Quem sou eu

Minha foto
Bebedouro, São Paulo, Brazil
Geólogo e professor aposentado, trabalho este espaço como se participasse da confecção de um imenso tapete persa. Cada blogueiro e cada sitiante vai fazendo o seu pedaço. A minha parte vai contando de mim e de como vejo as coisas. Quando me afasto para ver em perspectiva, aprendo mais de mim, com todas as partes juntas. Cada detalhe é parte de um todo que se reconstitui e se metamorfoseia a cada momento do fazer. Ver, rever, refletir, fazer, pensar, mudar, fazer diferente... Não necessariamente melhor, mas diferente, para refazer e rever e refletir e... Ninguém sabe para onde isso leva, mas sei que não estou parado e que não tenho medo de colaborar com umas quadrículas na tecedura desse multifacetado tapete de incontáveis parceiros tapeceiros mundo afora.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Por que a mídia brasileira omitiu o Offshore Leaks?
(7jun2013)

Offshore Leaks: as caixas pretas do poder global

Por Antonio Martins, no sítio Outras Palavras, reproduzido no sítio Pragmatismo Político

Imagem: Connor Maguire, The honnest banker-gangster

É sintomático que nenhum jornal, TV, rádio ou portal de internet brasileiro tenha dado destaque ao Offshore Leaks, considerando-se a participação dos bancos e das transnacionais em sua carteira de anunciantes

Um facho de luz está iluminando o lado obscuro do poder global desde o início do mês, sem que os jornais brasileiros pareçam interessados em segui-lo. Após 15 meses de trabalho, uma equipe do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, em inglês) começou a publicar reportagens muito constrangedoras sobre os centros financeiros offshore, também conhecidos pelo termo eufemístico de “paraísos fiscais”. Por envolverem políticos e magnatas conhecidos do público, as revelações já estão provocando sobressaltos políticos em países tão diferentes como França (onde caiu o ministro das Finanças), Canadá, Indonésia, Filipinas,Venezuela, Rússia e Azerbaijão.

O trabalho do ICIJ tem como fonte um vazamento de informações extraordinário. Um operador anônimo, de uma instituição financeira que opera nas Ilhas Virgens britânicas, enviou a Gerard Ryle, diretor do Consórcio, um disco rígido de computador contendo 260 gigabytes de dados – 2,5 milhões de documentos, acumulados ao longo de trinta anos. Em volume, são 160 vezes mais dados que o material vazado, pelo Wikileaks, a partir do Departamento de Estado dos EUA. Por isso, o caso tornou-se internacionalmente conhecido como o “offshore leaks”. Uma equipe de 86 jornalistas, de 37 publicações (nenhuma brasileira…) analisou as informações e está produzindo as reportagens. É possível acompanhá-las, por exemplo, em seções especiais criadas no próprio site do ICIJ, mas também no Guardian, de Londres, e no Le Monde, de Paris.

A importância política dos documentos é proporcional a seu tamanho. Até o momento, estes jornais preferem destacar o lado mais vistoso das revelações: governantes, super-ricos e celebridades que escondem dinheiro em pontos longínquos do planeta, para sonegar impostos. Mas o que já foi publicado permite outra leitura, menos superficial. As praças offshore não podem mais ser vistas como ilhas tropicais paradisíacas, para onde flui a riqueza resultante de alguns negócios marginais. Elas são uma engrenagem fundamental no centro do capitalismo contemporâneo.

Primeiro, por seu próprio tamanho. Conforme estudos citados pelo ICIJ, os centros offshore acumulam depósitos estimados entre 21 e 31 trilhões de dólares – entre um terço e metade do PIB anual do planeta. Segundo, por sua própria constituição. As ilhotas pitorescas que compõem a galáxia do offshore são apenas a franja (e, num certo sentido, a fachada), numa vasta rede oculta em cujo centro está Londres – a principal praça financeira do mundo.

A geografia política de tal rede é descrita — numa entrevista que Outras Palavras publica também hoje — por Nicholas Shaxon, autor de obra recente e fundamental sobre o offshore: Treasure Islands: Uncovering the Damage of Offshore Banking and Tax Havens [1]. Ele explica: a grande teia do sistema financeiro nas sombras parte da capital britânica e articula-se por meio de dois núcleos intermediários, de onde se estende por todo o planeta. Um dos núcleos tem base em três ilhas do litoral inglês – Jersey, Guernsey e Man – e abre-se para Ásia e África. Outro, baseia-se nas Ilhas Cayman e Bermundas, voltando-se para as Américas.

A Grã-Bretanha articula a enorme estrutura de captação de recursos. Mas os Estados Unidos são o principal destino do dinheiro, prossegue Shaxon. Maiores devedores do planeta há décadas, os EUA abriram-se, a partir dos anos 1970, ao mundo offshore. Acostumaram-se a fechar suas contas externas, cronicamente deficitárias, atraindo também dinheiro de origem duvidosa – ao qual oferecem isenções fiscais e proteção legal.

É neste mundo de finanças ocultas e anonimatos, relata o ICIJ, que escondem e “lavam” (legalizam) seu dinheiro as grandes redes do crime organizado: máfias de distintas nacionalidades, políticos corruptos que se apropriam de recursos públicos, traficantes de seres humanos, beneficiários de caça proibida, escroques de todos os tipos. O esquema é conhecido. Quem precisa dar aparência de legalidade a uma soma obtida por meios ilícitos transfere-a para uma conta bancária offshore. Aproveita-se dos impostos muito baixos cobrados pelos “paraísos fiscais”. Mais tarde, reintroduz o dinheiro no país, na forma de crédito proveniente de uma instituição respeitável, com sede na Suíça, em Luxemburgo ou nas Ilhas Virgens. Quem irá investigar a origem primeira do dinheiro?

Mas o circuito que abastece o crime seria insustentável, continua Nicholas Shaxon, sem uma presença luxuosa: a das grandes corporações transnacionais. Praticamente todas as empresas com atuação internacional, relata ele, atuam offshore. Fazê-lo tornou-se quase obrigatório, na dinâmica que a globalização assumiu. Permite evasão sistemática de impostos, explicada na entrevista. A tal ponto que não operar offshore penalizaria as corporações eventualmente dispostas a respeitar seus sistemas tributários nacionais, obrigando-as a cobrar preços superiores aos das concorrentes.

Surge, aqui, um primeiro círculo de conveniências e cumplicidades. Se as transnacionais deixassem o circuito offshore, raciocina Shaxon, ele ira tornar-se rapidamente insustentável. Seria uma confraria frágil de milionários fora-da-lei, facilmente denunciável e desmontável. Sua força, e sua suposta honorabilidade, é transferida pelas grandes corporações.

Por elas e, é claro, pelos bancos. Quase todas as instituições bancárias importantes, conta a reportagem do ICIJ, têm relações com a rede financeira das sombras. Por meio delas, tornam-se capazes de oferecer aos clientes premium a faculdade de ocultar dinheiro obtido legal ou ilegalmente – e de reintroduzi-lo no país, sempre que necessário.

Os bancos chegam a competir entre si, na oferta de serviços eficazes de ocultamento de recursos. Num documento vazado, o Crédit Suisse, com sede em Zurique e representações em todo o mundo (inclusive no Brasil, onde “patrocina” a Orquestra Sinfônica de São Paulo), é descrito como “o Santo Graal” da rede. Os procedimentos que adota nas transferências de recursos são tão “eficientes” – admira-se um operador offshore – que autoridades policiais ou bancárias eventualmente interessadas em descobrir a identidade de um depositante irão “deparar-se com uma muralha blindada”… Mas não se trata de um exemplo isolado. Reportagens do Der Spiegel e do Le Monde estão revelando como instituições “respeitáveis” como o Deutsche Bank (alemão), Banque National de Paris e Paribas (franceses), ING e Amro (holandeses) envolveram-se no esquema.

Nem mesmo a crise iniciada em 2008 parece abalar o mundo financeiro clandestino. Segundo o ICIF, entre 2005 e 2010, os depósitos dos 50 maiores bancos do mundo mais que duplicaram, avançando de 5,4 para 12 trilhões de dólares. Este salto ajuda, aliás, a compreender o cenário global em que se alastra o universo offshore; e também o ambiente ideológico que o alimenta. Na última década, a desigualdade espalhou-se pelo mundo (com a exceção notável da América do Sul). Mesmo num país como os Estados Unidos, 400 pessoas detêm tanta riqueza quanto metade da população. O grupo restrito dos ultra-ricos formou o que o filósofo francês Patrick Viveret chamou de uma oligarquia financeira. Esta possível “nova classe” tem enorme poder econômico e político. Deseja ter mãos livres tanto para intervir nas decisões dos Estados nacionais quanto para driblá-las, quando contrariam seus interesses. Vê, numa galáxia financeira opaca, um instrumento extremamente funcional para preservar seus privilégios e ampliar seu poder.

É possível enfrentar o universo offshore? Do ponto de vista técnico, não faltam alternativas, explica Nicholas Shaxon. Os fluxos de recursos para os “paraísos fiscais” podem ser limitados tanto por tributação mais elevada – que inibe as transferências – quanto por restrições diretas dos Estados. O difícil, ressalta o autor de Threasury Islands, é enfrentar a força política da oligarquia financeira. Entre os grupos diretamente interessados em manter a situação atual estão banqueiros, grandes empresas, bancadas políticas corruptas e crime organizado.

A mídia exerce um papel central na resistência às mudanças. Os jornalistas dos meios tradicionais normalmente sabem muito pouco sobre finanças internacionais, observa Shaxon. Nas raras vezes em que escrevem sobre o tema, recorrem aos “especialistas do mercado financeiro” – precisamente os que mais têm interesse em que nada mude.

É sintomático que nenhum jornal, TV, rádio ou portal de internet brasileiro tenha dado destaque ao Offshore Leaks. Considere a participação dos bancos e das transnacionais em sua carteira de anunciantes…
Mas é animador que, em todo o mundo, o episódio tenha alcançado tanta repercussão. A crise financeira tornou as sociedades mais críticas. A vida de luxo e ostentação dos altos executivos é vista com desconfiança e desconforto crescentes. Muitos julgam-na uma afronta, diante do empobrecimento de vastos setores sociais.

Nunca houve condições tão favoráveis para abrir um debate sobre o assunto. Um sintoma é o fato de você estar lendo este texto, apesar do boicote da mídia brasileira sobre o tema…


1 [Ilhas do Tesouro: revelando os danos dos paraísos fiscais e das finanças “offshore”, infelizmente ainda sem tradução em português – ler verbete na Wikipedia, ou comprar]

Receosa com tamanho da crise, OIT aplaude Bolsa Família
(7jun2013)

Por Marcelo Semer em seu blog

Organização internacional sugere que sejam eliminadas crenças negativas sobre intervenções dos governos no crescimento econômico e capacidade de reduzir má distribuição de renda

Enquanto no Brasil o Bolsa Família caminha sob fogo cerrado, entre boatos e bordoadas, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) acaba de ressaltar em seu relatório sobre o Mundo do Trabalho em 2013, a importância fundamental do projeto em tempos de crise.

Somado aos seguidos aumentos reais do salário mínimo, o Bolsa Família ajudou a vitaminar o crescimento da classe média no país em 16%, entre os anos de 1999 e 2010.

Para a OIT, um salário mínimo sólido e mecanismos efetivos de transferência de renda têm sido as ferramentas mais importantes para superar a pobreza.

Os resultados brasileiros tiveram ainda maior relevância na análise do cenário mundial, comparados com a compressão quase global da classe média que aparece como um dos efeitos perniciosos da crise econômica.

O relatório divulgado nessa segunda-feira, em Genebra, mostra que os grupos de renda média estão encolhendo na maioria das economias avançadas, consequência de um desemprego de longa duração.

Na Espanha, por exemplo, a classe média já reduziu de 50% para 46% desde o início da crise.

O que se pode constatar, ainda pelo estudo, é que os efeitos da crise econômica estão longe de se distribuírem de forma equitativa na sociedade.

As desigualdades de renda aumentaram entre 2010 e 2011 em 14 das 26 economias desenvolvidas, incluindo França, Dinamarca, Espanha e os Estados Unidos. Os níveis de desigualdade em sete dos doze outros países analisados foram ainda maiores do que eram antes do início da crise.

Nos Estados Unidos, por exemplo, os 7% mais ricos da população tiveram aumento de seu patrimônio líquido durante os dois primeiros anos da recuperação, de 56% em 2009 para 63% em 2011; os restantes 93% dos norte-americanos, ao contrário, viram seu patrimônio só declinar.

A principal justificativa tem sido o crescimento dos níveis de desemprego –justamente o que não tem acometido o Brasil, que contou ainda com aumentos reais de salários em média de 4% em 2012.

A OIT realça também a importância dos mecanismos de ampliação de emprego formal, citando especificamente projetos empreendidos na Argentina e Costa Rica.

No lado rico do mundo, a mesma disparidade entre indivíduos se repete na relação de grandes e pequenas empresas.

A maioria das grandes empresas já recuperou o acesso aos mercados de capitais, mas as pequenas estão sendo desproporcionalmente afetadas pelas condições de crédito bancário. Este é um problema grave para a recuperação imediata de trabalho que, segundo a organização, afeta em muito as perspectivas econômicas de longo prazo.

E enquanto a crise se aprofunda nas economias centrais, a tal ponto que a OIT afirma que "a situação em alguns países europeus está começando a forçar o seu tecido econômico e social”, a avaliação sobre a América Latina dá conta de que a região registrou uma diminuição do risco de ‘descontentamento social’ entre 2007 e 2012.

A recente vitória da diplomacia brasileira, e dos países emergentes sobre norte-americanos e europeus na OMC, como se vê, não foi à toa.

As economias avançadas estão cada vez mais longe do papel de farol na crise, ainda que continuem sendo exemplos que magnetizam as elites periféricas.

Assim, embora o Brasil seja destaque internacional pela ampliação da classe média e a superação da pobreza durante a crise, continuamos a difundir por aqui o catastrofismo e a replicar, no quase-consenso da grande imprensa, fórmulas preparadas justamente por quem provocou o tormento e se mostra cada vez mais incapaz de resolvê-lo.

A mimese nem sempre se dá por incompetência.

O documentário Inside Job (vencedor do Oscar de 2010) já havia mostrado como economistas das principais universidades norte-americanas, que jamais questionaram os fundamentos da desregulamentação que resultou na crise de 2008, estavam também vinculados a instituições financeiras, em um evidente conflito de interesses.

E para os que seguem repetindo sem parar propostas de redução de gastos e achatamento do Estado, a OIT, como recomendação final de seu trabalho, sugere que sejam eliminadas as crenças negativas sobre intervenções dos governos no crescimento econômico e a capacidade que elas têm de reduzir a má distribuição de renda entre a população.

A recomendação cai como uma luva para grande parte do jornalismo econômico nacional.

SaLuSa: "Pontes de Amor"
(7jun2013)

Reproduzido do blog Sementes das Estrelas, postagem de 7 de junho de 2013


Queridos, vós não precisais deixar de fazer o que sempre fizestes, a questão agora é deixar-vos levar pelo Amor de Deus que está entrando em vossas vidas. Todas as vossas ações agora serão somadas ao Amor do Criador que está a banhar-vos neste momento, dando-vos alegria e disposição nos vossos afazeres. Estais agora começando a sentir o poder da Vida em vós, a alegria de estar vivos e felizes. A forma de vida mecânica está sendo desmantelada e agora o amor trará cada vez mais possibilidades, a vida deixará de ser monótona e repetitiva. A cada novo dia, uma nova aventura baterá a vossa porta; de fato, serão tempos emocionantes para todos os que desejam ver essa nova realidade se manifestando.

Será um recomeço para vós, queridos, em que redescobrireis o prazer por estardes vivos. As viagens interplanetárias vos levarão para aventuras Universo afora, trarão oportunidades de ir a mundos onde raças semelhantes a vossa estarão vos esperando, para poderem se beneficiar com as vossas experiências. Neste momento agora, a Terra é, no Universo que conheceis, um planeta bem assistido por todas as outras civilizações. Todas elas desejam ver esse momento maravilhoso do seu acordar para vossa verdadeira natureza. Houve muitos percalços para chegarmos até aqui, houve muitas dúvidas por parte até mesmo daqueles que estão nesse caminho de autoconhecimento desde muito tempo, mas agora estais sentindo em seu interior a certeza de que todo o caminho foi, de fato,bem sucedido. Estais vendo agora o amor abundante pulsar em vossos corações, onde não há outra forma para liberar esse amor a não ser amando e respeitando cada vez mais o seu semelhante, que engloba não somente os homens e mulheres da vossa espécie, como todo o composto de vida reinante na Mãe Terra.

Pacientemente, vós tendes vos descoberto seres diferentes do que acháveis que éreis há meses atrás, ou até mesmo semanas atrás. E uma energia maravilhosa tem tomado espaço dentro de vós, na medida que aceitais e vos deixais levar por ela. A natureza pacífica é a vossa verdadeira natureza e nada mais normal do que vos reconhecerdes como seres pacíficos e que não veem mais nas guerras razões pelas quais em um passado não muito distante viam como sendo a forma de trazer a paz. Queridos, fostes programados para serdes duros e implacáveis uns com os outros, fostes programados a revidar as agressões uns contra outros, (o que causou uma bola de neve quase que interminável), e a ver na disputa a forma de manter o vosso espaço protegido. Isso causou-vos sempre dores maiores do que deveriam ter ocorrido. A Mãe Terra foi projetada para ser um campo de aprendizado muito mais suave do que de fato aconteceu, mas, mesmo diante de tais circunstancias, saístes vitoriosos sobre tudo que improvisadamente esteve no vosso caminho de volta para casa. Esse momento abençoado chegou e o vosso interior tem-vos ditado isso, o que faz com que não vos reste dúvida que o momento é chegado.

Sempre houve uma campanha para destruir a vossa amada Terra, essa campanha pareceu-vos até certo momento que seria bem sucedida. Os iniciantes dessa campanha estão agora, pouco a pouco, sendo pressionados pela luz que está a baixar na Terra a deixá-la livre para que Ela possa, junto com o seu campo de vida, subir para dimensões mais altas. Em uma visão positiva, todos vós aprendestes muito nos reinos mais baixos e nada mais justo que dividir essas experiências com outras raças que vos aguardam alegremente. Essa perspectiva de que poderíeis ajudar outras civilizações em estágios evolutivos similares ao vosso foi o vosso combustível que, inconscientemente, vos deu cada vez mais estrutura emocional e força para que pudésseis chegar ao ponto onde chegastes, com imensa força luz interior e uma capacidade de compreensão realmente fora de série.

Queridos, reconheçam-vos como Seres Divinos, porque é isso que sois. Durante todas as vossas encarnações na Terra, fostes instruídos de que éreis sempre seres inferiores e que devíeis sempre andar de cabeça baixa em respeito aos seres superiores que vos foram apresentados como os seus salvadores. Amados, estes mesmos seres adoráveis jamais desejariam ter-vos submissos a sua vontade, essa nunca foi a vontade desses Mestres que desceram até vós para deixar bem claro sobre o que de fato éreis e o que realmente representais na Criação. Esses ensinamentos foram deturpados e reconstruídos pelos que se consideram superiores a vós. Os draconianos não têm mais a permissão de agir e mudar o curso da vossa história, nem tão pouco deturpar ensinamentos que virão a seguir.

Queridos, amados em ascensão, chegou a hora de tomardes posse do poder que de fato é vosso. A estrutura planejada para deixar-vos em submissão desde mais de 12 mil anos está a ruir e todo o verdadeiro acervo escrito, e de várias outras formas, virá para as vossas mãos. O vosso DNA será reestruturado e a verdade que sempre fora ocultada de vós estará pulsante em vosso interior porque não tereis mais a névoa que vos foi imposta a embaçar-vos a verdade. As bases das instituições religiosas não poderão mais ser sustentadas, devido ao fato de não terem mais como negar a verdadeira história em que evidências irrefutáveis estarão sendo trazidas ao público. Nestes tempos, a vossa harmonia interior vos guiará e sereis os faróis daqueles que estarão imersos nos bombardeios de informações que estarão correndo toda a Terra em uma velocidade espantosa.

O último pilar a ser derrubado será as barreiras entre as nações. Pontes de amor serão construídas quando os seres perceberem que durante muito tempo foram colocados uns contra os outros apenas para garantirem o padrão baixo e fazer com que a Terra não alcançasse o seu destino: os Reinos mais Altos, agenda essa determinada por grupos extraterrestres que se intitulam a realeza do universo, tal grupo move-se em vosso sistema solar e já está sob a observação das nossas equipes, especialmente o Comando Ashtar. Haverá uma comunhão entre todas as nações do mundo e os novos líderes da luz que, substituirão os do antigo sistema, verdadeiramente trabalharão para o povo e as nações dar-se-ão as mãos como nunca antes.

Uma conquista para todos os povos da Terra será as viagens internacionais e intercontinentais que não serão mais tão burocráticas como as de agora. Sereis livres para entrardes e sairdes, porque o medo será extinto e não haverá mais necessidade de revistas e certas burocracias. Aos poucos, deixarão de existir povos e passará a existir o POVO, a raça humana, como de fato sois reconhecidos por nós, vos reconhecereis como sendo um só povo e o mundo caminhará para cada vez mais em Unidade.

Eu Sou SaLuSa de Sírius e a contagem em 8 traz-vos INFINITAS possibilidades, todas elas ao vosso favor. Não tenhais mais dúvidas de que sereis vitoriosos e que o momento está para ser ativado. O Criador está feliz em ver-vos retornar ao lar depois de uma longa jornada. Que Deus Pai/Mãe vos abençoe.

Estejam em Paz,

Estejam na Luz.

A imprensa "esquece" que as reformas neoliberais estão na raiz da explosão social na Turquia
(7jun2013)

O que os meios de comunicação esquecem de dizer sobre a explosão social na Turquia

Do sítio Tercera Información, em 7 de junho de 2013

Um dos argumentos mais usados ​​pelos principais meios de comunicação ocidentais para interpretar a origem da agitação social nas ruas da Turquia é a deriva islamista e autoritária do Governo de Recep Tayyip Erdogan.


Assim, os 'mass media' centram toda a atenção nos dilemas autoritarismo-democracia e islamismo-secularismo, produzindo uma análise simplista e parcial da realidade vivida nos dias de hoje nesse país euro-asiático.

É que, a fim de se analisar mais profundamente a recente revolta popular nas ruas de cidades como Istambul ou Ancara, dever-se-ia tomar um pouco mais de perspectiva e colocar a lupa sobre as políticas sócio-econômicas que o governo vem desenvolvendo nos últimos anos.

O governo de Erdogan, composto do Partido Justiça e Desenvolvimento (AKP), irrompe no poder em 2002, em um contexto de crise econômica (crise financeira de 2001), onde acorda com o Fundo Monetário Internacional (FMI) um programa claro de medidas neoliberais que inclui privatização do setor público, reformas trabalhistas e drásticos cortes sociais.

Um ano depois de chegar ao governo em 2003, abre-se o caminho para a privatização da empresa pública de telecomunicações Turk Telekom. No ano seguinte, em 2004, foram postas à venda empresas de bebidas, siderúrgicas e a Turkish Airlines.

Desde então, começou um processo que não pode ser revertido: em 2007, é dada a luz verde para a privatização da empresa pública de tabacos da Turquia, Tekel. Em 2008, é a vez da rede elétrica, com a venda de duas empresas de distribuição em Ancara e Sakarya-Kocaeli. Além disso, no mesmo ano anunciou-se a venda do banco estatal Halkbank e a privatização de 15 por cento das ações da Turk Telekom.

Em 2009, o Governo aprova uma legislação para outorgar a água de rios, lagos e lagoas para empresas privadas. Isto significa que os recursos hídricos podem ser transferidos para as corporações, que até agora só controlavam os serviços de distribuição.

Devido a isso, a Confederação dos sindicatos de camponeses turcos, Çiftçi-sen, junto com mais de 100 outras forças sociais de oposição que defendem o reconhecimento do direito à água, formam uma plataforma chamada "Não à comercialização da água" e se manifestam maciçamente em 15 março de 2009 em Istambul, no âmbito do Fórum Mundial da Água.

Em 2011, o governo de Erdogan iniciou negociações para a privatização de 2 mil km de rodovias e pontes do país. Assim, o Executivo turco procura ceder ao capital privado até nove rodovias e duas pontes sobre o Bósforo, estradas muito importantes na área de Istambul.

Através da chamada "Administração de Desestatização" (OIB por sua sigla em turco), Erdogan tenta conseguir em seguida um pacote de privatização no país que inclui têxteis, mineração, petróleo, alimentos e transporte marítimo, entre outros.

Em fevereiro desse ano, 10.000 pessoas manifestaram-se no centro de Ancara para protestar contra a reforma trabalhista do governo, que, entre as medidas incluem a redução do salário mínimo para os jovens, a possibilidade de transferência de funcionários e permite a contratação de funcionários sem seguro social.

Muitos dos presentes entoavam gritos de "Isto é Ancara, não o Cairo", "Tayyip chegou sua vez" e "Tayyip, desejamos-lhe um final feliz como o de Mubarak". As diretrizes neoliberais aplicadas nos últimos anos têm gerado um aumento da desigualdade social no país. Segundo a revista Forbes, Istambul, capital financeira da Turquia, havia um total de 35 bilionários março 2008 (em comparação com 25 em 2007), o quarto lugar no ranking mundial. Um relatório para empresas interessadas em investir na Turquia preparado pelo banco espanhol Banesto assegura que "o país está marcado por graves desigualdades de renda". Muitos empregados na Turquia não cobram mais do que o salário mínimo de cerca de 570 dólares, e a renda per capita é quase a metade das rendas médias europeias.

Talvez esse conjunto de fatores ajude a explicar a agitação social que levou aos tumultos que agora vive a Turquia, para além da abordagem liberal que a imprensa ocidental tem adotado.

Tradução: Aquiles Lazzarotto

quinta-feira, 6 de junho de 2013

A verdade será revelada - Parte 5
(6jun2013)

Por Steve Beckow, em 20 de maio de 2013, no sítio Golden Age of Gaia

(continuação da Parte 4)

Os planos da Cabala para a Terceira Guerra Mundial e a escravização da raça humana

Vamos primeiro abordar deste assunto ouvindo o testemunho da Companhia do Céu sobre os planos dos Illuminati para ganhar o domínio do mundo.

Matthew Ward diz que o objetivo dos Illuminati sempre foi singular: "Os Illuminati eram um grupo coeso com o mesmo objetivo: a dominação do mundo. Este objetivo nunca foi alterado" (1).

Ele explica que eles intentaram atingir esse objectivo por quaisquer meios possíveis. Eles tinham um "plano que dura gerações para atingir a dominação global, criando e espalhando empobrecimento, devastação e morte das massas que não são necessárias para servir a seus propósitos sinistros" (2).

Em 2009, SaLuSa informou que "há verdade nas acusações de que as trevas sempre planejaram reduzir drasticamente os números da população" (3).

Matthew Ward também nos diz que "o despovoamento, por qualquer meio, é uma meta Illuminati" (4). Ele acrescenta:
"Evidências de (...) atividades dos Illuminati para reduzir drasticamente a população estão sendo acumuladas e eventualmente irão eliminar completamente o longo controle que o escuro grupo exerceu através do medo, da ignorância e da escravidão econômica." (5)
"Todos os incidentes de falsa bandeira que ocorrem no planeta, o pior dos quais foi o 11 de setembro, têm como propósito", diz Mateus, "dominar o planeta inteiro e matar ou escravizar seus povos" (6).

SaLuSa nos diz que "sua escravidão foi cuidadosamente planejada, e vocês estavam quase sob o controle total dos Illuminati" (7). Em outra ocasião, ele revelou que "os Illuminati (...) controlavam os planos para viabilizar a escravidão mundial da raça Human" (8).

Os Pleiadianos, através de Wes Annac, também asseguram-nos que "nós somos praticamente literais quando dizemos que suas cabalas tentaram criar uma sociedade escravocrata" (9).

O meio que eles iam utilizam para iniciar uma Terceira Guerra Mundial era o de soltar uma bomba nuclear sobre o Irã. Muitas pessoas já sabem que as notícias relatam continuamente sobre o fato de Israel querer que os Estados Unidos soltem uma bomba nuclear sobre o Irã antes que ele supostamente construa uma bomba nuclear ,ou sobre o fato de o próprio Israel ter a intenção de fazer o trabalho.

Histórias apareceram sobre uma tentativa de transportar mísseis nucleares da Base da Força Aérea de Minot, tentativas que têm sido frustradas, fazendo com que o avião pousasse em Barksdale AFB (10).

Matthew informou sobre "a crescente preocupação sobre os Estados Unidos invadirem o Iran. Os planos para isso não são novos e este não é um país que se esquive de ir à guerra com outro. Esta é uma continuação do que vem acontecendo nos séculos passados​​, e durante todo esse tempo o impulso de energia tem sido construído no sentido da dominação global" (11).

Ele revelou o plano dos Illuminati em toda a sua extensão.
"Porque os Estados Unidos tornou-se a mais forte de todas as nações, o seu governo está segurando as rédeas da conquista, mas são as ambições dos detentores do poder global, os Illuminati, que estão no trabalho. É na sua conquista do mundo há muito pretendida que há vários anos eles apontam para o Irã como o segundo país no Oriente Médio a ser invadido, depois que o Iraque está firmemente sob seu controle. (...)
O fato de os Illuminati terem considerado o uso de armamento nuclear é uma indicação de seu crescente desespero, porque fazê-lo seria em grande parte prejudicial ao seu objetivo de conquista - a posse útil dos recursos naturais e de infraestrutura do país e a escravização de trabalhadores iranianos, sob a liderança nacional de marionetes controladas por eles. É a mesma intenção, como no Iraque, mas lá a situação não está funcionando de acordo com o plano dos Illuminati.
No entanto, eles pretendem pressionar para a frente, e com a constante diminuição do número de tropas para invadir e ocupar o Irã, em seu estado mental de quase loucura, eles veem a guerra nuclear como sua única opção." (12)
Os Illuminati esparramaram tantas histórias sobre a necessidade de bombardear o Irã porque isso mantinha a população com medo e jogá-los-ia para os braços do complexo militar-industrial, conforme nos diz Mateus.
"Manter o Irã no palco central da mídia durante os últimos dois anos ou mais e adicionando 'segurança nacional' de Israel e os 'riscos' que o Paquistão apresenta juntamente com a imagem ameaçadora do que está acontecendo no Afeganistão é manter viva a mentalidade da 'guerra ao terror' e manter o medo fluindo ante a perspectiva de uma guerra nuclear." (13)
A seguir veremos a resposta dos galácticos aos planos dos Illuminati.

(continua na Parte 6)

Notas

(1) Matthew’s Message, 9 de maio de 2010, em http://www.matthewbooks.com/mattsmessage.htm

(2) Matthew’s Message, 24 de setembro de 2008.

(3) SaLuSa, 11 de setembro de 2009, em http://www.treeofthegoldenlight.com/First_Contact/Channeled_Messages_by_Mike_Quinsey.htm

(4) Matthew’s Message, 24 de setembro de 2008.

(5) Matthew’s Messages, 18 de julho de 2009.

(6) Matthew’s Message, 24 de setembro de 2008.

(7) SaLuSa, 2 de abril de 2012.

(8) SaLuSa, 9 de dezembro de 2011.

(9) The Pleiadian Council of Nine canalizado por Wes Annac, 29 de abril de 2013, em http://aquariusparadigm.com.

(10) Sobre Minot/Barksdale, ver William Thomas, “How Chinese Military Hackers Took Over a Nuclear-Armed B52 (2007),” RINF News, 22 de setembro de 2007, em http://tinyurl.com/22vc7b e “2007 B-52 Black Op Saw Several Airmen Die in Probable Cover-up,” em http://goldenageofgaia.com/accountability/the-myth-of-invincibility-exposed/2007-b-52-black-op-saw-severa-airmen-die-in-probable-cover-up/
Kerry Cassidy reportou outra tentativa de atravessar um míssil nuclear para o Oriente Médio: Kerry Cassidy, “Plane Forced to Land Carrying Nuclear Weapons”, 2 de setembro de 2010, em http://stevebeckow.com/2010/09/kerry-cassidy-nuke-bound-for-iran-intercepted/
Para um contexto mais amplo, ver “War with Iran No Longer Possible”, em http://goldenageofgaia.com/accountability/warmongering/war-with-iran-no-longer-possible/ e “There will be No Nuclear War with Iran” em http://goldenageofgaia.com/accountability/warmongering/there-will-be-no-nuclear-war-with-iran/

(11) Matthew’s Message, 5 de agosto de 2005.

(12) Loc. cit.

(13) Matthew’s Message, 4 de julho de 2008.

(continua na Parte 6)

Tradução: Aquiles Lazzarotto + Google tradutor

quarta-feira, 5 de junho de 2013

A verdade será revelada - Parte 4
(5jun2013)

Por Steve Beckow, em 20 de maio de 2013, no sítio Golden Age of Gaia

(continuação da Parte 3)

A verdade sobre as intenções da cabala de começar a Terceira Guerra Mundial e escravizar a raça humana deve ser revelada

Eu vou passar por essa parte da série em uma boa quantidade de detalhes porque a revelação de que os Illuminati planejaram começar a Terceira Guerra Mundial e dizimar a raça humana talvez seja a mais difícil para a maioria das pessoas aceitar, mas é a mais importante de todas as verdades emergentes que devem ser conhecidas.

Matthew Ward nos informa que "vocês precisam saber por que o seu mundo se tornou um antro de corrupção e fraude e derramamento de sangue, por que a Terra chegou ao ponto de quase morte e gritou por ajuda, por que outras civilizações chegaram para resgatá-la, por que a Idade de Ouro foi planejada. Por tudo isso é que vocês estão onde estão!" (1)

SaLuSa explica que "a verdade por trás de muitas operações obscuras está vazando. ... A verdade virá à tona, independentemente de quais medidas serão tomadas para escondê-la, e vamos trazer para fora as provas contra os Illuminati pelos crimes por eles cometidos contra vocês" (2). Ele continua:
"Mais cedo ou mais tarde vocês vão ter que enfrentar a terrível verdade de como vocês têm sido usados o tempo todo para encher os cofres de quem tem por éons de tempo sido a força motriz por trás de seus governos. A extensão de seu poder vai realmente surpreender e chocar, e mais ainda quando vocês perceberem como uma grande proporção da população estava destinada a ser eliminada. Com a nossa vinda a ameaça foi removida, mas a história vai mostrar que as vidas de milhões de pessoas estiveram, no entanto, sujeito às suas tramas insidiosas". (3)
"Até que vocês saibam como vocês foram manipulado e usados pelas trevas, você terão pouca ideia de quão longe seus tentáculos chegaram." (4)
A ação dos Illuminati para dominar o mundo trilhou muitos caminhos. Juntamente com os seus planos para a Terceira Guerra Mundial, eles também fizeram todo o possível para privar as populações nacionais dos seus direitos civis, como SaLuSa nos diz.
"Vocês estão totalmente enganados sobre os seus direitos, que foram lentamente usurpados de vocês para remover a sua independência. Sua escravidão foi muito cuidadosamente planejada, e vocês estavam quase sob o controle total dos Illuminati." (5)
Por que alguém iria querer ouvir sobre esses assuntos? Os Pleiadianos explicam:
"As revelações realmente serão derramadas uma após a outra, e estamos confiantes em afirmar que aqueles de vocês que já se prepararam e aprenderam muito sobre os assuntos próprios da humanidade que deverão ser ensinados no tempo futuro, serão capazes tanto de acalmar quanto de informar àqueles ao seu redor que podem, inicialmente, querer entrar em pânico ou recuar para o paradigma que os deixava interiormente confortáveis.
Esse paradigma deve realmente arrebentar, razão pela qual a sua Luz e o seu conhecimento serão mais necessários do que nunca." (6)
Sananda nos aconselha a nos prepararmos para o nosso trabalho de luz, primeiramente aprendendo a verdade.
"Preparem a si mesmos, meus amados, para os tempos que estão se aproximando rapidamente ... em primeiro lugar, tornando-se informados das muitas atrocidades que foram cometidas em nome de Deus ou por abuso de poder. Esta é apenas a ponta do proverbial iceberg, pois muito será revelado em breve.
Aí, meus queridos, será onde vocês vêm, para ajudar aqueles que estão pedindo... Na medida em que eles pedirem, vocês estarão lá para ajudar em seu despertar, para extinguir todas as chamas de desconfiança que surgirem e para saciar sua sede de verdade. Literalmente, "a verdade os libertará". É a verdade que irá pavimentar o caminho para uma nova terra e um novo céu sobre a terra, pois apenas na verdade o povo está verdadeiramente livre." (7)
Se concordarmos, então, que é necessário que aprendamos sobre as tentativas da cabala de começar a Terceira Guerra Mundial e de escravizar a população, então vamos nos voltar para essas revelações.

(continua na Parte 5)

Notas

(1) Matthew’s Message, 4 de janeiro de 2012, em http://www.matthewbooks.com/mattsmessage.htm

(2) SaLuSa, 18 de junho de 2012, em http://www.treeofthegoldenlight.com/First_Contact/Channeled_Messages_by_Mike_Quinsey.htm

(3) SaLuSa, 4 de maio de 2012.

(4) SaLuSa, 22 de fevereiro de 2012.

(5) SaLuSa, 2 de abril de 2012.

(6) The Pleiadian Council of Nine canalizado por Wes Annac, 29 de abril de 2013, em http://aquariusparadigm.com

(7) “Sananda: Only Love Prevails”, canalizado por James McConnell, 28 de fevereiro de 2012, em http://www.meetup.com/Ancient-Awakenings/messages/31453472/

Tradução: Aquiles Lazzarotto + Google tradutor

terça-feira, 4 de junho de 2013

Um relato sobre os protestos na Turquia
(4jun2013)



O que acontece em Istambul?

Por İnsanlik Hali, reproduzido do blog Aldeia Gaulesa

Para meus amigos que moram fora da Turquia:

Escrevo para que você saiba o que aconteceu em Istambul nos últimos cinco dias. Eu, pessoalmente, tenho que escrever isso, porque grande parte da mídia está sob controle do governo e o boca a boca e a internet são as únicas maneiras possíveis para nos explicar e pedir apoio.

Quatro dias atrás, um grupo de pessoas, a maioria sem representa nenhuma organização ou ideologia específica, se reuniu no parque Gezi , em Istambul. Entre eles, havia muitos dos meus amigos e alunos. A razão era simples: protestar contra a iminente demolição do parque por causa da construção de mais um shopping no centro da cidade. Existem inúmeros shoppings centers em Istambul, pelo menos um em cada bairro! A demolição das árvores deveria começar no início da manhã de quinta-feira. As pessoas foram para o parque com seus cobertores, livros e crianças. Fincaram suas tendas e passaram a noite sob as árvores. No início da manhã, quando os tratores começaram a derrubar as árvores centenárias, eles se levantaram para interromper a operação.

Eles não fizeram nada que não fosse apenas ficar em pé na frente das máquinas.

Nenhum jornal, nenhum canal de televisão estava lá para relatar o protesto. Foi um verdadeiro apagão midiático.

Mas a polícia chegou com spray de pimenta e seus veículos de canhões de água. Multidões foram perseguidas dentro e fora do parque.


À noite, o número de manifestantes se multiplicou. Assim como o número de forças policiais ao redor do parque. Enquanto isso, o governo local de Istambul fechou todos os caminhos que levam à praça Taksim, onde o Gezi Park está localizado. O metrô foi fechado, as balsas foram canceladas, estradas foram bloqueadas.

No entanto, mais e mais pessoas fizeram o seu caminho até o centro da cidade a pé.
Eles vieram de toda Istambul. Eram pessoas de todas as origens, diferentes ideologias, diferentes religiões. Todos se reuniram para impedir a demolição de algo maior do que o parque: o direito de viver como cidadãos honrados deste país.

Eles se reuniram e marcharam. A polícia perseguiu-os com spray de pimenta e bombas de gás lacrimogêneo e dirigiu seus tanques sobre as pessoas que antes até ofereciam comida a alguns policiais. Dois jovens foram atropelados pelos panzers e foram mortos. Outra jovem, minha amiga, foi atingida na cabeça por uma das bombas de gás lacrimogêneo. A polícia atirava diretamente contra a multidão. Após uma cirurgia de três horas ela ainda está na Unidade de Terapia Intensiva e em estado muito crítico. Enquanto escrevo isto, ainda não temos notícias se ela sobreviverá. Este blog é dedicado a ela.

Estas pessoas são minhas amigas. São meus alunos, meus parentes. Eles não têm uma "agenda escondida", como o estado gosta de justificar. Sua agenda está lá fora. É muito claro. O país inteiro está sendo vendido pelo governo para grandes corporações, que estão construindo shoppings, condomínios de luxo, estradas, barragens e usinas nucleares. O governo está procurando (e criando quando necessário) qualquer desculpa para atacar a Síria, contra a vontade de seu povo.

Acima de tudo isso, o controle governamental sobre a vida pessoal de seu povo vem se tornando insuportável. O Estado impôs novas leis sob sua agenda conservadora, como uma nova regulamentação sobre o aborto, parto por cesariana, venda e uso de álcool e até mesmo a cor do batom usado pelas aeromoças.

As pessoas que estão marchando para o centro de Istambul estão exigindo seu direito de viver livremente e receber justiça, proteção e respeito do Estado. Eles exigem estar envolvidos nos processos de tomada de decisão sobre a cidade em que vivem.

Ao contrário, o que receberam foi uma força excessiva e enormes quantidades de gás lacrimogêneo disparado em linha reta em seus rostos. Três pessoas perderam seus olhos.

No entanto, eles ainda marcham. Novas centenas de milhares se juntam aos protestos. Mais de 2 mil cruzaram a Ponte do Bósforo a pé para apoiar o povo de Taksim.

Nenhum jornal ou canal de TV estava lá para relatar os acontecimentos. Eles estavam ocupados com a transmissão de notícias sobre a Miss Turquia e "o gato mais estranho do mundo".

A polícia continuou perseguindo as pessoas e pulverizando spray de pimenta. A tal ponto que alguns cães e gatos vadios foram envenenados e mortos.

Escolas, hospitais e até hotéis 5 estrelas em todo Praça Taksim abriram suas portas para os feridos. Os médicos encheram as salas de aula e quartos de hotel para prestar os primeiros socorros. Alguns policiais se recusaram a pulverizar pessoas inocentes com gás lacrimogêneo e abandonaram seus empregos. Ao redor da praça, colocaram aparelhos para evitar conexão com a internet, redes 3G foram bloqueados. Moradores e empresas da região, ofereceram suas redes sem fio gratuitas para as pessoas nas ruas. Restaurantes ofereceram água e comida de graça.

Pessoas em Ankara e Izmir se reuniram nas ruas para apoiar a resistência em Istambul.

A grande mídia continuou mostrando a Miss Turquia e "o gato mais estranha do mundo".

Estou escresavendo esta carta para que você saiba o que está acontecendo em Istambul. Os meios de comunicação não lhe dirão nada do que realmente acontece. Não no meu país, pelo menos. Por favor, poste na internet ,o quanto possível, os artigos que descrevem a nossa situação, espalhem as nossas palavras.

Quando eu estava postando artigos que explicam o que está acontecendo em Istambul em minha página do Facebook, na noite passada, alguém me perguntou o seguinte:

"O que você está esperando ganhar reclamando sobre o nosso país aos estrangeiros?

Este blog é a minha resposta para ela.

Por "reclamar" de meu país, espero ganhar:

Liberdade de expressão e discurso,

Respeito pelos direitos humanos,

O controle sobre as decisões que tomamos em relação ao nosso corpo,

O direito de me reunir legalmente em qualquer parte da cidade sem ser considerado um terrorista.

Mas acima de tudo por espalhar a palavra a vocês, meus amigos que vivem em outras partes do mundo, eu estou esperando obter o seu conhecimento, apoio e ajuda!

Por favor, espalhe a palavra deste blog.

Obrigado!

As peripécias adversativas da mídia
(4jun2013)

Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho, reproduzido no Blog do Miro:

Essa é engraçada. A Folha publicou, neste domingo, na capa da seção Mundo, uma reportagem com título pomposo e otimista.


Aí você confere o gráfico na própria reportagem, com previsões comparadas para o crescimento econômico no México, no Brasil e na Argentina. O México deve crescer 3,4% em 2013, o Brasil 3% e a Argentina 2,8%.

Então peraí. Quer dizer que 3,4% de crescimento, para o México, corresponde a um “êxito na economia”, mesmo com uma série de números negativos no campo social, segurança pública e direitos humanos, e um crescimento de 3% para o Brasil é um fracasso econômico retumbante?

Dê-se o crédito: o cinismo do título e da reportagem é desmascarado no próprio jornal. Ao lado do título róseo, outra matéria fala que apenas nos 4 anos da gestão anterior do mesmo PRI que continua no poder (2006 a 2012), mais de 60 mil pessoas morreram nas guerras do tráfico e outras 100 mil estão desaparecidas. Há regiões inteiras do México que já não têm exército ou polícia: são dominadas pelos narcotraficantes, muitas vezes em parceria tácita com autoridades do PRI. A imprensa mexicana tem sido instada, pelo próprio governo, a não noticiar atos de violência; alguns jornais decidiram não mais cobrir notícias referentes ao tráfico, após ataques ou ameaças a seus funcionários.

Esse é o país que “atrai investimento com êxito na economia”.

A matéria escancara o viés mesquinho e partidário da Folha quando trata da economia brasileira. O “jornalismo adversativo”, pelo jeito, só vale para o Brasil.

É o caso do Globo desta segunda-feira. A manchete do jornal traz uma notícia bombástica:


A principal informação da matéria está no subtítulo: a produção brasileira de petróleo dobrará em 10 anos. Em qualquer país do mundo, seria motivo de júbilo, em virtude das oportunidades de crescimento econômico subjacentes. Aqui, não. O Globo faz um exercício confuso que dá a entender ao Homer Simpson que as receitas oriundas da exploração do petróleo vão cair. É incrível como são malandros: conseguem transmitir a notícia de que a produção de petróleo aumentará em duas vezes mas deixar no leitor a impressão psicológica de que é uma notícia ruim.

Bem, tentemos trazer um pouco de bom senso. Não é uma notícia ruim. Os repasses aumentarão “apenas” 55%, segundo lembra o próprio jornal (em tom adversativo), omitindo o crescimento de receita, lucros, valorização acionária, da Petrobrás e outras empresas que pagam impostos e geram empregos no Brasil. O aumento na produção de petróleo produzirá imenso alívio em nossa balança comercial. Deixaremos de ser importadores para nos tornarmos exportadores de petróleo. Ganharemos segurança energética. O aumento da produção coincidirá com a entrada em operação das grandes refinarias, acrescentando receita, empregos, impostos. Em torno das refinarias serão criados cinturões industriais, em torno dos quais, cinturões de empresas de serviço. É uma excelente notícia, sem mas.