor de Threasury Islands, é enfrentar a força política da oligarquia financeira. Entre os grupos diretamente interessados em manter a situação atual estão banqueiros, grandes empresas, bancadas políticas corruptas e crime organizado.

A mídia exerce um papel central na resistência às mudanças. Os jornalistas dos meios tradicionais normalmente sabem muito pouco sobre finanças internacionais, observa Shaxon. Nas raras vezes em que escrevem sobre o tema, recorrem aos “especialistas do mercado financeiro” – precisamente os que mais têm interesse em que nada mude.

É sintomático que nenhum jornal, TV, rádio ou portal de internet brasileiro tenha dado destaque ao Offshore Leaks. Considere a participação dos bancos e das transnacionais em sua carteira de anunciantes…
Mas é animador que, em todo o mundo, o episódio tenha alcançado tanta repercussão. A crise financeira tornou as sociedades mais críticas. A vida de luxo e ostentação dos altos executivos é vista com desconfiança e desconforto crescentes. Muitos julgam-na uma afronta, diante do empobrecimento de vastos setores sociais.

Nunca houve condições tão favoráveis para abrir um debate sobre o assunto. Um sintoma é o fato de você estar lendo este texto, apesar do boicote da mídia brasileira sobre o tema…


1 [Ilhas do Tesouro: revelando os danos dos paraísos fiscais e das finanças “offshore”, infelizmente ainda sem tradução em português – ler verbete na Wikipedia, ou comprar]

Receosa com tamanho da crise, OIT aplaude Bolsa Família
(7jun2013)

Por Marcelo Semer em seu blog

Organização internacional sugere que sejam eliminadas crenças negativas sobre intervenções dos governos no crescimento econômico e capacidade de reduzir má distribuição de renda

Enquanto no Brasil o Bolsa Família caminha sob fogo cerrado, entre boatos e bordoadas, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) acaba de ressaltar em seu relatório sobre o Mundo do Trabalho em 2013, a importância fundamental do projeto em tempos de crise.

Somado aos seguidos aumentos reais do salário mínimo, o Bolsa Família ajudou a vitaminar o crescimento da classe média no país em 16%, entre os anos de 1999 e 2010.

Para a OIT, um salário mínimo sólido e mecanismos efetivos de transferência de renda têm sido as ferramentas mais importantes para superar a pobreza.

Os resultados brasileiros tiveram ainda maior relevância na análise do cenário mundial, comparados com a compressão quase global da classe média que aparece como um dos efeitos perniciosos da crise econômica.

O relatório divulgado nessa segunda-feira, em Genebra, mostra que os grupos de renda média estão encolhendo na maioria das economias avançadas, consequência de um desemprego de longa duração.

Na Espanha, por exemplo, a classe média já reduziu de 50% para 46% desde o início da crise.

O que se pode constatar, ainda pelo estudo, é que os efeitos da crise econômica estão longe de se distribuírem de forma equitativa na sociedade.

As desigualdades de renda aumentaram entre 2010 e 2011 em 14 das 26 economias desenvolvidas, incluindo França, Dinamarca, Espanha e os Estados Unidos. Os níveis de desigualdade em sete dos doze outros países analisados foram ainda maiores do que eram antes do início da crise.

Nos Estados Unidos, por exemplo, os 7% mais ricos da população tiveram aumento de seu patrimônio líquido durante os dois primeiros anos da recuperação, de 56% em 2009 para 63% em 2011; os restantes 93% dos norte-americanos, ao contrário, viram seu patrimônio só declinar.

A principal justificativa tem sido o crescimento dos níveis de desemprego –justamente o que não tem acometido o Brasil, que contou ainda com aumentos reais de salários em média de 4% em 2012.

A OIT realça também a importância dos mecanismos de ampliação de emprego formal, citando especificamente projetos empreendidos na Argentina e Costa Rica.

No lado rico do mundo, a mesma disparidade entre indivíduos se repete na relação de grandes e pequenas empresas.

A maioria das grandes empresas já recuperou o acesso aos mercados de capitais, mas as pequenas estão sendo desproporcionalmente afetadas pelas condições de crédito bancário. Este é um problema grave para a recuperação imediata de trabalho que, segundo a organização, afeta em muito as perspectivas econômicas de longo prazo.

E enquanto a crise se aprofunda nas economias centrais, a tal ponto que a OIT afirma que "a situação em alguns países europeus está começando a forçar o seu tecido econômico e social”, a avaliação sobre a América Latina dá conta de que a região registrou uma diminuição do risco de ‘descontentamento social’ entre 2007 e 2012.

A recente vitória da diplomacia brasileira, e dos países emergentes sobre norte-americanos e europeus na OMC, como se vê, não foi à toa.

As economias avançadas estão cada vez mais longe do papel de farol na crise, ainda que continuem sendo exemplos que magnetizam as elites periféricas.

Assim, embora o Brasil seja destaque internacional pela ampliação da classe média e a superação da pobreza durante a crise, continuamos a difundir por aqui o catastrofismo e a replicar, no quase-consenso da grande imprensa, fórmulas preparadas justamente por quem provocou o tormento e se mostra cada vez mais incapaz de resolvê-lo.

A mimese nem sempre se dá por incompetência.

O documentário Inside Job (vencedor do Oscar de 2010) já havia mostrado como economistas das principais universidades norte-americanas, que jamais questionaram os fundamentos da desregulamentação que resultou na crise de 2008, estavam também vinculados a instituições financeiras, em um evidente conflito de interesses.

E para os que seguem repetindo sem parar propostas de redução de gastos e achatamento do Estado, a OIT, como recomendação final de seu trabalho, sugere que sejam eliminadas as crenças negativas sobre intervenções dos governos no crescimento econômico e a capacidade que elas têm de reduzir a má distribuição de renda entre a população.

A recomendação cai como uma luva para grande parte do jornalismo econômico nacional.

SaLuSa: "Pontes de Amor"
(7jun2013)

Reproduzido do blog Sementes das Estrelas, postagem de 7 de junho de 2013


Queridos, vós não precisais deixar de fazer o que sempre fizestes, a questão agora é deixar-vos levar pelo Amor de Deus que está entrando em vossas vidas. Todas as vossas ações agora serão somadas ao Amor do Criador que está a banhar-vos neste momento, dando-vos alegria e disposição nos vossos afazeres. Estais agora começando a sentir o poder da Vida em vós, a alegria de estar vivos e felizes. A forma de vida mecânica está sendo desmantelada e agora o amor trará cada vez mais possibilidades, a vida deixará de ser monótona e repetitiva. A cada novo dia, uma nova aventura baterá a vossa porta; de fato, serão tempos emocionantes para todos os que desejam ver essa nova realidade se manifestando.

Será um recomeço para vós, queridos, em que redescobrireis o prazer por estardes vivos. As viagens interplanetárias vos levarão para aventuras Universo afora, trarão oportunidades de ir a mundos onde raças semelhantes a vossa estarão vos esperando, para poderem se beneficiar com as vossas experiências. Neste momento agora, a Terra é, no Universo que conheceis, um planeta bem assistido por todas as outras civilizações. Todas elas desejam ver esse momento maravilhoso do seu acordar para vossa verdadeira natureza. Houve muitos percalços para chegarmos até aqui, houve muitas dúvidas por parte até mesmo daqueles que estão nesse caminho de autoconhecimento desde muito tempo, mas agora estais sentindo em seu interior a certeza de que todo o caminho foi, de fato,bem sucedido. Estais vendo agora o amor abundante pulsar em vossos corações, onde não há outra forma para liberar esse amor a não ser amando e respeitando cada vez mais o seu semelhante, que engloba não somente os homens e mulheres da vossa espécie, como todo o composto de vida reinante na Mãe Terra.

Pacientemente, vós tendes vos descoberto seres diferentes do que acháveis que éreis há meses atrás, ou até mesmo semanas atrás. E uma energia maravilhosa tem tomado espaço dentro de vós, na medida que aceitais e vos deixais levar por ela. A natureza pacífica é a vossa verdadeira natureza e nada mais normal do que vos reconhecerdes como seres pacíficos e que não veem mais nas guerras razões pelas quais em um passado não muito distante viam como sendo a forma de trazer a paz. Queridos, fostes programados para serdes duros e implacáveis uns com os outros, fostes programados a revidar as agressões uns contra outros, (o que causou uma bola de neve quase que interminável), e a ver na disputa a forma de manter o vosso espaço protegido. Isso causou-vos sempre dores maiores do que deveriam ter ocorrido. A Mãe Terra foi projetada para ser um campo de aprendizado muito mais suave do que de fato aconteceu, mas, mesmo diante de tais circunstancias, saístes vitoriosos sobre tudo que improvisadamente esteve no vosso caminho de volta para casa. Esse momento abençoado chegou e o vosso interior tem-vos ditado isso, o que faz com que não vos reste dúvida que o momento é chegado.

Sempre houve uma campanha para destruir a vossa amada Terra, essa campanha pareceu-vos até certo momento que seria bem sucedida. Os iniciantes dessa campanha estão agora, pouco a pouco, sendo pressionados pela luz que está a baixar na Terra a deixá-la livre para que Ela possa, junto com o seu campo de vida, subir para dimensões mais altas. Em uma visão positiva, todos vós aprendestes muito nos reinos mais baixos e nada mais justo que dividir essas experiências com outras raças que vos aguardam alegremente. Essa perspectiva de que poderíeis ajudar outras civilizações em estágios evolutivos similares ao vosso foi o vosso combustível que, inconscientemente, vos deu cada vez mais estrutura emocional e força para que pudésseis chegar ao ponto onde chegastes, com imensa força luz interior e uma capacidade de compreensão realmente fora de série.

Queridos, reconheçam-vos como Seres Divinos, porque é isso que sois. Durante todas as vossas encarnações na Terra, fostes instruídos de que éreis sempre seres inferiores e que devíeis sempre andar de cabeça baixa em respeito aos seres superiores que vos foram apresentados como os seus salvadores. Amados, estes mesmos seres adoráveis jamais desejariam ter-vos submissos a sua vontade, essa nunca foi a vontade desses Mestres que desceram até vós para deixar bem claro sobre o que de fato éreis e o que realmente representais na Criação. Esses ensinamentos foram deturpados e reconstruídos pelos que se consideram superiores a vós. Os draconianos não têm mais a permissão de agir e mudar o curso da vossa história, nem tão pouco deturpar ensinamentos que virão a seguir.

Queridos, amados em ascensão, chegou a hora de tomardes posse do poder que de fato é vosso. A estrutura planejada para deixar-vos em submissão desde mais de 12 mil anos está a ruir e todo o verdadeiro acervo escrito, e de várias outras formas, virá para as vossas mãos. O vosso DNA será reestruturado e a verdade que sempre fora ocultada de vós estará pulsante em vosso interior porque não tereis mais a névoa que vos foi imposta a embaçar-vos a verdade. As bases das instituições religiosas não poderão mais ser sustentadas, devido ao fato de não terem mais como negar a verdadeira história em que evidências irrefutáveis estarão sendo trazidas ao público. Nestes tempos, a vossa harmonia interior vos guiará e sereis os faróis daqueles que estarão imersos nos bombardeios de informações que estarão correndo toda a Terra em uma velocidade espantosa.

O último pilar a ser derrubado será as barreiras entre as nações. Pontes de amor serão construídas quando os seres perceberem que durante muito tempo foram colocados uns contra os outros apenas para garantirem o padrão baixo e fazer com que a Terra não alcançasse o seu destino: os Reinos mais Altos, agenda essa determinada por grupos extraterrestres que se intitulam a realeza do universo, tal grupo move-se em vosso sistema solar e já está sob a observação das nossas equipes, especialmente o Comando Ashtar. Haverá uma comunhão entre todas as nações do mundo e os novos líderes da luz que, substituirão os do antigo sistema, verdadeiramente trabalharão para o povo e as nações dar-se-ão as mãos como nunca antes.

Uma conquista para todos os povos da Terra será as viagens internacionais e intercontinentais que não serão mais tão burocráticas como as de agora. Sereis livres para entrardes e sairdes, porque o medo será extinto e não haverá mais necessidade de revistas e certas burocracias. Aos poucos, deixarão de existir povos e passará a existir o POVO, a raça humana, como de fato sois reconhecidos por nós, vos reconhecereis como sendo um só povo e o mundo caminhará para cada vez mais em Unidade.

Eu Sou SaLuSa de Sírius e a contagem em 8 traz-vos INFINITAS possibilidades, todas elas ao vosso favor. Não tenhais mais dúvidas de que sereis vitoriosos e que o momento está para ser ativado. O Criador está feliz em ver-vos retornar ao lar depois de uma longa jornada. Que Deus Pai/Mãe vos abençoe.

Estejam em Paz,

Estejam na Luz.

A imprensa "esquece" que as reformas neoliberais estão na raiz da explosão social na Turquia
(7jun2013)

O que os meios de comunicação esquecem de dizer sobre a explosão social na Turquia

Do sítio Tercera Información, em 7 de junho de 2013

Um dos argumentos mais usados ​​pelos principais meios de comunicação ocidentais para interpretar a origem da agitação social nas ruas da Turquia é a deriva islamista e autoritária do Governo de Recep Tayyip Erdogan.


Assim, os 'mass media' centram toda a atenção nos dilemas autoritarismo-democracia e islamismo-secularismo, produzindo uma análise simplista e parcial da realidade vivida nos dias de hoje nesse país euro-asiático.

É que, a fim de se analisar mais profundamente a recente revolta popular nas ruas de cidades como Istambul ou Ancara, dever-se-ia tomar um pouco mais de perspectiva e colocar a lupa sobre as políticas sócio-econômicas que o governo vem desenvolvendo nos últimos anos.

O governo de Erdogan, composto do Partido Justiça e Desenvolvimento (AKP), irrompe no poder em 2002, em um contexto de crise econômica (crise financeira de 2001), onde acorda com o Fundo Monetário Internacional (FMI) um programa claro de medidas neoliberais que inclui privatização do setor público, reformas trabalhistas e drásticos cortes sociais.

Um ano depois de chegar ao governo em 2003, abre-se o caminho para a privatização da empresa pública de telecomunicações Turk Telekom. No ano seguinte, em 2004, foram postas à venda empresas de bebidas, siderúrgicas e a Turkish Airlines.

Desde então, começou um processo que não pode ser revertido: em 2007, é dada a luz verde para a privatização da empresa pública de tabacos da Turquia, Tekel. Em 2008, é a vez da rede elétrica, com a venda de duas empresas de distribuição em Ancara e Sakarya-Kocaeli. Além disso, no mesmo ano anunciou-se a venda do banco estatal Halkbank e a privatização de 15 por cento das ações da Turk Telekom.

Em 2009, o Governo aprova uma legislação para outorgar a água de rios, lagos e lagoas para empresas privadas. Isto significa que os recursos hídricos podem ser transferidos para as corporações, que até agora só controlavam os serviços de distribuição.

Devido a isso, a Confederação dos sindicatos de camponeses turcos, Çiftçi-sen, junto com mais de 100 outras forças sociais de oposição que defendem o reconhecimento do direito à água, formam uma plataforma chamada "Não à comercialização da água" e se manifestam maciçamente em 15 março de 2009 em Istambul, no âmbito do Fórum Mundial da Água.

Em 2011, o governo de Erdogan iniciou negociações para a privatização de 2 mil km de rodovias e pontes do país. Assim, o Executivo turco procura ceder ao capital privado até nove rodovias e duas pontes sobre o Bósforo, estradas muito importantes na área de Istambul.

Através da chamada "Administração de Desestatização" (OIB por sua sigla em turco), Erdogan tenta conseguir em seguida um pacote de privatização no país que inclui têxteis, mineração, petróleo, alimentos e transporte marítimo, entre outros.

Em fevereiro desse ano, 10.000 pessoas manifestaram-se no centro de Ancara para protestar contra a reforma trabalhista do governo, que, entre as medidas incluem a redução do salário mínimo para os jovens, a possibilidade de transferência de funcionários e permite a contratação de funcionários sem seguro social.

Muitos dos presentes entoavam gritos de "Isto é Ancara, não o Cairo", "Tayyip chegou sua vez" e "Tayyip, desejamos-lhe um final feliz como o de Mubarak". As diretrizes neoliberais aplicadas nos últimos anos têm gerado um aumento da desigualdade social no país. Segundo a revista Forbes, Istambul, capital financeira da Turquia, havia um total de 35 bilionários março 2008 (em comparação com 25 em 2007), o quarto lugar no ranking mundial. Um relatório para empresas interessadas em investir na Turquia preparado pelo banco espanhol Banesto assegura que "o país está marcado por graves desigualdades de renda". Muitos empregados na Turquia não cobram mais do que o salário mínimo de cerca de 570 dólares, e a renda per capita é quase a metade das rendas médias europeias.

Talvez esse conjunto de fatores ajude a explicar a agitação social que levou aos tumultos que agora vive a Turquia, para além da abordagem liberal que a imprensa ocidental tem adotado.

Tradução: Aquiles Lazzarotto